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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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#16BookReview: A Rapariga do Antes

 

Sinopse:

    «Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»
    O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.
    EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…
    JANE: Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz.
    Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes. 

 

Opinião:

    Gostei muito do suspense psicológico deste livro. Houve até alturas em que me deixou sem sono só a pensar o que é que poderia acontecer a seguir!  Na minha opinião, tem um bom plot-twist, mas depois tem outro mais fraquito (que não consideraria sequer plot-twist). Do ponto de vista psicológico o livro é muito interessante porque explora as obsessões, e as várias formas delas se manifestar.

    No entanto, acho que há coisas que podia melhorar. Considero que algumas das personagens são pouco credíveis, com diálogos e atitudes que nem sempre foram coerentes (Por exemplo, na história a Emma recusava-se a ter relações sexuais com o seu namorado por estar ainda traumatizada por ter sido violada, mas depois aceitou prontamente ter relações quando foi abordada por Edward, que era ainda um desconhecido para ela...). Além disso, também achei que houve alguns bocados da história que no final acabaram por não ser muito bem explicados (Como quem é que andava a fazer as ameaças à Emma, como ficou o caso do Deon Nelson, etc.).

    De modo geral, "A Rapariga do Antes" é um bom thriller psicológico com uma história cativante, e uma boa moral (a que eu interpretei foi: "Não devemos procurar a perfeição, mas sim a nossa felicidade", e o final da Jane é prova disso mesmo). Por isso recomendo bastante a quem gosta de livros dentro do mesmo género. 

    Alguém por aí conhece este livro, e/ou o autor? 

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Sobre o meu despedimento, aprendi que...

  • Sou mais forte (e assertiva) do que imaginava. Aprendi que quando digo "não" é mesmo "não", e não "nim".
  • Recebi muito mais apoio do que estava a contar. E quero desde já agradecer a todos aqueles que deixaram um miminho no meu último post. Saibam que aprecio muito toda a força que me deram, e que estão todos no meu 
  • Os meus patrões insistiram muito mais para eu ficar, do que eu pensava. Tentaram, inclusivamente, fazer-me outras propostas para que eu continuasse na empresa (no entanto continuava sem receber pelas horas extra, e a ter que estar em contacto com eles, que como disse são pessoas muito críticas e manipuladoras), e eu obviamente recusei.

 

...E acima de tudo aprendi que sou capaz de mudar, e crescer com isso. Nunca duvidem das vossas capacidades. São mais fortes do que acreditam! 

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Despedi-me e sinto-me melhor que nunca!

 

    Vou ser sincera convosco. A razão porque não tenho vindo ao blog não se prende unicamente pela minha falta de tempo (devido ao estágio), mas principalmente pela minha falta de disponibilidade emocional.

    Psicologicamente sinto-me esgotada, é como se o meu cérebro tivesse andado metido naquelas lutas de boxe ilegais, e tivesse apanhado um excerto de porrada...

    Como vos falei, comecei há pouco tempo a trabalhar na minha área, e apesar de estar muito feliz pela oportunidade que tive, estava também muito infeliz com aquilo que estava a fazer. Todos os dias eram-me impostas não só tarefas que não eram de todo da minha área, que exigiam um stress e desgaste muito grande, como o ambiente laboral era péssimo. Portanto, para além de fazer trabalhos de borla e horas extraordinárias, os donos desta empresa estavam constantemente a pôr em causa o meu trabalho enquanto psicóloga, criticarem-me em todas as oportunidades que tinham, e desvalorizarem tudo aquilo que eu fazia (que era demasiado) por aquela empresa.

   Resultado? Aguentei vários meses, tomando calmantes e passando noites sem dormir. Pensava "É tão difícil arranjar trabalho na minha área, tu aguentas mais um pouco, tu fazes os esforços pelos pacientes que tens..." Mas atingi o meu limite.

    Soube disso quando um paciente, em consulta, me falava dos stresses do seu trabalho e das pressões que lhe eram impostas, e eu tive que fazer um esforço enorme para não desatar a chorar. Eu não podia estar a dar conselhos a uma pessoa ansiosa, se eu vivia constantemente com crises de ansiedade. E não consigo ajudar uma pessoa com depressão, se todas as noites só me apetecia chorar...

