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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Como vou passar este Halloween

    No início deste mês falava-vos da minha antecipação louca pelo Halloween, pois já é de hábito eu e o meu grupo de amigos juntarmo-nos e fazermos alguma coisa. Este ano o 'tema' escolhido foi bruxas, o que significa que cada um de nós vai ter que ir mascarado de um tipo de bruxa (ou bruxo) qualquer. Ora muito bem eu escolhi ir de Evil Queen, a bruxa má da branca de neve. Reciclei antigos fatos, 'diyei' umas coisitas aqui e ali, e para finalizar, abusarei da maquilhagem. 

fatos halloween.png

 

    No que diz respeito aos doces, fiz uns Brownies com Marshmallows Fantasmas por cima. Foi uma receita muito simples e rápida que vi no Pinterest, e que fiquei fã desde o primeiro momento em que vi a foto. Digam lá se não é a coisa mais adorável de sempre? Se estiverem interessados na receita, deixo o link aqui.

 

    Temos também carradas de jogos planeados, como o da Máfia, Cards against Humanity, Monopoly Deal, Uno, por aí fora... E filmes/séries prontas para nos tirar uma boa noite de sono!!  Se quiserem, depois partilho mais fotos do meu Halloween, aqui no blog. 

    Tenham um excelente Halloween! Não se esqueçam de ter cuidado a quem abrem a porta... (E especialmente com as maçãs que comem) 

    Mwahaha 

#5 Review: Haters Back Off

    Para quem não sabe fica desde já a saber que eu sou uma fã ,(barra stalker), da youtuber Colleen Ballinger, que já acompanho há algum tempo... E ela criou uma série ,"Haters Back Off" da Netflix, que estreou há um ano e qualquer coisa, a basicamente narrar a história de vida da personagem que ela criou (e que a fez um sucesso no youtube), a famosa Miranda Sings.  

    A Miranda Sings nasceu de uma sátira a todas as pessoas que faziam vídeos no youtube a cantarem, que tinham péssimas vozes, mas que se achavam as melhores, e superiores a toda a gente. A Colleen começou a achar piada a este fenómeno, e começou ela própria a desenvolver um personagem convencida, irritante, com uma voz horrível (quando ela na verdade estudou canto desde pequena), e que se achava famosa.

    A partir daí ela começou a mencionar outros 'personagens' nos seus vídeos, como a mãe (interpretada pela Angela Kinsey), que a fazia todas as vontades e a mimava o máximo possível, e o tio (Steve Little), inseparável de Miranda de formas às vezes até demasiado bizarras, e que vivia obececado com o seu sucesso. 

    A série desenvolveu-se a partir daí, acrescentando mais personagens à mistura, e mais história. Uma comédia a não perder, com personagens demasiado fora do normal, mas que nem por isso deixam de vos pôr as emoções à flor da pele.  Recomendo vivamente a todos aqueles que têm um humor mais... alternativo.

    De salientar, que a segunda temporada saíu há uma semana e está muito melhor do que a primeira. Portanto, se já fizeram uma maratona à primeira temporada e estão com medo de arriscar a segunda tentativa, nada temam, prometo-vos que não vos irão decepcionar. Vão chorar, rir muito, e pedir por mais! 

Ir para Lisboa a uma hora de ponta...

metro.png

...É como (fug)ir a uma largada de touros. 

 

Todos lutam pela sobrevivência, e o que interessa é que não te levem à frente. 

 

(Ontem às 17h, assisti no metro: a uma pancadaria porque as pessoas não deixavam entrar gente no metro, a discussões porque não davam lugar para sentar a uma grávida, e a pessoas a ir ao chão por serem empurradas com imensa força, por toda a gente. Até mete MEDO!)

O dia-a-dia de quem está a fazer uma tese

    Para alguém que já se perguntou como era...

