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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Forever 21: A tentativa

    Eu tinha a intenção de ir às compras ontem no Colombo, para a abertura da Forever 21. Se tinha!... Mas depois de às 14h da tarde chegar à entrada do primeiro piso, ver que havia uma fila de pessoas que dava umas 500 voltas, aperceber-me depois tristemente que a fila não terminava ali, subir as escadas rolantes para o segundo piso, aperceber-me que a fila continuava no segundo piso, e que havia desta vez uma fila com ainda mais voltas do que lá embaixo...

...apercebi-me que o tempo é uma das coisas mais preciosas que tenho na vida. (E que para a semana tou lá batida, se Deus quiser com menos gente) :)

 

Instagram e a Organização Mundial da Saúde

    Hoje li algures que o Instagram está a fazer uma parceria com a Associação Nacional de Distúrbios Alimentares Americana, juntamente com a Linha Nacional de Prevenção de Suicídio, de forma a notificar anonimamente a foto de uma pessoa que precise de ajuda. Depois da foto ser marcada a pessoa, receberá uma mensagem que diz "Alguém viu um dos seus posts e pensa que você pode estar passando por um momento difícil. Se você precisar de apoio, nós gostaríamos de ajudar".  É depois de receber esta mensagem que os indivíduos vão receber diferentes opções para conseguir obter ajuda. 

 

    Fiquei muito surpreendida com esta iniciativa do insta, no entanto esta notícia pôs-me a pensar... Será que por isso mesmo o Facebook não deveria também ter uma parceria com os serviços de psicologia, por exemplo? É com cada coisa que se lê lá, tanto "desabafo" que eu começo a achar que não faria mal nenhum.. 

 

 

#3 Review: Uma rapariga no comboio

    Boas! Hoje resolvi fazer uma review de um filme que vi à alguns dias, mas que só hoje tive tempo (e disponibilidade) para comentar.

    Quero começar por vos dizer que eu tive, durante as férias de Agosto, na extensa lista de espera da biblioteca aqui da minha zona para poder requisitar este livro (que estava mais concorrido que a Maria Leal nos dias de hoje no Urban). E isso deve-vos dizer alguma coisa do quão expectante eu estava sobre este filme - que tinha sido só baseado no best-seller de 2015. 

    Em relação ao filme, na minha opinião tem uma história excelente (que era tal como eu estava à espera), que não deixa de ser simples e original ao mesmo tempo, o que me deu uma pica enorme de ver desenvolver. Para aquelas pessoas que viram o filme e o acharam 'uma seca' ou 'muito parado', como já tenho lido, eu sinceramente não consigo entender o como, desculpem-me. É que, para mim, eu estava constantemente curiosa para ver o que se iria passar a seguir, pois a história dava imensas voltas e captava sempre a atenção dos mais distraídos.

    Isso quer dizer então que o filme foi 5*? Nem por isso. Na minha opinião este é um daqueles dramas tão pesados, que quando sais da sala do cinema parece que foste atropelada por um camião de 60 mil toneladas. Foi exatamente assim que me senti. Ou isso, ou que tinha acabado de sentir o pior breakup de sempre. Mas não levem isto demasiado a peito! Fala uma pessoa que odeia dramas já de raíz, portanto tudo o que advém daí para a frente, só piora. Se foste daqueles que não deprimiram ao ver o Rei Leão, então este filme é excelente para ti!

    Já no final, apesar de intenso (para não me spoilar de outra forma), acabou como eu queria, e o resto não digo mais. Vão ter de ver. Porque senão digo tudo.

    Aconselho todos a verem o filme, porque apesar de não ser perfeito para mim, foi um 3.5 ou 4* que merece toda a vossa atenção e carinho. (Certifiquem-se apenas que logo depois vêm uma comédia daquelas para desanuviar).

Quando lhe sai o tiro pela culatra!!