    Cheguei ao meu limite. Se eu não estou bem comigo mesma, não estou bem para ajudar ninguém. E, precisamente por isso, despedi-me do meu primeiro emprego. E foi a melhor decisão que tomei. Se me sinto 100% curada? Claro que não, ainda é tudo muito recente. Mas hoje dei o primeiro passo para começar a melhorar, e a minha saúde mental agradece. 

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Quando nos esquecemos que somos humanos...

 

 

    Chamem-me ingénua (ou parvinha ), mas eu costumava acreditar que todos nós por baixo das nossas "capas" de defesa, éramos pessoas boas, simplesmente nos esquecíamos disso, às vezes. Coisas como: os stresses do trabalho, a obsessão pelo dinheiro, os relacionamentos tóxicos que tínhamos, a nossa herança genética, e outros factores ambientais faziam-nos esquecer que todos nós somos, acima de tudo, seres humanos.

    Agora já deixei de acreditar. Acredito que há pessoas que não têm em si nenhum tipo de humanidade, e que vêem nos outros apenas um meio para atingir os seus próprios interesses, e nada mais do que isso. Pessoas que vivem numa rivalidade constante, numa luta e competição para serem os melhores dos melhores, pela ambição desenfreada de estarem sempre bem e felizes à custa dos outros... e isso entristece-me imenso.

    Entristece-me porque a vida já é tão desafiante, cheia de altos e baixos completamente imprevisíveis, e nós ainda a tornamos mais difícil. Em vez de nos unirmos, e nos apoiarmos uns aos outros, não! "Descarregamos" toda a energia negativa e tóxica naqueles mais próximos, invejamos a felicidade alheia, pensamos puro e simplesmente no nosso bem-estar, e esquecemo-nos totalmente daqueles que estão à nossa volta...

    Enquanto psicóloga, isto faz-me perder um pouco a esperança na minha intervenção clínica, pois se o meu propósito enquanto profissional de saúde é trazer o melhor ao de cima da pessoa que está à minha frente (a todos os níveis: de saúde, pessoal, relacional, profissional...), e se há pessoas que simplesmente não querem ser ajudadas nesse sentido, então qual é o meu papel?!

 

    Eu continuo a achar que as pessoas mais saudáveis são aquelas que reconhecem quando alguma coisa não está bem com elas, e que pedem ajuda para se tornarem pessoas melhores. Afinal, somos todos seres humanos! 

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#15Review: Solum (com spoilers!)

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    Este fim-de-semana tive a oportunidade de ir ver o "Solum" ao cinema, um filme português realizado pelo Diogo Morgado.

    Eu tinha muita curiosidade em ver este filme porque depois de ver o trailer, pareceu-me por um lado muito semelhante aos "Hunger Games", e por outro, tinha algo de 'je ne sais quois' que me intrigava.

 

    Por isso, e sem mais demoras, vou-vos falar das mais valias deste filme:

  1. Foi gravado em Portugal, e mostra as paisagens mais bonitas da ilha dos Açores, o que me faz sentir um orgulho enorme pelo nosso país;
  2. É um filme português diferente dos outros. O que não gosto nos filmes portuguêses é que são todos iguais: ou aquelas comédias sem graça, ou filmes de sexo e violência à mistura. Este destaca-se pela sua originalidade e por ser outside the box;
  3. A moral do filme. A ideia de que a humanidade está a destruir o planeta, por causa do aquecimento global, poluição e guerras, é muito boa e faz-nos refletir sobre o que todos nós temos estado aqui a fazer.

 

    Agora, os pontos negativos (e as principais razões porque a maioria das pessoas detestou este filme):

  • História muito confusa, e houve muitos momentos em que tive dificuldade em acompanhar o que se estava a passar. Também fiquei com muitas questões por esclarecer: O que levou estas pessoas a participar neste jogo? Quais foram os seus motivos? Qual o prémio final deste jogo? Era suposto acreditarmos que o jogo era real, ou virtual? Enfim, muita coisa mal explicada.
  • Os efeitos especiais do filme eram muito maus, o que acabou por me estragar um pouco a minha experiência cinematográfica...
  • E as músicas estavam desnecessariamente altas, e dramáticas, para as cenas do filme.

 

    Por isso, se tivesse que classificar este filme de 0-10, daria provavelmente um 5,5. Porque teve tantas coisas boas como más, mas dou-lhe um bónus pelo plot-twist do final. 

