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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

#31DomingodeConsultório: Como desligar do stress, nas férias?!

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    Só quando começamos a trabalhar é que começamos a dar mais valor aos dias que temos de férias, e em como podemos aproveitá-los o melhor possível.

    Contudo, nem sempre conseguimos aproveitar estes dias da melhor maneira porque temos ainda alguma dificuldade em "desligarmo-nos" do stress do trabalho (não sei se isso costuma acontecer convosco, mas comigo acontece de certeza... ) Por isso mesmo, no Domingo de Consultório de hoje resolvi dar-vos algumas dicas para vos ajudar a 'desligar a ficha' nas vossas férias, e tentar tirar o melhor partido delas possível:

  1. Resolver antecipadamente problemas pendentes. Tente resolver tudo o que diga respeito a problemas pendentes a nível profissional, pessoal, familiar..., que estejam a ser alvo de grande preocupação. É fundamental soluccionar questões que lhe estejam a tirar o sono, de modo a conseguir relaxar a 100% nas suas (merecidas) férias.
  2. Não colocar demasiada pressão no planear das férias. O objetivo é desacelarar o ritmo de trabalho, e ter o descanso merecido, por isso não se culpe se o planeamento das férias não tenha corrido como esperado. É fundamental para o nosso equilíbrio mental que hajam dias onde simplesmente fiquemos em casa a descansar, ler, ver televisão, etc. Não há mal nenhum em ter dias menos produtivos durante as férias, por isso deixe-se levar. 

  3. Sair da rotina! Apesar disso, é importante sair da rotina do dia-a-dia e introduzir o factor novidade. Seja este: viajar para um sítio novo, experimentar uma comida diferente, fazer uma atividade nova... Estas mudanças melhoram não só a nossa qualidade de vida e bem-estar, como ajudam a diminuir o stress e tensão acumulados do trabalho.
  4. Evitar atender telefonemas e responder a e-mails de trabalho. Neste caso, é preferível colocar o aviso de ausência no seu email, ou, no caso de telefonema, esperar que lhe enviem um SMS. Se não for algo urgente, e passível de esperar, dê uma resposta assim que regressar ao trabalho. Atender telefonemas e responder a e-mails do trabalho sistematicamente está associado, a longo prazo, a consequências como: alterações de humor, irritabilidade, dores de cabeça constantes, etc.

  5. Tente manter um bom ritmo de sono. Apesar de estarmos nas férias, é importante que tente deitar-se e acordar aproximadamente à mesma hora, todos os dias, para que o seu corpo se habitue que a cama serve para dormir, e não para estar às voltas nas suas preocupações. Para além disso, há vários exercícios de relaxamento que pode fazer antes de se ir deitar, de forma a descomprimir a energia negativa acumulada durante a altura do trabalho.

     

    E por hoje é tudo! Espero que tenham gostado deste Domingo de Consultório!

    O consultório agora volta a abrir em Setembro. Que temas gostariam que falasse nessa altura? 

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Desafio Fotográfico: #Quenuncanosfaltemsorrisos

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(Foto tirada do meu instagram)

 

    Já me seguem lá pelo instagram? Não? Então o que é que estão à espera? 

    Por aqueles lados estou a fazer um desafio fotográfico da minha querida Maria, onde todos os dias publico uma fotografia relacionada com um tema de algo que nos faz sorrir (o da foto acima teve como tema: Férias). E como estamos em pleno mês de Agosto, a altura típica do bom tempo (apesar de este ser relativo), dos geladinhos gostosos, das praias e das piscinas... só vejo muitos bons motivos para estarmos bem-dispostos!

    Para além disso, achei que esta era uma excelente oportunidade para não só ser mais activa pelo instagram, como também para fotografar mais (ou ser fotografada, em alguns casos... )

    Por esses lados, como estão a correr os vossos dias? Já estão (ou foram) de férias? 

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La Casa de Papel: A frustração (com spoilers!)

 

    Apesar de eu já ter acabado de ver a 3ª temporada há algum tempo, acho que só agora tive tempo suficiente para 'digerir' tudo aquilo que aconteceu...  Por isso, cá vai a minha review, em formato de síntese:

 

    Rio - O cromo: Então este tótó vai-me dizer: "Ah e tal se eu soubesse onde estava o Professor, acreditem que eu teria dito!" ?! Só por causa daquilo tudo que ele passou, que diz que foi 'uma tortura'? Ó meu amigo, tortura à séria é viveres em Portugal na altura da greve dos motoristas, isso é que é!! Só o tempo que vais estar na fila para encheres o teu carro na bomba de gasolina, ainda morres antes de chegar a tua vez... 

