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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Como festejar os anos em adulto?

    Para quem não sabe fica a saber: Agosto é o meu mês preferido! Para além de ser sinónimo de férias, praia, Verão e boa vida, Agosto é também o mês do meu aniversário.  Vou fazer 24 anos (que velha..), no dia 23, e por isso queria fazer alguma coisa para comemorar. 

    No entanto, ao navegar pela internet, apercebi-me de algo um pouco triste: há muito poucos artigos a falar de como festejar os anos em adulto. Desde quando é que só as crianças têm direito a fazer festas de anos? Quê, dos 18 para acima tornamo-nos aborrecidos? 

    Eu como gosto de pensar que não, dei-me ao trabalho de investigar (boas) ideias de sítios para fazer a nossa festa de anos, com o nosso grupo de amigos, e partilhar com vocês.

 

Restaurantes

Apesar de ser a opção mais cliché, a ideia de organizar um jantar num restaurante com toda a gente é sempre óptima! 

 

Piqueniques

 Este ano, para os meus anos, escolhi fazer um picnic com o meu grupo de amigos no campo, ao ar livre. Junta-se boa comida, jogos e muitas gargalhas! 

 

Parque de diversões

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Somos adultos mas não somos parvos, certo? 

 

Viagem  

Também podemos escolher fazer uma viagem no nosso aniversário, - e passar os anos a explorar um novo local... Quem diz que não a isto? 

 

Fazer um Workshop

Seja de fotografia, de dança, de maquilhagem, línguas... A variedade é muita por onde escolher, e é sempre uma oportunidade de passar o nosso dia de forma muito original.

 

Paintball 

Apesar de nunca ter feito, parece uma atividade super divertida para se fazer em grupo! 

 

Festa na Piscina

Se tiverem algum amigo com piscina (1º, dêem-me o seu número), ou conhecerem uma boa piscina municipal, é sempre uma óptima ideia juntarem os vossos convidados e fazer uma Pool party!

 

Ir ao Zoo 

Sejam mais novos ou mais velhos, eu não conheço ninguém que não aprecie uma boa visita ao Jardim Zoológico, por isso acrescentei também esta sugestão para o nosso dia de anos. 

 

Escape Room

 Vou ser sincera, as Escape Room assustam-me um bocado, - também devido ao meu medo de espaços fechados... - no entanto, acho super giro a ideia de passar umas horinhas com os nossos amigos a tentar resolver enigmas e puzzles misteriosos... Por isso se também forem adeptos, já sabem!

 

Passeio de Barco

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 Hoje em dia encontra-se facilmente, à venda, vouchers de passeios de barco e de cruzeiro: o Sapo Voucher, o Goodlife e a Lifecooler são alguns dos sites onde se pode encontrar.

 

    O que acharam destas sugestões? Onde, e como, costumam festejar o vosso aniversário? 

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#9DomingodeConsultório: Como lidar com os medos das crianças?

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    Boa tarde a todos os que por aqui passam, espero-vos bem!  Hoje venho falar de medos, e de como (tentar) ultrapassá-los em criança.

 

    A pergunta foi-nos feita pela nossa querida Rute, do blog "O meu maior sonho", que é hoje a nossa convidada: "Como lidar com crianças que tem vários tipos de pânico? Refiro-me a medos misturados com pânico, tipo pânico em estar em zonas com muita gente, barulhos etc. Obrigada"

 

    Cara Rute, visto me especificares um medo em concreto, é nele que me vou concentrar. O medo de estar em locais com grandes multidões tem vários denominações, sendo uma dos mais populares a Enoclofobia. A enoclofobia consiste neste medo irracional de multidões, que são consideradas muito barulhentas para o indivíduo. As causas podem muitas vezes ser genéticas, eventos de vida traumáticos ou stressantes, entre outros... e ocorre normalmente em pessoas tímidas.

    Os sintomas caracterizam-se por: uma ansiedade e mau-estar geral em zonas com muita gente (que pode provocar um ataque de pânico, no seu extremo), aceleração do ritmo cardíaco, suores frios, tremores, etc. E de acordo com a gravidade dos sintomas, e se os ataques de pânico forem demasiado frequentes, aconselho-te a marcar uma consulta de psicologia, para a criança ser avaliada e ver o tipo de acompanhamento que precisa.