    Há dias comprei um pijama do Olaf (sim, tenho mentalidade de 10 anos), e cada vez que passo pela minha mãe ela insiste em tomar conhecimento do meu pijama, querendo meter-se e gozar comigo. Só que a piada sai-lhe ao lado, pois ela vira-se a rir:

"-Olha quem anda a passear outra vez com o Ralph vestida!!". 

    E apesar de já lhe ter avisado 500 vezes que (Anselmo) Ralph é um nome de um cantor africano, e OLAF é o verdadeiro nome do boneco de neve, ela esquece-se sempre e cada vez que o vê acrescenta-lhe um nome diferente. 

 

    É caso para dizer que o Karma é lixado, ha!

    [Mesmo assim, não consigo deixar de imaginar o Olaf nos palcos do Coliseu de Lisboa cada vez que ela se engana no nome dele.]

Vai uma apostinha?...

    Mais um domingo, mais uma entusiasmante noite de segredos..  

   Desta vez resolvi colocar aqui as minhas apostas em relação aos segredos dos concorrentes que faltam. Fiquem à vontade para contradizer, ou dar a vossa opinião de vossa livre justiça. Assim sendo, aqui vai:

 

1) Dormi no quarto do Cristiano Ronaldo: Cláudio. Por e simplesmente pelo facto deste gajinho ter ar de ter alguns 'connects' fora da casa. E também porque não estou a vê-lo com nenhum outro segredo.

2) Não consigo atravessar a ponte 25 de Abril: Helena. Porque ela é uma pessoa super divertida e  há dias disse na casa que imagina que seja das poucas pessoas, senão a única, com este tipo de segredo (tão específico)... Além disso, o segredo é a cara dela xD

3) Nunca conheci o meu pai e estou à procura dele: Fábio. O Fábio desde o ínicio do programa que sempre afirmou nunca ter tido uma vida fácil, e inclusivamente já ter passado por imensas dificuldades. Por isso, infelizmente, associo-o a este segredo.

4) Sou campeão/campeã nacional de atletismo: Diogo S. Por exclusão de partes, e também devido ao seu corpo mais 'levezinho', penso que ele pode estar associado ao atletismo...Mas a ver vamos..

5) Participei num exorcismo: Diogo. Não era o Diogo que tinha uma tatuagem qualquer com uma cruz ou algo religioso do género? Apesar de isso não querer dizer nada, só o vejo a ele associado a uma cena tão bizarra...

6) Participei num reality show: Tucha. Em várias conversas ela já tem demonstrado um grande conhecimento acerca de como agir em reality shows, e de participantes. Por isso acredito que tenha participado nalgum reality show de Angola ou algo do género, visto ela não ser de cá..

7) Levei o/a meu/minha amante ao meu casamento: Rita. É preciso mesmo explicar?! Quer dizer..esta miuda enterra-se sozinha, por isso não me admirava nada.. Ainda por cima tendo 'alguém especial' cá fora e estando enrolada lá dentro..hmm..Parece-me o perfil ideal de alguém com estas características.

8) Sou viciado/a em cirurgias estéticas: Ana. Por último, outro dos segredos bem visíveis na casa, if you know what I mean...Posso dizer que tenho DUAS boas razões para pensar que este é o seu segredo.. get it?

 

 

 

Brandão de Melo: um homem que mais valia ter ficado calado.

 

 

    Sobre os abusos sexuais em crianças, disse este respectivo senhor o seguinte:

"[As raparigas] têm de se conter (...), não se exibam, não puxem por eles (...) senão chega-se a este ponto."

    Traduzindo: Moças, não se metam a pão no que vestem não, que depois não se admirem que os homens as queiram violar!

    Segundo ele, têm de ser calculadas "todas as vertentes" para só desta forma se evitar esta situação. Sim, porque essa só pode ser uma das SOLUÇÕES mais viáveis para evitar o abuso de menores: as mulheres passarem a tapar o seu corpo dos pés à cabeça, durante o resto das suas vidas. É, claramente, uma das "vertentes" que pode diminuir os casos de abusos sexuais. Mais, até porque em países onde há o uso das "burcas" e de vestiários mais conservadores, não há, claramente, nenhuma situação de abuso de nenhum tipo. Uffa, o que seria de nós sem o Brandão de Melo.