    Tokio - A criança: Acho que esta é daquelas personagens que se torna mais irritante com a idade. Cada vez que mexe uma palha, só faz porcaria... Deve estar a competir o lugar contra o Arturito. 

    Nairobi - A guerreira: O meu amor pela Nairobi cresceu muito nesta temporada... Eu só pensava: "Ora aí é que está uma mulher com os dito cujos no sítio, sim senhora!"  Nem te atrevas a morrer, rapariga! Precisamos da tua força!

    Professor - O cérebro: Eu continuo a fascinar-me pelo cérebrozinho fantástico deste homem... Contudo, não pude evitar reparar numa (das) grandes falhas dos seus planos. Então o homem que pensa em tudo, não se lembra de colocar um assaltante que fosse médico no assalto, para curar a gente toda que fosse preciso? Era um prejuízo que se poupava, pá!

    Lisboa - A apaixonada: Ora aí está uma grande homenagem à nossa cidade, e ao nosso país!  Esta 'Lisboa' foi a maior surpresa positiva que houve em toda a temporada, e a personagem que mais me deu taquicardia (na cena do será-que-ela-vai-morrer-ou-desbronca-se-toda...) Que MULHER!

 

    E pronto, estes foram os personagens que mais se destacaram, a meu ver, nesta temporada de LCDP.

    Por esse lado, já acabaram de ver a série? Se sim, o que acharam do final? 

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Não ter medo de mudar :)

 

    Pois é verdade, eu tenho andado (muito) desaparecida por estas bandas, e vou-vos explicar o porquê.

 

    Para quem não sabe, eu em meados de Junho despedi-me de um emprego muito tóxico - que me estava a prejudicar tanto a nível pessoal (a minha auto-estima estava arrasada) como profissional (pois não sentia que estava a exercer um bom trabalho enquanto psicóloga, por estar tão mal).

    Nessa altura sentia-se super insegura, e assustada, com o que o futuro me reservava. "E agora o que é que me vai acontecer daqui para a frente? A psicologia não é nada valorizada em Portugal, eu não vou encontrar um lugar para mim tão cedo." 

    Ora, deixem-me vos dizer uma coisa: estes pensamentos não ficaram muito tempo a ruminar na minha cabeça... Passado uns dias fui chamada para uma entrevista numa empresa! Algo que me deixou em êxtase, mas sempre de pé atrás; só pensava "Calma, não lances foguetes antes da festa, isto não significa nada..." ).

    No entanto, dias mais tarde, ligaram-me a dizer que tinha sido aceite! A minha procura por um novo emprego demorou muito menos tempo do que eu imaginava! Menos de 2 semanas, mais concretamente.

    E com isto quero-vos dizer o seguinte:

  • Não, não é NADA fácil encontrar emprego na minha área (Psicologia), tal como em muitas outras, infelizmente;
  • E sim, tive imensa sorte, mas também sinto que foi um conjunto de outros factores. Factores como: persistência (candidatava-me a ofertas todos os dias, enviava currículos espontâneos, alarguei a minha rede de contactos na minha área, etc.), a minha experiência na área, notas de faculdade, etc.

 

    Digo-vos isto para ficarem com esta mensagem para vocês: Não desistam de lutar por vocês, e pela vossa felicidade. 

    Sim, há muitos aspectos da nossa vida que podem estar sujeitos à 'sorte' ou ao 'destino' (do género: estar no sítio certo, à hora certa), mas também há muita coisa que depende de nós! Se nós não tivermos a iniciativa de mudar, se nós não tomarmos ações nesse sentido, não nos surgem este tipo de oportunidades.

    Eu agora estou a trabalhar num sítio onde me sinto muito mais feliz e realizada (para não falar que tenho um salário, e não recebo por recibos verdes, como no estágio anterior). E, se eu nunca tivesse dado este passo para mudar, eu nunca teria tido oportunidades como esta.