2ª Feira: Encontro com a orientadora na faculdade. Esclarecimento de dúvidas, correção do trabalho feito, mais trabalho, mais prazos para entregar trabalhos.

3ª Feira: Casa. Trabalhar nas correções da orientadora. Pesquisa. Leitura de artigos. Leitura de entrevistas. Escrita da tese. Análise temática dos dados. Análise de conteúdo no programa MAXQDA. Mais trabalho.

4ª - 6ª: Casa. Casa. Casa. Repetir o programa de terça-feira. Entregar os trabalhos nos prazos definidos.

Fim-de-semana: Sair de casa, e ver a luz do sol para não dar em doida.  Repetir tudo para a próxima semana.

    De dois em dois meses, tenho também que fazer uma apresentação oral acerca da tese, e entregar relatórios atuais, sobre a minha investigação. Se tudo correr bem, a discussão será feita em Junho/Julho do próximo ano.

    Eu sei que parece que tenho imenso tempo, e tenho, mas tenho também imenso trabalho pela frente. Vou analisar mais de 100 entrevistas, criar um sistema de categorias, codificá-las, e discutir os resultados. Ao mesmo tempo a minha orientadora quer que faça comunicações orais em congressos, e que publique artigos científicos. Uff... Vai ser bonito!

    Se me perguntarem o que é mais importante para mim, durante esta fase da minha vida em que tudo gira à volta da tese, eu digo, sem sombra de  dúvida, ter o apoio daqueles que me rodeiam. No sentido de terem paciência para aguentar as minhas ausências, e compreensão. E nem sempre é fácil! Porque como fico muitas vezes em casa, penso que dou a impressão que não estou assim tão ocupada; quando na verdade, especialmente quando há prazos a cumprir, é como se tivesse a trabalhar fora de casa!

    No entanto, um pequeno desabafo: quando chegar a vossa altura da tese, vão ter imeeensas saudades das aulas, e de toda essa rotina. Agora é difícil compreenderem, mas digo-vos que considero realizar uma tese um trabalho não só muito puxado, como acima de tudo, muito solitário. O vosso orientador vai ser o vosso melhor amigo, porque é a única pessoa que vos pode ajudar nesta altura. Por isso, tentem despachar a tese o mais rápido possível, para ficarem livres para as futuras etapas da vossa vida!

 

POP, e fez-se o Chocapic!

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(foto da minha autoria)

    E não é que a carta descobriu o paraíso dos Cereais, em Lisboa? Sei que provavelmente estou super atrasada na moda do Pop Cereal, mas hey, dêem um desconto aqui à cota sff.

    Na semana passada fui com a Su experimentar o bar mais alternativo de Lisboa, e não é que para além da barriga cheia, saí a babar por mais?... O Pop Cereal conta com uma data de menus de cereais super apetitosos: de côco, maçã, caramelo, after eight, chocolate, frootloopers, e um inspirado em 'final fantasy'. Vende ainda milkshakes, doces, bolachas, gelados, e toppings para os cereais!

    Eu cá provei o menu 'Heaven is made of chocolate' (que é o da foto), que leva: lucky charms de chocolate, crunch, chocapic, pillows, mini oreos, chocolate topping, crispy chocolate spheres e leite. SIM, é tão bom como podem imaginar (principalmente para os fãs de chocolate, como é óbvio). Mas quem, por alguma razão estranha, não seja apreciador de chocolate, eles têm imensa variedade de escolha como já referi, pudendo, inclusivamente, criar-se o nosso próprio menu, com os cereais à nossa escolha, toppings, gelado e tudo!

    Recomendo vivamente a toda a gente porque foi uma experiência que eu adorei, e vou sem dúvida repetir!  A única desvantagem para mim era o leite vir frio, porque eu só consigo comer cereais com leite quente... No entanto, é uma questão de se pedir para aquecer.

Algum de vocês já visitou o Pop Cereal no Bairro Alto, ou ouviram falar? Se sim, qual foi a vossa experiência?

