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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Socorro!

 

    Por detrás desta confiante aparência (questionável), esconde-se um ser EXTREMAMENTE adverso ao contacto social. Quero dizer, amanhã vou ter um lanche com os colegas do novo trabalho e estou literalmente a panicar, antecipando esse momento na minha cabeça (vezes, e vezes seguidas).

    Com a minha família, grupo de amigos e pessoas conhecidas, contem comigo. Falo que me desunho, estou 100% à vontade, o problema é mesmo para me calar. Agora, com pessoas que 'acabei' de conhecer, e tenho pouco ou nada em comum, é um tormento para mim.

    Porque será que me sinto tão desconfortável?... Enquanto pensamos nisso, algum voluntário que queira ir no meu lugar? Please...

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Os 'reis' lá de casa

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    Acabei de ouvir um pai a dizer assim "O problema é que o meu filho não quer fazer os trabalhos, e quando ele não quer, não faz, não vale a pena dizer nada. E depois também não estuda para os testes. Eu acho que é preguiça, ou um défice de atenção. Porque ele saber fazer as coisas sabe, não é burro,, mas não quer." E prosseguia dizendo que o filho ultimamente não tem querido ir à escola porque não lhe apetece, está cansado das aulas, e por isso não vai. O filho em questão tinha 13 anos.

    Eu por momento pensei que de um momento para o outro a sociedade tinha invertido a ordem hierárquica das coisas... Só me perguntava 'Desde quando os filhos mandam nos pais? Será que sempre foi assim?'. Já não é a primeira vez que oiço, inclusivamente em consultas psicológicas, pais a queixarem-se que os filhos (coitados), não têm boas notas porque não querem estudar, e que desconfiam "de um possível défice cognitivo" qualquer. E eu não consigo deixar de pensar: Ó pessoal, já experimentaram ordenar os vossos filhos para se empenharem na escola? Para fazerem os trabalhos? 

    Não estou a falar de casos de miúdos que se vê claramente que se esforçam e não conseguem, esses ainda têm exceção. Agora miúdos que não têm boas notas, ou que são rebeldes, ou que respondem mal aos professores nas aulas, etc etc, porque não são bem-educados é outra coisa.

    Eu acho que os pais devem ter medo de mandar nos filhos, e acabam por se esquecer de educá-los. Seja o motivo: a sua ausência em casa, o facto de se sentirem culpados de alguma coisa, o medo de os magoar...o que seja. A criança precisa de conhecer as suas regras, e os seus limites. Precisa de saber que há consequências negativas para determinados comportamentos que tenha, e recompensas positivas para outros.

    Não digo que seja necessário partir para a violência com tudo o que é criança, porque não sou apologista disso, e acho que se deve primeiro tentar resolver as coisas com palavras. Mas, se há crianças que não vão com palavras, vão com berros, ou com outra coisa qualquer. Não nos podemos livrar da responsabilidade de educar uma criança. NÃO DIGO QUE SEJA FÁCIL! Porque não é (com o nascimento da minha irmã, vi o que é criar mais um 'puto' em casa). Mas é possível.

    Acho preferível do que estar a criar um jovem que: não sabe o que são regras, não sabe quem são os seus superiores, e vai muito possivelmente ter um futuro muito menos feliz.

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#PrayforManchester

    Quando pensávamos que já tinhamos visto tudo, surge outro ataque bombista, desta vez na Inglaterra... Estou de rastos. No blog costumo evitar falar sobre assuntos que me metem mais deprimida, até porque prefiro espalhar positividade do que pessimismo e tristeza, mas é impossível não vir comentar a mais recente explosão em Manchester.

    É impossível ficar indiferente quando se houve falar que crianças, jovens, e adultos, morreram no ataque, e outros que ficaram gravemente feridos. É impossível não comentar que estamos a ficar perante um mundo cada vez mais perigoso, cada vez mais semeado pelo medo das pessoas. E não é para menos, com a quantidade de desgraças que se ouve todos os dias. Eu costumo ser das pessoas que diz 'É natural termos medo, porque é impossível ficarmos indiferentes a tudo aquilo que ouvimos nas notícias, mas não é bom deixarmos de fazer a nossa vida por causa desse medo. Temos de seguir a nossa vida em frente.' E temos. Continuo a concordar com isso. Mas também, por outro lado, começo cada vez mais a pensar duas vezes antes de "me atirar de cabeça" para qualquer coisa.