    Mesmo quando tudo parecer perdido (como foi o meu caso, quando senti que estava a 'desperdiçar' a minha primeira oportunidade de emprego que me tinha aparecido), há sempre aquela luzinha ao fundo do túnel. Por isso, se há algo na vossa vida que vos deixa infeliz, não percam o vosso tempo precioso nisso. Lá diz o ditado, e com razão:  "Quando se fecha uma porta, abre-se uma janela." 

 

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Hoje em dia já não nos divertimos tanto.

 

    Vou-vos contar uma coisa. Eu vivo a dois passos do centro comercial aqui da zona - mas dois passos de carro (a pé ainda é um esticãozito )

    E quando eu tinha os meus 15 anos, (há quase 10 anos portanto, Oh meu deus como estou velha...), eu e a minha prima quisémos ir até aquele centro comercial as duas sozinhas, a pé! Mas como não havia GPS, nem telemóveis topos de gama com gps incorporado, tivémos que ir até lá à maneira antiga: à descoberta!

    Fomos até uma zona alta da cidade, para vermos onde ficava o tal centro comercial, e depois fizémos aquele percurso todo - sempre em frente. Portanto, atravessámos estradas, postos de gasolina, terra batida, terrenos abandonados, sítios onde provavelmente não seria suposto passarmos... porque estávamos a ir literalmente sempre em frente, até chegarmos ao dito centro comercial.  Lembro-me de homenzinhos verem-nos atravessar por aqueles terrenos um bocado pr'ó manhosos, com um ar do género 'O que raio é que estas duas chicas-espertas estão aqui a fazer?!'.

    Se havia caminhos mais fáceis? Claro que havia! Caminhos feitos literalmente para pedestres, mais seguros e mais 'compostos'. Mas nós não sabíamos na altura. Não havia dados móveis, e com o Moovit ainda em construção, não tínhamos outra opção senão aventurarmo-nos, e descobrirmos uma maneira de lá ir ter sozinhas.

    Escusado será dizer que chegámos ao centro comercial cheias de terra batida nos sapatos, e arranhões nas pernas por causa das ortigas que tivémos de enfrentar pelo caminho... Mas foi, sem dúvida, um dia super divertido, e uma aventura gira que passei, que até hoje me lembro cada vez que entro naquele centro comercial.

    Se pudesse voltar atrás no tempo, não o faria de outra forma...

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A primeira vez que eu vi "O Rei Leão"

 

    Este fim-de-semana fui ver, pela primeira vez, o filme do Rei Leão ao cinema. E sim, leram bem, eu nunca tinha visto o Rei Leão... Simplesmente não calhou, e não era dos filmes que mais me chamava a atenção. Mas agora, tenho algumas coisas que gostava de partilhar com vocês.

    Em relação à história, a primeira coisa que me vem à cabeça é: o Scar realmente é um grandessísimo bitch, e com toda a certeza o pior vilão da Disney que conheço (quem é que mata o seu próprio irmão, e faz com que o sobrinho pense que a culpa é dele, em nome de ser rei?! ), e teve com certeza o final que mereceu. Já o Timon e o Pumba são os personagens que eu mais adoro, e que mais me fizeram rir com a sua vibe tão positiva, e descontraída. Gostei muito.

    Relativamente ao live-action, devo-vos confessar que achei muito estranho. Era algo que já me tinha passado pela cabeça, mesmo antes de ver o filme: "Como é que raio eles vão simular leões de verdade, a falarem e cantarem, sem parecer idiota?!"

    Eu gostei do filme, a sério que sim, e os animais eram super adoráveis, mas não posso evitar achar esquisito não ver aquela expressividade dos animais, característico dos filmes de animação da Disney (por exemplo, não ver o Simba chorar quando o Mufasa morreu; ter dificuldade em ler as expressões faciais dos animais, e até dificuldade em distinguir os próprios animais da mesma raça - como o Simba e a Nala, em crias). Sei que isso acontece porque o objetivo era fazer com que eles se parecessem o máximo possível a animais de verdade, mas para mim foi estranho na mesma. Também a parte musical ficou, algumas vezes, estranha de se ver, e acredito que na animação a mensagem fosse muito melhor passada.

    E esta foi a minha opinião sobre o novo filme "O Rei Leão", versão live-action. Alguém daqui já foi ver o filme ao cinema? Se sim, o que acharam?

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Eu valorizo muito as redes sociais, a sério que sim...