 

(P.S.: Ninguém me pagou para dizer nada disto, quem me dera que me pagassem para comer cereais todos os dias, não me viam aqui tão cedo... )

Tag: Já fiz/ Nunca fiz

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Hoje trago-vos mais uma tag com um desafio que acho super interessante, e que nunca fiz. E por falar nisso, aqui vai o meu "Já fiz/ Nunca fiz", nomeado pela querida Inês! Enjoy! 

 

Regras do desafio:

1º Responder a todas as perguntas apenas com "Eu já" ou "Eu nunca" .

2º Responder à última pergunta com "sim" ou "não".  

3º Colocar a imagem oficial do desafio (obrigatório).

4º Referir quem vos passou o desafio .

5º Passar o desafio a pelo menos 4 pessoas (semi-obrigatório)

 

1 - Eu nunca fiz um interrail.

Eu nunca, mas ADORAVA! Portanto se alguém quiser ir dar uma voltinha comigo ao resto do mundo, já sabe! 

2 - Eu já participei em algum concurso. 

Aqueles para ganhar viagens, bilhetes de cenas e assim conta? Se contar, sim..

3 - Eu nunca conheci a pessoa que mais admiro.

Tendo em conta que as pessoas que mais admiro são da minha família, já. 

4 - Eu já caí na rua.

 Soa algo bastante provável de acontecer, no entanto de momento não me consigo lembrar de nenhuma vez... 

5 - Eu nunca desmaiei.

Fun fact (apesar de não ser muito fun para mim): Já estive incrivelmente perto de desmaiar duas vezes na minha vida, sendo que a última foi por causa do período! SIM, do PERÍODO. Por isso, homens, nunca digam a uma mulher "Que exagero, aposto que isso não custa tanto assim..." Ok? ...

6 - Eu nunca estive em coma alcoólico.

 Hahahaha Eu não bebo. 

7 - Eu já experimentei drogas.

 Apesar de às vezes poder parecer, prometo que esta sou eu no estado puramente natural.

8 - Eu já me vinguei de alguém que me fez mal?

 Que horrível, não. Vingança é uma palavra muito feia. Já lhes disse umas boas verdades, disso não se livram, mas não mais. 

9 - Eu já tive um acidente?

Já. De carro lembro-me de uma pelo menos, mas ninguém se magoou.

10 - Eu já andei de avião.

Oh yeeeah  

11 - Eu já bebi demais.

Hmm.. Nop..

12- Eu já confundi uma pessoa com outra.

Provavelmente, mas nada que me lembre.

13 - Eu nunca me perdi num país/cidade estrangeira.

Já, em Londres. Em minha defesa as ruas ERAM TODAS IGUAIS!!! 

14 - Eu nunca tive uma experiência paranormal.

Que me lembro não, mas também fujo um bocado disso. Deixo lá os espíritos no lugar deles, porque eu não gosto de incomodar ninguém.

15 - Eu já roubei.

 Corações apaixonados conta? hehe Não. 

16 - Eu nunca apaguei nada do facebook por ter poucos likes.

Não me acredito.

17 - Eu já trai alguém.

Neps.

18 - Eu nunca disse que ia deixar de falar com alguém que me magoou mas não o fiz.

Hmm, nunca. Normalmente cumpro sempre o que digo. 

Respondi com sinceridade a todas as perguntas?

 Sim!

 

Nos próximos episódios teremos: Su, PipaMula e Marta

Ninguém é perfeito.

    Não é a primeira vez, nem há-de ser a última, que digo aqui no blog: sou uma assumida perfeccionista. Não digo isto do género que sou exclusiva, porque sei de imensa gente que se considera também uma fã da perfeição, mas digo antes como relato pessoal de como é viver assim.

