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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

O medo da vida adulta...

    Há 3 coisas que me assustam na (entrada da) vida adulta: tirar os dentes do siso, defender a tese -e claro, a mais trabalhosa-, entrar no mercado de trabalho.  E não é que este ano vou realizar as três?

    Um dos dentes do siso já tirei e o resto vou tirar este ano, a tese vai ser defendida em Junho, e em Fevereiro vou ter "um gostinho" do que é a entrada no mercado do trabalho pois fui seleccionada para um estágio remunerado durante alguns meses, numa empresa à séria, para técnica de Psicologia.

    E agora dizem-me: Isso é óptimo!!! E é! Tive uma sorte enorme em ser escolhida para o estágio, e o resto, bem... tenho sorte em ficar já despachada este ano.  Mas também é bastante assustador.

    Assusta-me o Mestrado estar a acabar "tão rápido", e de repente ficar por minha conta, e tudo isto estar a acontecer tão depressa. A partir de Julho não vou voltar a ver escolas e universidades tão cedo!! O quão estranho é escrever isto? Nunca imaginei que fosse ter tantas saudades daquilo!

    Assusta-me o fim das aulas e trabalhos, e início das responsabilidades a sério de empresas como esta (que fui escolhida), e assusta-me o facto de poder não estar à altura do que pretendem. Assusta-me acima de tudo porque é novo, porque a concorrência é muita, e eu considero-me uma novata ainda por estas andanças.

    Assusta-me assinar contratos, e não haver volta atrás possível. Assusta-me deixar de tempo para outras coisas, não me adaptar ao meu emprego, e mais tarde ficar-me a sentir ainda pior do que estava ao início.

    Tudo o que é mudança é bom, porque nos faz crescer e ter contacto com novas experiências. E eu tenho a sorte de ter conseguido arranjar algo na minha área, e por isso tenho a certeza de que é uma experiência muito positiva para mim. No entanto, não consigo evitar estes medos que me dão nervos, e estas vozinhas internas que me dizem "Mas e se...?"

O esforço vale a pena!

    A semana que passou foi particularmente mais difícil a nível de trabalho. Eram prazos para entregar documentos, outros para imprimir, alterações para fazer nisto e naquilo da tese, reuniões... Tudo isto porque tive de fazer, pela primeira vez, uma apresentação para um Congresso, coisa pouco chique como devem imaginar (e com poucas exigências!), a pedido da minha orientadora de tese.

    O resultado? Uma semana de correria de um lado para o outro, de lutas contra o tempo, noites (muito) mal dormidas, muitos nervos à mistura, muita responsabilidade envolvida, escassísmo tempo para ir para o blog, e acima de tudo, muito trabalho.  Todo o trabalho para um único dia, o dia do Congresso, tudo ia culminar nesse dia.

    Chegou o dia do Congresso. Faço a minha apresentação, discuto com o júri (no bom sentido), ele faz lá a sua avaliação, tudo bem. Então e não é que, no final, recebo o prémio de melhor apresentação do Congresso? Eu, que me estrei pela primeira vez nestas andanças, não fazia a mínima ideia do que estava para ali a fazer sentada ao lado de ministros sei lá bem do quê, fiquei em primeiro lugar nisto, COMO?!

    Ainda hoje estou para saber, parece que ainda não caí em mim. O que é certo é que, no final, todos me foram cumprimentar e dar os parabéns pela minha prestação. E eu com apenas 4 horas de sono, lá agradecia com a minha carinha de zombie, incrédula com o que tinha acabado de acontecer.

    Tudo isto para vos dizer: todo o trabalho que têm compensa, dá frutos, e eu recolhi os meus esta semana (eu a armar-me em Gustavo Santos...). Mas a sério, eu sei que é cliché, mas quando tudo parece ser o fim do mundo, não desistem, e lembrem-se desta história. Lembrem-se que todo o esforço vai valer a pena...  

Os meus pensamentos (por ordem) sobre o Web Summit

OH MEU DEUS, A JENNA MARBLES E O ALFIE DEYES VÊEM CÁ A PORTUGAL, TENHO DE OS IR VER!!!!

 

Apercebo-me que o bilhete de entrada é tipo 1.000€, e desisto logo da ideia. Para além disso, quando vou ver os bilhetes já estão esgotados...

 

Lembro-me rapidamente que a Web Summit É JÁ HOJE, e que isso significa que os transportes para Lisboa devem estar a abarrotar de gente, e adivinhem quem vai para Lisboa hoje...

 

 Desejem-me sorte.

O dia-a-dia de quem está a fazer uma tese

    Para alguém que já se perguntou como era...

2ª Feira: Encontro com a orientadora na faculdade. Esclarecimento de dúvidas, correção do trabalho feito, mais trabalho, mais prazos para entregar trabalhos.