 

    ...Facilitam-nos a comunicação com os outros, aproximam-nos de amigos mais afastados, permitem-nos conhecer e partilhar experiências de vida, e blá blá blá.

    Mas por amor de Deus, párem de me dar spoilers da La Casa de Papel!

    Ontem à noite acabei por não conseguir ver nada pois cheguei à cama e caí para o lado, e hoje têm sido só fotos, vídeos e citações da terceira temporada da Casa de Papel! Não sejam egoístas, pensem que há pessoas que não conseguiram dar-se ao luxo de fazer maratona da série na noite anterior...(*chora* )

 

 

    Se não, vou pensar seriamente em abandonar as redes sociais nos próximos dias! (Suava mais a ameaça se alguém se importasse com isso, não é? )

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Sobre os festivais de Verão

    Eu não sou propriamente uma expert na matéria, mas digam-me se estiver enganada: Os festivais de Verão servem para atualizar o instagram com fotos novas no feed, ou também se costuma ouvir lá músicas de bandas e assim, nas horas vagas? 

 

    E acho imensa piada às fotos que vejo no instagram de pessoal a ir a festivais...Normalmente as fotos seguem sempre um determinado padrão, não fugindo muito dali.

    Elas só se enquadram numa das seguintes categorias:

a) A jovem encontra-se sozinha na foto, a pousar de uma forma sensual para a câmera;

b) A jovem está juntinha ao seu grupo de amigas, todas na risota, dando um ar que estão a viver o melhor momento das suas vidas;

c) Ou ainda, a jovem pode estar de costas para a fotografia, e a dar à mão ao (suposto) namorado que, não estando na fotografia, deduz-se que está a tirar a foto em questão - vocês sabem do que estou a falar...

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Tortura

    Uma boa pena para aplicar a criminosos não é mandar prendê-los numa cadeia, onde são atendidas as suas necessidades básicas de alimentação, higiene e moradia;

    ...Não é pagar alguns (relativo) euritos de multa;

    ...Não é fazer serviço comunitário durante determinado período de tempo.

 

Verdadeira tortura para qualquer criminoso sabem o que é?

    É ficar um dia inteiro numa loja de cidadão, para renovar o cartão! Isso sim, é uma pena como deve de ser! O resto é para meninos...

    Tirar uma senha às 9h e não se saber quando se vai ser atendido (apesar do mais provável ser às 5h da tarde), é o verdadeiro terror para qualquer um!

    E quando passa da nossa senha, e temos que voltar noutro dia? (Como me aconteceu a mim?) Que delícia...

 

 

 

    E agora vocês dizem-me: "Ó Carta, mas dá para agendares um dia para ires lá renovar o cartão de cidadão, não sabiaaaas?" Amigos, eu soube disso dois meses antes do meu cartão de cidadão caducar. E fui ao site deles para agendar e já só tinham vaga para Outubro deste ano (e o meu cartão caduca no final deste mês ) Por isso não, não tinha mesmo outra solução.

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Como fazer o luto de um bom livro

    Há tempos fiz um post a falar em como fazer o luto de uma série, mas ultimamente - e por culpa maioritariamente da Feira do Livro () - a minha obsessão tem sido mais com as leituras.

 

    Tenho lido tantos bons livros, que depois às tantas fico sem saber como lidar com o seu final  (first world problems)...

    Por isso hoje deixo-vos aqui a forma como eu tenho feito o luto dos meus queridos recém-chegados, e abro também discussão para me dizerem a forma como VOCÊS lidam com o final dos vossos livros.

 

1. Chorar pelo livro derram-acabado.

    O truque é deitar tudo cá para fora. Deixar todas as emoções negativas saírem é o primeiro passo para um luto bem-sucedido. 

 

2. Contar a toda a gente (amigos, familiares, entes queridos...) o final da história.

    Ninguém vai querer saber, mas pelo menos vão-se fingir interessados nos primeiros 5 minutos.

 

3. Comprar mais livros do(s) mesmo(s) autor(es)

    Há melhor forma de ultrapassar uma grande paixão assolapada, do que com uma nova? (Estamos a falar de livros, não se percam!...)

    Comprem o maior número de livros que encontrarem, dos vossos autores favoritos. Aproveitem agora que a Bertrand e a Wook estão com grandes descontos!

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