    Não vou deixar de viajar por isso, de sair, de me divertir, até porque nunca sabemos o nosso dia de amanhã, de qualquer forma. Há sempre coisas que não conseguimos controlar, que nos escapam. Contudo, vou pensar duas vezes antes de ir para um sítio com grandes multidões, por exemplo. Vou pensar duas vezes antes de ir para algum lado que seja considerado uma zona de alto risco, ou que, por algum motivo, acham que há grande probabilidade de haver um ataque.

    Mas é como digo, nós não conseguimos controlar tudo, e inevitavelmente as coisas fogem-nos das mãos. Por isso, eu pessoalmente, vou tentar aproveitar ao máximo enquanto cá estou, levar da vida as melhores coisas que considero levar... E o resto, logo se vê. Em relação aos amigos e familiares das vítimas de Manchester, as minhas sinceras condolências, e apoio para todos eles.

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Outra, não!!!

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    Depois da moda das calças a cair, com o rabo ao léu, os rapazes agora chegaram com a moda dos rompers! Devem ter ficado com inveja das meninas, só pode. Mas será que isto vai de mal a pior?!

    O mais chato é que esta moda pega-se rápido, porque ainda hoje vi um rapaz com isto na rua. (e eu se é assim, só rezo então para que ele não passe na rua do 'gajinho'...)

    Eu cada vez que vejo estes "male rompers" só me lembro de pijamas. E se os homens estão permitidos de levar pijamas para a rua sem ninguém lhes dizer nada, então deixem-me ir para rua com uns pijama onesie tigresa. Ah pois, não deixam!... Primeiro, porque não tenho onesies tigresas, e depois, porque há coisas que só é suposto usar em casa, e nunca fora dela...

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Uma carta (fora dos) invejosos

 

    Não sei o que se passa, mas ultimamente tenho estado perante dois tipos de pessoas: aqueles que gostam do Salvador Sobral, e o apoiam, e aqueles que NÃO PODEM com ele. (Raros como é óbvio, mas existem.)

    E não estou a falar daqueles que dizem "Sim, fiquei contente por termos ganho, mas não aprecio muito a música dele." Ok, esses compreendo, porque pronto, gostos não se discutem. Eu só não compreendo aqueles que dizem assim: "Ai, eu detesto o Salvador Sobral, não entendo o que as pessoas vêm nele! O único motivo que o levou a ganhar foi porque ele tem uma bateria atrás (devido aos problemas no coração)" Sim, eu ouvi isto há pouco tempo!

    A vocês vos digo isto: Vocês têm uma coisa muito feia, que se chama Inveja. É assim que eu vejo alguém que, sem motivo aparente, fale constantemente mal de uma pessoa bem sucedida/realizada/feliz, o que for... E neste caso, há muita gente com inveja do Salvador Sobral. Talvez porque tenha feito algo histórico em Portugal, porque tenha sido o único que conseguiu levar o prémio final, ou porque tem um porradão de um aparelho vocal, seja qual for o motivo...

    Por isso, pessoal que fala mal do Salvador (ou do que quer que seja) apenas porque sim, bora lá substituir esses sentimentos rancorosos e primitivos por algo mais positivo e amoroso. Bora ganhar não só o festival da Eurovisão, mas também um espírito de união e alegria! Eu sei que somos capazes. :)

Obrigada pela atençã,

A Carta!

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Viajar sozinha para fora do país?!

 

    No fim-de-semana que passou uma das minhas melhores amigas foi viajar para a Itália sozinha, fazer voluntariado.

    Quando soube da novidade, não podia ter ficado mais orgulhosa por ela, não só está a fazer uma coisa que adora, como está a usufruir novas experiências na sua vida (e quem me conhece bem sabe o quão eu adoro qualquer tipo de experiência). Mas depois parei para pensar: Eu era incapaz de fazer aquilo que ela está a fazer. Por um único motivo, mas decisivo. Sou demasiado (in)dependente para me arriscar para ir para um país sozinha, durante 3 meses, sem conhecer ninguém. 