    Algum de vocês já foi ver o "Solum" ao cinema? Se sim, o que acharam?

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A propósito do passe único

 

    Não sei se já leram este post nos destaques da sapo, que fala acerca das consequências que o passe único teve para nós; mas para mim, ao ler aquilo, foi como se toda a minha onda de indignação viesse ao de cima.

 

    Eu sinto o mesmo, mas não é só em relação à TST! É autocarro, metro, comboio, elétrico, barco... Só não digo avião, porque ainda não chegou lá, mas esperem para ver. 

    Ainda me lembro do tempo em que tinha lugar sentada no metro... E das alturas em que tinha espaço para respirar no comboio, em hora de ponta... Eu sou da altura em que os autocarros parávam em todas as paragens porque toda a gente tinha lugar para entrar (ainda que em pé...)

 

    E podem-me dizer "Ah e tal, estás-te a queixar de barriga cheia, agora tens acesso a tudo e mais alguma coisa".

É verdade! Tal como dizia a Não sejas engraçadinha, agora temos muito mais opções de escolha. Mas, se a minha opção de escolha é ou "vou sardinha em lata no comboio" ou "vou sardinha em lata no metro", se calhar a minha escolha vai ser nenhuma.

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A realidade do meu estágio

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  Ontem li no Reddit uma notícia com o seguinte título"Descobri que o Aldi na Alemanha tem estágios pagos de 3 anos para finalistas do secundário", e imediatamente comecei a pensar no estágio que eu estou a fazer neste momento, e nas suas condições.

    No meu caso, e visto estar na área da Psicologia Clínica tive que fazer: Licenciatura (durante 3 anos), Mestrado (durante 2 anos), um estágio curricular de três meses, e agora tenho por favor o estágio profissional (de 1 ano), e o curso de formação da Ordem de 90h. Só quando toda esta panóplia de etapas estiverem completas, é que posso oficialmente assumir-me como Psicóloga Clínica.

    Tirando a perda de tempo claramente desnecessária que é preciso para a minha profissão, ela tem também outro grande desafio pela frente, tendo ele como nome: Ordem dos Psicólogos. Uma Ordem que em vez de nos apoiar e ajudar durante o nosso percurso profissional, apenas nos atrapalha e muitas vezes prejudica a nossa entrada no mercado de trabalho!

    Vou-vos falar do meu caso - mas como eu há tantos iguais...

    Eu estou a estagiar numa empresa onde recebo uma ninharia, pago à empresa (pelo espaço que me prestaram para dar as consultas), pago à minha orientadora (pela supervisão, e não é pouco), pago à Ordem dos Psicólogos (pela incrição + registo + seguro + mensalidades), e dou ainda ao Estado uma parte das minhas consultas, visto estar a receber por recibos verdes.

    Por isso agora conseguem imaginar um pouco a minha revolta quando leio notícias como as de cima, em que sinto que realmente o meu país só pode me querer ver daqui para fora. Como é que é possível que estejamos a viver nestas condições? Como é que isto é aceitável acontecer, numa sociedade como esta? E mais importante, como é que é possível mantermos os mais jovens motivados para a escola, para o seu futuro, quando tudo há sua volta está a dizer-lhes para saírem do seu país...?

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20 factos sobre mim

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    Há tempos fui taggada pela Sara para este desafio no instagram, mas para quem não anda por aquelas bandas, eu resolvi colocá-lo também aqui no blog (e para quem viu o desafio lá, eu alterei alguns factos para ser mais interessante hehe )

 

1 - Sou blogger anónima, e não pretendo revelar a minha identidade tão cedo.

 

2 - Sou psicóloga clínica, e adoro a minha profissão. No entanto, quando era pequena gostava de ser professora (a minha mãe é professora e eu ia muitas vezes fazer-lhe companhia nas suas aulas, quando era miúda, e afeiçoei-me àquilo).

 

3 - Sou LOUCA por gatos.  Por causa disso recentemente inscrevi-me num site para tomar conta de gatinhos de outras pessoas...

 

4 - Num dos primeiros encontros com o gajinho, para além do desastre que já vos contei, nós também chegámos a ficar presos na faculdade onde eu andava, e o meu pai teve que nos ajudar a saltar das grades para sair de lá! (Escusado será dizer que no dia seguinte, por causa das filmagens das câmeras de vigilância da faculdade, virei chacota da turma )

 

5 - Sou doida por chocolate, e como todos os dias. Seja em m&m's, bolos, gelados, etc.