    Sabem o que acho de homens com este tipo de mentalidade tão retrógada e conservador? Que eles são um perigo para a humanidade. É por causa de pessoas com este tipo de pensamento que as raparigas (seja qual for a idade) ouvem comentários desagradáveis na rua, por onde quer que passam. "-És toda boa." "-Fazia-te isto" "- Fazia-te aquilo." O pior é que as raparigas/mulheres habituam-se a ouvir este tipo de comentários como se fosse uma coisa NORMAL, como se fosse um procedimento no qual todas nós tivessemos que passar, e calar. E não é. Isto não é, de todo, aceitável e normal.

    Por isso, e mais uma vez, malta que não sabe o aparentemente óbvio, que fique desde já a saber: Não é a forma de vestir que condiciona uma pessoa a abusar, ou não, da outra. Esse não é, nem nunca vai ser, uma das 'vertentes' influenciadores para este tipo de comportamento. E não há desculpa para este comportamento. O problema não é nunca do abusado, mas sim do abusador. Não é a mulher que tem que mudar (cada pessoa deve ter liberdade para vestir o que bem lhe apetecer, sem ser punida nem JULGADA como tal) . Uma pessoa que não concorda com esta corrente de pensamento é uma pessoa tão perigosa como todos os abusadores que estejam por aí, e que por isso mesmo deve ser punida.

Quando o amor acaba..?

 

    Recentemente, um casal que eu conhecia e que considerava como um dos mais perfeitos, um daqueles que se apostava 1 milhão de euros como iam ficar para sempre juntos, separou-se. Ou melhor, divorciou-se (o que para mim, chega até a ter contornos mais graves). E eu como ser pensante que sou de vez em quando, pus-me a refletir demasiado sobre imensa coisa, nomeadamente no amor, no casamento, e por aí fora.

    Como romântica incurável que sempre acusei ser, sempre fui daquelas gajinhas que acreditava no casamento. Acreditava que era uma forma de expressar o amor que se tem por alguém da forma mais séria possível. Era um acto de coragem ao mesmo tempo que amoroso. Mas isto pôs-me a pensar realmente como é que na prática as coisas funcionam, e que de facto nem sempre tudo pode ser um mar de rosas. 

    Apesar de já saber disso, sempre pensei que o casamento faria tudo valer a pena. Porque lá está, é um compromisso que se têm para a vida. Mas por outro lado, devido também a isso, pode ser muitas vezes encarado como um 'contrato' no qual se têm deveres e obrigações que têm de ser severamente cumpridos, se não não estamos a desempenhar a nossa função corretamente.

    E se por um lado quero sublinhar que, atenção, isto não quer dizer que eu de um momento para o outro tenha deixado de acreditar no amor e/ou no casamento (porque tenho também excelentes provas vivas disso na minha família), por outro apercebi-me ainda mais que o casamento funciona sim, mas que não é para toda (ou para tanta) gente como eu pensava. É para aqueles que puro e simplesmente acreditam nele.

    E para isso é preciso haver algo mais que amor por alguém, é preciso também um grande empenho e esforço de ambos as partes. Porque, ao contrário das uniões de facto, no qual um casal que se separe tem mais probabilidade de se juntar de novo, nos casamentos o marido e a mulher raramente fazem as pazes e fica tudo bem. Passam entretanto por um processo de divórcio. Não é como se pudessem casar de novo, outra vez. E isso deixa-me triste. Esse pensamento de que depois do divórcio raramente à volta à dar, entristece-me. E faz-me acreditar que casar, para mim é uma ideia e experiência utópica, que eu adorava ter um dia, mas só depois de ter a certeza absoluta que estou feliz e em plena concordância em relação a isso, com a pessoa que escolher ficar ao meu lado.