    Não quer isto dizer que não goste de estar sozinha, do meu espaço, de tempo a tempo... Mas sinto-me demasiado necessitada de interação daquelas pessas que eu já conheço, da minha família, dos meus amigos, do meu namorado... Principalmente durante 3 meses! E eu costumo ser assim com tudo. Quando me apego a algo, depois custa-me muito a sair à procura de 'algo novo'. O mais contraditório é que eu adoro sair, viajar, e até conhecer pessoas novas! Mas simplesmente gosto de fazer isso rodeada de alguém familiar (em grande parte porque também fui educada a ser assim).

    Por esse mesmo invejo muito a Sara, a minha amiga que embarcou nesta aventura sozinha. Porque acho que está a ter uma oportunidade única, e que independentemente de tudo correr muito bem, ou menos bem, vai de certeza ficar para a história (e vai trazer amigos, ou conhecidos, e histórias para contar de certeza!). E vocês, eram capazes de viajar sozinhos para fora do país? 

 

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SMS's entre mim, e o meu namorado (naquela altura do mês)

    As passagens que se seguem são da inteira responsabilidade da cartaforadobaralho. São transcrições literais, palavra a palavra, do que acontece quando a carta está na sua altura do mês. Enjoy!

 

 

No primeiro dia:

carta sem.png

Passado 1 dia:

carta com.png

 

Eu juro que as hormonas dão cabo de mim. 

 

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Sou uma basic white girl?!

    O 'Despacito' tem sido a minha jam recentemente. Ando viciada em redes sociais (menos o facebook, mas quem é que ainda usa o facebook?!). Os meus ténis são iguais aos de outras 3 mil raparigas. Páro em tudo o que é loja de maquilhagem (tipo bêbado à coca de tabernas). Gosto de usar uma coroa de flores quando vou a festivais. Na última semana, tirei selfies numa wc (to be fair, foi o wc do Teatro de S. Luiz, que é lindíssimo de morrer, por isso tenho desculpa).

    Help. Isto é o pesadelo para alguém que se auto-denomina "Uma carta fora do baralho" 

 

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Ser-se destaque principal na SAPO

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    "Eu devo estar a ler isto mal." - É sempre aquilo que vai na minha cabeça cada vez que entro na sapo e vejo um post meu, em destaque! Mas estava longe de imaginar que ia ser destaque principal desta vez, até porque nunca o tinha sido. Vai fazer em Setembro 3 anos que a Carta existe, e eu não pudia estar mais orgulhosa do progresso que o blog tem feito até agora. Claro que ainda estou muito longe de uma Chic'Ana ou de uma Mariadaspalavras, mas nem eu queria de outra maneira. O blog evolui à medida que o autor evolui, e isso inevitavelmente acaba sempre por se refletir, mais tarde ou mais cedo. 

    Lamechiche à parte, quero só salientar a parte mais...digamos interessante, de ter um post em destaque principal. Como o post está mais acessível às pessoas, mais pessoas têm probabilidade o ler. E como mais pessoas o lêem, mais comentários surgem, especialmente em anónimo (os meus preferidos, para ser sincera).

    Ok, talvez não necessariamente os meus preferidos, mas certamente os mais engraçados. Eu imagino sempre os anónimos com aquelas máscaras brancas com o sorriso, bigode, e vestimentas pretas, estão a ver? São pessoas que (tendo blog ou não) têm sempre uma opinião pronta a dar, seja o assunto qual for. E pode-se encontrar de tudo: pessoas que concordam contigo e comentam de forma normal, pessoas que discordam de ti, e comentam de forma normal, ou pessoas que discordam de ti e comentam... de forma mais original. Seja a mandar 'bitaites' da forma como escrevemos o nosso post, seja a corrigirem-nos erros ortográficos, seja a comentar com uma série de palavrões e palavreado popular, que nunca vos deixa de fazer rir... Se forem ao meu post saberão exatamente do que eu estou a falar, e mesmo que não vão, tenho a certeza que vocês próprios já experienciaram um encontro mais "original" com um dos anónimos comentadores do vosso blog.  É deveras engraçado (e desafiante!). 

    Com tudo isto quero agradecer imenso às 3 mil alminhas que, por uma razão ou por outra, clicaram no título do meu post no dia 5 deste mês, e também às mil e tal visitas diárias, que tenho tido deste então. Um obrigado não chega para vos explicar o quão feliz eu estou. Mas por agora, vale a pena tentar, por tudo isto e muito mais um...Muito obrigada! 

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