 

6 - Tenho uma irmã de 18 anos que é tudo para mim 

 

7 - Adoro viajar, mas tenho um medo de morte de andar de avião...

 

8 - Em pequena, tive 5 anos de aulas de piano. Os meus pais sempre me disseram que tinha "mãos de pianista" (porque são muito magras e os meus dedos super estreitos), e então quiseram que eu andasse. No entanto, eu acabei por gostar muito das aulas, e lembro-me de adorar a minha professora.

 

9 - Já fui chamada duas vezes para ser figurante em novelas da televisão, no entanto ambas as minhas personagens acabaram por ser excluídas dos episódios... Nem doeu... #renegada 

 

10 - ADORO ler, e sempre que posso tenho um livro comigo.

 

11 - Prefiro ver filmes no cinema do que em casa (em casa é para ver séries!)

 

12 - O meu género favorito de filmes/séries é crime, mistério e thrillers psicológicos (como é óbvio ).

 

13 - O meu sonho é escrever um livro. Ainda não sei exatamente sobre o quê, mas adorava um dia poder olhar para uma livraria e ver um livro feito por mim 

 

14 - Na vida real sou extremamente tímida, e falar em público mete-me num ataque de nervos. Por isso muitas vezes recorro aos meus melhores amigos calmantes.

 

15 - Sou muito perfeccionista comigo e com os outros, o que pode se tornar um pouco cansativo por vezes...

 

16 - Uma vez, ainda em pequena, os meus pais perguntaram-me o que eu queria receber nos anos e eu disse que queria ir à lua. Foi estranho dizer isto, tendo em conta que já passo lá a vida... 

 

17 - Adoro ver vídeos de youtubers, especialmente americanos. E tenho uma crush pela Colleen Ballinger (mais conhecida por Miranda Sings - quando ela vier cá eu morro, ok? )

 

18 - Ando na natação livre, que desde já recomendo vivamente a toda a gente. Faz-nos bem não só fisica, como psicologicamente (e no meu caso ajudou-me muito a aliviar os meus sintomas de ansiedade )

 

19 - Sou do signo Virgem, ascendente em escorpião e lua em Peixes. Agora façam com essa informação o que vossemecês quiserem. 

 

20 - Adoro maquilhagem, e gosto especialmente de me maquilhar e de inventar novas pinturas no Halloween e Carnaval. 

 

    Apesar do objetivo disto não ser criar uma tag (até porque tenho sempre medo que ninguém acabe por responder... *cof cof*), desafio quem quiser para fazer também um post com 20 factos sobre si. Aquelas pessoas que fizerem taggem-me, pois também estou curiosa para saber um pouco mais sobre vocês  Um resto de uma boa semana!

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A Uber Eats estraga a experiência de comer fora?!

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    Há dias estava a comer fora com o gajinho, num McDonald's por sinal, e começámos a reparar na quantidade de pessoas da Uber Eats que chegavam para vir buscar encomendas de pedidos.

    E nisto, o gajinho começa num desabafo sobre o quão desagradável é ver um restaurante ser invadido por pessoal de mochilas verdes às costas, a ocupar muito espaço e muitas vezes a aumentar o tempo de espera de atendimento.

    Contou-me, por exemplo, que por causa da Uber Eats, no dia do Pai a fila para entrar naquele McDonald's dava a volta ao estabelecimento. "Isto para não falar das várias vezes em que fomos comer fora a outros restaurantes e que, como havia imensas pessoas da Uber Eats para atender, tivémos o dobro do tempo à espera para sermos atendidos", dizia-me ele. E tinha razão, aquilo realmente acontecera. Houve um restaurante em que tivémos quase 40 minutos para sermos atendidos.

    É claro que o problema não está nas pessoas que trabalham na Uber Eats - que estão apenas a fazer o seu trabalho -, nem nas pessoas que fazem os pedidos; mas talvez fosse melhor se os restaurantes começassem a organizar-se de maneira mais eficiente, e a arranjar formas de dar resposta a tanto pessoal (contratar mais empregados, dividir o espaço entre atendimento ao público e pedidos "take away"...)

    O que acham sobre isto? Partilham da mesma opinião?

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