    De qualquer modo, há várias coisas que os pais das crianças podem fazer para tentar diminuir este medo:

1) Falar com a criança sobre o seu medo. Não minimizar aquilo que sente, nem apressar para tentar ultrapassar a fobia é essencial. A criança precisa de se sentir à vontade para falar sobre o seu medo, de modo a sentir-se compreendida. Deve perguntar-lhe de que tem medo, porquê, e partilhar com ela os medos que também teve, em criança - de forma a ela sentir que empatiza com a sua dor.

2) Ensinar estratégias para ultrapassar o que sente. As crianças pequenas tendem a imitar os comportamentos dos adultos. Ao mostrar à criança que está confiante e segura em lugares com muita gente, está a dizer que nada de mal lhe acontece se ela fizer o mesmo, logo, está a dar o exemplo para ela. Para além disso, há também a técnica de dessesibilização sistemática: implica apresentar à criança o estímulo de que ela tem medo, segundo uma hierarquia do menor ansiogénico, para a maior. Neste caso seria, por exemplo, começar por expôr à criança algumas pessoas estranhas à sua volta (o menos ansiogénico para ela), e ir avançando gradualmente até grandes multidões (o maior ansiogénico). Em terapia, esta avaliação da hierarquia é feita, e identificada, pela própria criança. Ter um membro da família no momento de enfrentar o seu medo é também fundamental. A criança pode conversar com ela, dar-lhe a mão, e 'centrar-se' nela, para diminuir o surgimento de pensamentos negativos no momento de confronto com o medo.

3) Ensinar técnicas de respiração. A respiração profunda é uma delas, onde se diz à criança para imaginar que os seus pulmões são balões, e que ela deve deixar esvaziá-los lentamente. Este tipo de técnicas deve ser feito quando a criança está prestes a enfrentar o estímulo fóbico, durante o confronto, e depois. O ideal é, se a criança tem tendência a ser muito nervosa, fazer respiração profunda no seu dia-a-dia, uma ou duas vezes por dia é o recomendado.

 

O que acharam do Consultório de hoje? Já sabem que, para terem aqui a vossa questão respondida, só têm que: comentar este post com a vossa questão (em anónimo se não se quiserem expôr, ou com o vosso blog), comentar o post do meu instagram que irá sair sobre o Domingo de Consultório Aberto, OU mandar um e-mail para umacartaforadobaralho@hotmail.com (onde podem, mais uma vez, identificar-se ou não, conforme queiram ou não manter o anonimato). 

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Os super-bloggers!

 

    Sei que tenho andado um pouco ausente, mas entre viagens cá e lá, o tempo para estar à frente de um computador tem sido muito reduzido (olhem para mim, a vida de uma pessoa que está de férias é tão complicada... )

    No entanto, ontem à noite estava a pensar precisamente no blog e veio-me uma coisa à cabeça: "Oh meu deus! Eu sou como o Super-homem, eu tenho duas personalidades: A minha, e... a Carta!"

    Pensem comigo, os bloggers anónimos, - e agora refiro-me aos anónimos especificamente, - são todos uma espécie de agentes inflitrados na sociedade. De manhã fazem a sua vidinha, saiem com os seus amigos e namorado/a, passeiam o cão ou o gato... uma vida igual a tantas outras. Porém, à noite, ligam o computador, metem os seus disfarces e as suas capas, e tornam-se bloggers anónimos na internet! Prontos a salvar o mundo com as suas críticas opiniões, e pertinentes dicas. E nunca ninguém sabe a sua verdadeira identidade... não é um máximo?

    Podem já se ter cruzado comigo no supermercado um dia, ou podem ainda ser um colega meu de trabalho! Nunca irão saber pois estou "disfarçada".