3ª Feira: Casa. Trabalhar nas correções da orientadora. Pesquisa. Leitura de artigos. Leitura de entrevistas. Escrita da tese. Análise temática dos dados. Análise de conteúdo no programa MAXQDA. Mais trabalho.

4ª - 6ª: Casa. Casa. Casa. Repetir o programa de terça-feira. Entregar os trabalhos nos prazos definidos.

Fim-de-semana: Sair de casa, e ver a luz do sol para não dar em doida.  Repetir tudo para a próxima semana.

    De dois em dois meses, tenho também que fazer uma apresentação oral acerca da tese, e entregar relatórios atuais, sobre a minha investigação. Se tudo correr bem, a discussão será feita em Junho/Julho do próximo ano.

    Eu sei que parece que tenho imenso tempo, e tenho, mas tenho também imenso trabalho pela frente. Vou analisar mais de 100 entrevistas, criar um sistema de categorias, codificá-las, e discutir os resultados. Ao mesmo tempo a minha orientadora quer que faça comunicações orais em congressos, e que publique artigos científicos. Uff... Vai ser bonito!

    Se me perguntarem o que é mais importante para mim, durante esta fase da minha vida em que tudo gira à volta da tese, eu digo, sem sombra de  dúvida, ter o apoio daqueles que me rodeiam. No sentido de terem paciência para aguentar as minhas ausências, e compreensão. E nem sempre é fácil! Porque como fico muitas vezes em casa, penso que dou a impressão que não estou assim tão ocupada; quando na verdade, especialmente quando há prazos a cumprir, é como se tivesse a trabalhar fora de casa!

    No entanto, um pequeno desabafo: quando chegar a vossa altura da tese, vão ter imeeensas saudades das aulas, e de toda essa rotina. Agora é difícil compreenderem, mas digo-vos que considero realizar uma tese um trabalho não só muito puxado, como acima de tudo, muito solitário. O vosso orientador vai ser o vosso melhor amigo, porque é a única pessoa que vos pode ajudar nesta altura. Por isso, tentem despachar a tese o mais rápido possível, para ficarem livres para as futuras etapas da vossa vida!

 

A crise dos 20: O que vestir?

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    Não sei se muitos vão saber do que eu estou a falar, mas chega uma altura da nossa vida (ou se calhar só da minha), normalmente entre a era dos 20 anos de idade, em que chegamos à conclusão de que não sabemos o que devemos vestir.

    Mas não é do género "Ai tenho tanta coisa, mas não sei o que hei-de vestir.", não. Estou a falar em literalmente não saber que tipo de vestimentas se adequam à nossa idade. Como estamos naquela fase da vida entre a do definitivamente-já-ultrapassamos-a-adolescência, e a do estamos-a-entrar-agora-no-mercado-de-trabalho, torna-se tudo muito mais complicado. Ou pelo menos torna-se para mim.

    Porque quando vou às lojas, e vejo algo de que goste, acontece-me uma das seguintes coisas: ou acho demasiado 'adolescente' porque tem cenas escritas escarrapachadas na camisola, (ou as calças têm demasiados buracos); ou acabo por achar finório demais, e parece que vou entrar para um casamento; ou ainda penso que é demasiado 'à velho' para eu usar, e parece, desta vez, que vou entrar para um lar de idosos.

    Não sei se estou a exagerar, mas ultimamente para mim tem sido CADA VEZ mais difícil ir às compras. Ainda por cima com o Outono a chegar! Surgem logo milhentas questões na minha cabeça quando entro nas lojas de roupa: "Será que fica bem eu usar isto?", "Será que é adequado para mim?", "Não estou demasiado velha para vestir isto?", "Não sou demasiado nova para usar aquilo?", "Isto está na moda sequer?...", "O QUE ESTÁ NA MODA, SEQUER?"... 

    Por isso qual foi a minha decisão final, perguntam vocês? O que vou fazer daqui para a frente?... Olhem, não sei. Por isso, instalei o Pinterest no meu telemóvel, e vou-me agarrar a ele, com unhas e dentes, para me dar dicas de como me vestir apropriadamente, para a minha idade. Desejem-me sorte!! 

 

 

*Neste caso, é a crise dos 23

Porque gosto tanto de ter um blog

    Há dias estava a pensar, depois de ler os meus posts do blog e de ver os comentários que tenho tido... e reparei no quão sortuda me sinto por ter este cantinho na sapo, só para mim. Ao criar este blog eu nunca faria ideia da importância que ele me teria no futuro.