    Basicamente todos os trabalhos na escola têm de estar impecáveis (por isso demoram imenso tempo a fazer), sem haver margem para erros; no emprego tenho de me comportar como a melhor, e nas amizades e convivências pessoais sou bastante... exigente. Resumidamente, eu sou muito difícil de lidar com os erros (meus, e dos outros), por muito mais pequenos que são. E acredito que isto acaba por ser um próprio mecanismo de defesa para mim, para não me magoar/desiludir com os outros. Porque como é que alguém é capaz de se desiludir com pessoas que só têm qualidades (ou pelo menos, maioritariamente)?...

    O problema é que a longo prazo acaba por ser desgastante, tanto para a própria pessoa, como para as restantes envolvidas. Para o próprio, porque vive diariamente numa luta interna para que haja a completa harmonia no seu exterior (e interior), para os outros, porque se cansam de pessoas que, bem..., têm dificuldades em aceitar como elas próprias são.

    E eu quero mudar isso em mim. Não falo do meu empenho e dedicação para que tudo corra bem na minha vida, mas sim da pressão constante desta dita 'perfeição'. Ninguém é perfeito, caramba. E se eu, ou alguém que eu amo, errar de vez em quando, não há-de ser o fim do mundo por isso. Afinal, somos todos humanos, e errar é próprio de nós, lá dizia o ditado.

    Falo especialmente em termos de relacionamentos interpessoais. Todos nós temos qualidades sim senhora, mas temos também bastantes defeitos, e temos que aprender a lidar com eles. Há algum tempo li um destaque na sapo que dizia algo deste gênero: "Apaixonarmo-nos pelas qualidades de outra pessoa é fácil, toda a gente consegue fazer isso, o desafio é apaixonar-mo-nos todos os dias pelos defeitos dessa mesma pessoa. ". Isso, meus caros, é amor.

Dia Mundial da Saúde Mental 2017

    Hoje comemora-se o Dia Mundial da Saúde Mental, e como (futura) psicóloga não podia deixar passar este dia em branco, por isso aqui vai a minha mensagem a todos os que lêem o blog.

    Para quem não sabe, a saúde mental define-se, segundo a Organização Mundial de Saúde, como o estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de realizar as suas capacidades pessoais e profissionais, lidar com o stress da vida de forma natural, e contribuir para a comunidade em que se insere. Parece algo fácil e acessível a todos nós, não é? Pois é, mas enganam-se.

    Um em casa 5 portugueses sofre de uma doença mental. Isso quer dizer que, muito provavelmente, vocês têm uma tia, primo, colega, amigo, com um tipo de patologia psicológica. E muito provavelmente nem têm noção disso. Como o atual bastonário da OPP (Ordem dos Psicólogos Portugueses) refere tratam-se de "doenças silenciosas", que como muitas vezes não são visíveis como as físicas, são frequentemente desvalorizadas. Não querendo por isso dizer que são menos importantes, e incapacitantes para quem as tem.

    Atualmente, as consideradas mais frequentes são as perturbações de ansiedade, e as de humor. Para terem uma ideia, uma perturbação de ansiedade pode originar taquicardias frequentes e ataques de pânico, que se assemelham à sensação de ter um ataque cardíaco. Por sua vez, a patologia de humor pode englobar uma perturbação depressiva. Neste momento, a depressão é responsável por uma taxa de suicídio em Portugal acima da média mundial. Estamos a falar de assuntos graves, que necessitam de uma resolução!

    Hoje vi uma reportagem na TVI que dava conta que os portugueses gastam cerca de 200 milhões de euros em psicofármacos, sendo mais de metade destinados à saúde mental. Isto porque se estima que um terço dos doentes mentais não tem o tratamento adequado, e por isso recorrem à medicação. Se essas pessoas tivessem tido uma intervenção psicológica, e/ou um aconselhamento numa fase precoce, evitar-se-ia o agravamento das suas situações. Chega de estigmas associados à saude mental. É fundamental aumentar os técnicos nos Centros de Saúde, só assim poderemos combater estes números horríveis.

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