    Claro que eu ao pensar nisto, veio-me à cabeça outro tipo de questões como: "Epa, se eu sou como um Clark Kent da vida real, qual é o meu poder de super-herói?" Provavelmente não tenho super velocidade (para escrever) como o Super-homem da DC, e tão pouco tenho visão raios-X (e consigo ver para além dos blogs). Mas talvez possa dizer que o meu super-poder seja... distrair (e possivelmente divertir) quem me lê, e educar um bocadinho acerca do que é a psicologia (e "desmistificar" o bicho-papão da doença mental). O que acham? Concordam?

    Para todos os bloggers - anónimos ou não -, qual acham ser o vosso super poder, enquanto blogger? Estou curiosa para saber o que pensam... 

 

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#8DomingodeConsultório: Como contar a alguém que sou gay?

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    Bom fim-de-semana a todos os que por aqui passam! Hoje é Domingo de Consultório aqui no blog, e hoje foi a vez do Rapaz Secreto sentar-se no nosso divã. 

 

Ele diz: "Gostava de saber a tua opinião sobre qual o melhor modo para se contar a alguém que se é homossexual ou bissexual. Estou certo de que haverá mais pessoas a quem poderá ajudar. Obrigado!"

 

    Para já gostava de agradecer a tua estreia aqui: muito obrigada pela participação! Agora, essa é uma daquelas perguntas que não tem uma resposta nada fácil. Antes de mais nada, aconselhava-te a ter uma clara noção das pessoas a quem é importante, para ti, assumires-te: serão os teus pais, melhores amigos, parentes próximos?; e imaginares o tipo de apoio que vais ter delas. No entanto, nunca te sintas pressionado a contar a alguém, de todo. A decisão é apenas tua, e se o escolheres fazer, fazes ao teu ritmo, e sem pressões.

    Não precisas de contar a toda a gente de uma vez, podes começar por contar a apenas uma pessoa. Aconselho-te a começar por contar a pessoas que tens maior confiança que vão dar-te apoio, assim ganhas mais segurança em ti mesmo, e crias mais rapidamente uma rede de suporte (podes até pedir a essa/s pessoa/s que esteja/estejam presente quando decidires contar aos outros).

    Quando, e se, te decidires assumir, sê o mais sincero e direto possível, contextualizando sempre o que sentes: "Tenho estado a pensar em dizer-vos algo que é muito importante para mim, e que gostava de partilhar convosco. Faço-o agora pois sinto-me mais confortável, e confiante no que sou...". Não o digas "de surpresa" nem à pressa, pois as pessoas podem não compreender, ou ficar confusas. Façam-no apenas quando tiverem tempo e privacidade com aquela pessoa.

    É importante haver uma grande preparação mental da tua parte em relação ao que as pessoas te possam dizer: têm em conta as suas crenças, religiões, idades (por serem de gerações diferentes), ponto de vista... e prepara-te para as suas eventuais reações. Nem sempre é fácil, e por isso há-que ter em conta todos estes factores antes de te assumires. Lembra-te que uma reação negativa no momento em que te assumes, não implica necessariamente uma reação negativa para sempre. Tem paciência, e dá tempo ao tempo. Cada pessoa tem o seu 'timing' para lidar com a notícia.

    Vê o lado positivo: ao assumirmo-nos junto dos outros originamos um sentimento muito libertador dentro de nós. Pois sentimos que podemos ser nós mesmos, na sua totalidade. Rodeia-te de pessoas que te apoiem, e orgulha-te de ti mesmo pelos progressos que fizeste. 

    E por hoje ficamos por aqui. O que acharam do tema do Consultório de hoje? Para a semana temos a nossa querida Rute no nosso divã! 

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Porque é que não fazemos reclamações?

    Já alguma vez foram atendidos por um médico que vos passasse um atestado de incompetência (e perguntasse coisas como "Não sabes ler, é?"), ou receberam uma multa da EMEL simplesmente porque sim? Eu já, e nunca fiz queixa nem reclamação. Mas devia! 

    E sei que não sou a única. À medida que vou desabafando com pessoas minhas conhecidas me apercebo que, cada vez mais, a maioria das pessoas com que eu falo nunca faz reclamações, quando são mal-atendidos. Não estando aqui a querer incentivar reclamações por "dá cá aquela palha", refiro-me antes a reclamações bem fundamentadas, quando o cliente sente-se injustiçado, mal tratado ou prejudicado por uma entidade, ou serviço.