    Eu vejo-o não só como um espaço para partilhar as minhas opiniões e histórias de vida, mas também como um lugar de entreajuda e apoio entre os bloggers. E é tão bom ver isso. Ao ler os vossos comentários e pontos de vista, apercebo-me cada vez mais que somos todos como uma grande família de 'sapinhos', prontos para entrar em ação para ajudar uns aos outros. 

    E quero-vos agradecer, por isso mesmo, todo o apoio que tenho tido nos últimos posts. Um obrigada não chega para demonstrar a minha gratidão. A sapo tornou-se uma comunidade onde nos-é possível, pouco a pouco, conhecer uns aos outros, e entrar um bocadinho nos seus mundos. É como uma telenovela da vida real, mas com muito menos chatices do que um big brother.

    Eu vou no meu dia, e depois lembro-me "Tenho que espreitar para ver o que a fulana tal tem postado no blog! Como é que será que ela vai?", e depois penso "Ai, e não me posso esquecer de ir ler os destaques da sapo, que ainda não vi hoje!"... E assim passo o meu dia, a ler carradas de posts, a seguir novos blogs... Apesar de nem sempre comentar, eu sou como aquela mosquinha malandra que está sempre por lá a dar uma espreitadela... 

É muito triste.

    Eu evito ao máximo falar sobre coisas que me magoam no meu blog. Prefiro deixar este cantinho para algo que vos deixe mais positivos, e felizes, já que há tanta desgraça no mundo que nos deprime... Mas não pude deixar de fazer um último post sobre pedrógão, com uma notícia que me deixou muito, muito triste.

    Como sabem, tinha uma casa perto de Pedrógão Grande que ardeu, e eu a minha família íamos todas as férias para lá, chegando a fazer grandes amizades com os nossos vizinhos. Ontem soube que 2 familiares de um amigo meu faleceram, mais concretamente a sua avó, e irmã de 3 anos... E agora mesmo, fiquei a saber que um amigo nosso que estava desaparecido desde o incêndio foi encontrado morto hoje. Ele tinha 19 anos.

    E estas coisas deixam-me muito triste. Porque penso no quão novo ele era, de todas as coisas que ele ainda tinha para viver pela frente, de todas as vezes que nós tínhamos saído juntos. E lembro-me da última vez que estive com ele... e que nunca pensei que seria a última.

    Por outro lado, penso no meu amigo que perdeu duas das pessoas que ele mais ama na vida, e na dor que ele deve estar a sentir neste momento, que se deve assemelhar à pior coisa vivida por alguém: num dia, perder uma irmã e uma avó.

    A única coisa que posso fazer agora é rezar por ele, e por toda a gente que perdeu os seus entes queridos. Oferecer o meu apoio, e ajuda financeira. E pensar, como já dizia antes, na sortuda que sou, e no quanto devo valorizar o meu tempo e a minha vida, e ajudar sempre quem mais precisa.

"A nossa casa de Figueiró dos Vinhos ardeu."

    Estou de rastos. Não estava em casa quando a minha mãe me ligou: "A nossa casa de Figueiró dos Vinhos ardeu." O meu coração quase parou. A primeira coisa que me veio à cabeça foi: "Estava alguém na nossa casa?"

    A minha família tinha comprado, há uns 15 anos, uma casa no concelho de Pedrogão Grande para nós irmos passar as férias. Foi esse o nosso objetivo em primeiro lugar, mas ultimamente, por falta de tempo e disponibilidade para lá irmos, tínhamos alugado a casa a algumas famílias, para passarem lá as férias. Por SORTE, a última família tinha saído de lá há semanas, pelo que a casa tem estado desde então sem ninguém.

    Na altura que a minha mãe me ligou, só havia notícia de um bombeiro desaparecido, e alguns feridos, mas ainda não tinham conhecimento de mortes. Atualmente, sabe-se que iniciou-se numa área florestal por volta das 15h, causou, até agora, 57 vítimas mortais, 59 feridos graves, e 2 bombeiros desaparecidos. Sabe-se também que a falta de bombeiros é notória, e que o secretário de Estado da Administração já ativou o plano de emergência florestal.

    Estou em choque. Não há palavras que cheguem para explicar o que sinto neste momento. Sinto que esta é daquelas coisas eu leio, vejo nas notícias, que deprimo ao saber do acontecimento, mas que nunca acontece a nós. Que está sempre muito longe de nos acontecer. E sinto que desta vez esteve tão, mas tão perto. Há DIAS que a minha família fala em ir passar fins-de-semana lá à nossa casa, e mas nunca tinha surgido oportunidade de lá ir até agora. E agora isto...

    O pior é a quantidade de pessoas que sofreram com este incêndio: que não sobreviveram, que ficaram feridos, ou que viram os seus entes queridos a sofrerem... Só consigo pensar na sorte minha e da minha família, da família que esteve de férias na nossa casa, e de todas as famílias que conseguiram escapar a este azar. E isto não me sai da cabeça...

 

Ser-se destaque principal na SAPO

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    "Eu devo estar a ler isto mal." - É sempre aquilo que vai na minha cabeça cada vez que entro na sapo e vejo um post meu, em destaque! Mas estava longe de imaginar que ia ser destaque principal desta vez, até porque nunca o tinha sido. Vai fazer em Setembro 3 anos que a Carta existe, e eu não pudia estar mais orgulhosa do progresso que o blog tem feito até agora. Claro que ainda estou muito longe de uma Chic'Ana ou de uma Mariadaspalavras, mas nem eu queria de outra maneira. O blog evolui à medida que o autor evolui, e isso inevitavelmente acaba sempre por se refletir, mais tarde ou mais cedo. 

    Lamechiche à parte, quero só salientar a parte mais...digamos interessante, de ter um post em destaque principal. Como o post está mais acessível às pessoas, mais pessoas têm probabilidade o ler. E como mais pessoas o lêem, mais comentários surgem, especialmente em anónimo (os meus preferidos, para ser sincera).

    Ok, talvez não necessariamente os meus preferidos, mas certamente os mais engraçados. Eu imagino sempre os anónimos com aquelas máscaras brancas com o sorriso, bigode, e vestimentas pretas, estão a ver? São pessoas que (tendo blog ou não) têm sempre uma opinião pronta a dar, seja o assunto qual for. E pode-se encontrar de tudo: pessoas que concordam contigo e comentam de forma normal, pessoas que discordam de ti, e comentam de forma normal, ou pessoas que discordam de ti e comentam... de forma mais original. Seja a mandar 'bitaites' da forma como escrevemos o nosso post, seja a corrigirem-nos erros ortográficos, seja a comentar com uma série de palavrões e palavreado popular, que nunca vos deixa de fazer rir... Se forem ao meu post saberão exatamente do que eu estou a falar, e mesmo que não vão, tenho a certeza que vocês próprios já experienciaram um encontro mais "original" com um dos anónimos comentadores do vosso blog.  É deveras engraçado (e desafiante!). 

    Com tudo isto quero agradecer imenso às 3 mil alminhas que, por uma razão ou por outra, clicaram no título do meu post no dia 5 deste mês, e também às mil e tal visitas diárias, que tenho tido deste então. Um obrigado não chega para vos explicar o quão feliz eu estou. Mas por agora, vale a pena tentar, por tudo isto e muito mais um...Muito obrigada! 

"Situationship"

    Como leitora assídua das histórias do Snapchat, hoje na Cosmopolitan falavam das 'Situationship' como um novo trend das relações românticas (como se estas já não fossem complicadas só por si). Aparentemente, situationship é o nome que se dá às relações que se situam entre o "sexo casual" e o "numa relação". Traduzindo, é o pesadelo de qualquer um. Segundo o artigo, esta situationship é bastante frequente quando os casais estão a ver se 'funcionam' ou não juntos, se a coisa avança, ou não (apesar da coisa já estar bastante avançada), podendo ficar assim semanas, meses, e até anos!

    Não é simplesmente estarem-se a conhecer pela primeira vez... É já se terem conhecido imensas vezes, (a sua genitália também), e os amigos e família já terem sido apresentados, apenas não como namorado/a. Em suma, é como estar num relacionamento sempre à espera de alguma coisa, não se sabe é muito bem o quê. Provavelmente alguma coisa má, digo eu, para deixarem de estar juntos de uma vez.

    Não sei se já deu para perceber, mas eu acho isto uma das coisas mais ridículas que ouvi até hoje. E pelos vistos não sou a única a achar, pois pelo que dizia no artigo, pessoas que têm este tipo de relação sofrem grandes picos de ansiedade, tristeza frequente, medo de abandono, etc.. E quando acaba essa 'semi-relação', os resultados são bem piores do que numa relação real porque (cit. Cosmopolitan):  'Quem é que vai compreender o desgosto amoroso de alguém, que nunca teve numa relação em primeiro lugar?'

    Não sei se sou eu que estou a ficar velha, mas no meu tempo, as pessoas conheciam-se durante dias, meses, anos, o que fosse..., apaixonam-se, e se fossem correspondidos, que bom, estão numa relação. Se não, ficavam tristes, mas pelo menos já sabiam, e seguiam para outro!

    O que quero dizer com isto é o seguinte: Rapazes e raparigas deste país, não percam tempo das vossas vidas com pessoas que claramente não estão interessadas em vocês. Se estivessem, assumiam-vos a 100% como vossa namorada, ou namorado, e não vos fazia perder tempo, e investimento emocional (muito importante!).