    Eu sou adepta de darmos a nossa opinião quando somos bem e mal servidos, e por isso quero mudar a minha atitude pacifista (e do "bate-me, que eu gosto"), e passar a reclamar quando achar necessário. Pois só assim o serviço pode melhorar. Talvez não com uma reclamação, mas várias, fazem a diferença. Apenas ao expressar a nossa opinião podemos esperar que as coisas mudem, caso contrário o serviço vai permanecer igual.

    E porque gostava de passar esta mesma mensagem, decidi "desmistificar" algumas explicações populares de porquê que as pessoas não fazem reclamações:

 

"Ah, deixa lá. Não vale a pena"

Será que não vale mesmo a pena? Ao conformarmo-nos com um mau serviço, ou atendimento, não estamos nós a incentivar para que os trabalhadores continuem a fazer o mesmo? Continuem a ser mal-educados, incompetentes e a prejudicar os seus clientes?

 

"Não sei como fazer queixa"

Procurar a informação é fundamental. Seja nos balcões, ou online, não há desculpa para não saber como fazer reclamações.

 

"Dá muito trabalho"

Até pode dar, pois há entidades que gostam de complicar, mas será que não vale a pena o esforço? No caso da multa, por exemplo, podíamos pagar uma multa de 50€ que não tinha cabimento nenhum e "calar", mas seria justo para nós? Sentiriamo-nos bem connosco? 

 

"Não vai adiantar de nada"

 Não se sabe! Pode adiantar, ou não. Mas partir já do pressuposto que devemo-nos conformar com este tipo de injustiças, não é um tipo de mentalidade que eu queira ter. No futuro, não quero ensinar aos meus filhos que quem passa por cima dos outros é quem triunfa na vida. Ainda acredito na justiça.

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#7 DomingodeConsultório: Como lidar com uma relação à distância?

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    Bom Domingo a todos! Espero que estejam bem 

    Hoje temos o Nuno a colocar-nos a sua questão: "Como lidar e superar uma relação à distância? Como lidar com a distância, e com as ânsias de quando ela fala menos que o habitual? Sabendo que tenho um enorme medo de a perder, e sou assombrado sempre por medos interiores quando algo corre de forma menos boa..."

 

    Caro Nuno, manter uma relação muitas vezes pode tornar-se desafiante, especialmente quando se está longe um do outro. No entanto, houve algo que me chamou a atenção na tua pergunta: "sou assombrado sempre por medos interiores quando algo corre de forma menos boa".

    Esta frase deu-me a entender, mas corrige-me se estiver errada, que poderás ter algumas inseguranças. Se assim for, gostaria de te dizer que à distância, ou não, elas hão-de sempre interferir na vossa relação. Se sentes esse medo enorme quando ela fala menos contigo do que o habitual, ou quando há algum problema entre vocês, devias tentar perceber, primeiro, se consegues precisar de onde esses medos vêm: relacionamentos anteriores que correram menos bem?, falta de segurança em ti próprio?, baixa auto-estima? E trabalhar em tentar resolvê-los o melhor possível (aqui dou-te dicas para reforçar a auto-estima). Como diz o ditado: "Em primeiro lugar vou gostar de mim, para depois pensar em voltar a gostar de alguém..." 

 

    Em relação às dicas para lidar com uma relação à distância, dou-te estas:

1- A importância da comunicação: Não esquecer as típicas mensagens de "bom dia", ao envio de fotos e vídeos divertidos. Falar sobre o vosso dia, nem que seja as banalidades. Fazer a pessoa sentir-se amada e desejada. A par disso, deve-se ser o mais sincero possível com o nosso parceiro. Neste caso, se te sentes inseguro quando ela fala menos contigo, porque não partilhas isso com ela? Sê honesto e diz o que sentes, só assim também ela te poderá ajudar.

2- Haver esforço dos dois para aproveitarem o máximo de tempo possível. Conheçam os horários um do outro, para saberem quando o outro está disponível. Fazer videochamadas por Skype, jogar jogos online, e ver filmes/séries juntos também são excelentes ideias. E surpresas são sempre bem-vindas! Aparecer na zona de residência da tua namorada de surpresa, enviar-lhe cartões, flores... São coisas que estimulam a relação, e minimizam os vosso medos.

3- A compreensão: É muito importante colocar-nos no lugar do outro, em todas as situações. Se a pessoa não está a responder tão rápido como costuma não quer dizer obrigatoriamente que não esteja interessada em falar com o parceiro, pode estar ocupada, no trabalho, não ter saldo para responder, não estar junto ao telemóvel... Existem várias hipóteses para esse comportamento ter ocorrido.

4- Encarar com uma oportunidade de crescimento para os dois. Vejam isto como um teste à vossa relação, e sejam optimistas em relação ao futuro. Encarem a distância como um desafio que estão a ter que lidar neste momento, e que vão sair os dois mais fortes dele.

5- Fazer planos para o futuro. Planear o que vão fazer quando estiverem os dois juntos, seja um passeio, uma ida ao cinema, uma escapadinha... ajuda a passar o tempo, e fortalece a vossa relação. 

 O que acharam das dicas? Espero ter conseguido ajudar! Desejo muitas felicidades para os dois, e boa sorte 

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Atenção, atenção!!

    Meninos e meninas, senhores e senhoras! O Consultório da Carta ainda tem uma vaga para este Domingo, por isso estejam à vontade para deixarem as vossas questões a serem respondidas, nos comentários abaixo. Todos vocês são sempre bem-vindos ao meu consultório, sejam bloggers habituais aqui no divã, ou novos! O que interessa é ajudar 

    Para quem não sabe, o Domingo de Consultório é uma rubrica nova aqui no blog, onde respondo às vossas questões relacionadas com psicologia, doenças mentais ou outros assuntos; e dou-vos conselhos que precisem sobre algo na vossa vida (relacionados com a escola, trabalho, amigos, família, relações amorosas, etc.), segundo o meu ponto de vista enquanto psicóloga.

    Obrigada pela vossa atenção, e tenham uma óptima sexta-feira!  

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Dirty mind!

    Vou-vos contar uma coisa, mas não digam a ninguém: Há semanas em que salto de um para outro, e nem dá para aquecer o lugar! E o problema não é deles, é meu! Estou com um, mas depois vejo que o final daquilo não vai ser muito feliz ou que aquilo não é pró meu bico, e sigo logo para outro. Não consigo controlar. Não gosto muito de perder tempo, especialmente quando vejo que não foi feito para resultar comigo! Até sou capaz de ir dando umas voltinhas aqui e ali, mas depois quando deixar de achar piada aquilo, next

    As pessoas muitas vezes comentam "Já? Outro?? A última vez que te vi estavas com o..." e eu digo a verdade, que não resultou. Confesso que sou um bocado esquisita com os livros, mas o que hei-de fazer? Com a biblioteca mesmo aqui ao lado de casa, a variedade é muita por onde escolher!

 

    O que é que foi? O que é que vocês pensavam que eu estava a falar? You nasty... 

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Atualizando...

Nos episódios anteriores, na vida da Carta...

 

A minha orientadora abandonou-me para ir de férias, por isso tenho tido descanso da tese (até Agosto)!

 

Vi a 1ª temporada da série Quantico e A-D-O-R-E-I. Alguém por aí que também seja fã da série (e da Alex Parrish)? 

 

 

Acabei de ler o livro "Gente tóxica", do Bernardo Stamateas. O livro é de psicologia, e fala nos vários tipos de pessoas tóxicas que existem na nossa vida: os queixosos, os agressivos, os manipuladores, os invejosos... e como lidar com eles. Recomendo vivamente!

 

... E aprendei o jogo de cartas "Palace", e desde então tenho andado viciada a jogar com os meus amigos.

 

 

 E por aí, o que têm feito? Já estão a aproveitar as férias, ou ainda estão na labuta? 

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