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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Tag: The Entertainer Blogger

    Boas! Que tal essas férias da Páscoa? As minhas estão boas... e inexistentes (*chora desalmadamente*)

    Mas falando em coisas mais alegres, a minha querida Sara nomeou—me, por algum motivo desconhecido, como uma das bloggers mais inspiradoras. E por isso aqui estou hoje, para responder à Tag: The Entertainer Blogger. Aqui vamos nós! 

Porque começaste o blog?

Acho que já falei nisto por aqui antes, mas para quem não sabe aqui vai. Criei o blog por influência de uma grande amiga, que tinha criado blog na Sapo e só me falava bem, e eu só pensava: Porque não? O que é o pior que pode acontecer? E pronto, deu nisto que aqui vêem.

 

Qual é o teu livro favorito?

Não me façam isto... São tantos... 

(...)

 Lembrei-me agora do livro "Déjame que te cuente", do Jorge Bucay! É um livro muito bom para fãs de psicologia (e não só), e é constituído por histórias-metáforas do mundo real, mas contadas de uma forma deliciosa... Assim de repente foi o livro que me lembrei que não me importava de reler, e reler outra vez...

 

O que menos gostas?

 De falar em público, para mim é o pior. Para além disso, odeio: rotinas, viver sobre stress, alturas, pessoas egoístas, mentiras, ficar com falsas esperanças... Mas acho que disso ninguém gosta 

 

Qual a tua comida favorita no Shopping?

 Agora por algum estranho motivo tenho estado viciada em picanha. É picanha para ali, picanha para ácola... Eu juro que não estou com desejos de grávida, mas ultimamente não tenho comido outra coisa 

Qual o teu passatempo favorito?

Vídeos do youtube, sou OBCECADA! Especialmente por esta gajinha (mais conhecida por Miranda Sings), acho-lhe imensa piada e espero um dia ter a oportunidade de a conhecer... 

 

Os meus nomeados:

Regras:
  • Agradecer à pessoa que vos nomeou e adicionem o link do blog dela
  • Adicionar as regras, para que os outros as possam seguir
  • Nomear pessoas que achem divertidas, inspiradoras e agradáveis!
  • Responder às mesmas perguntas
  • Incluir a imagem no vosso post
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Voltar para o Ex?!

    Há tempos li, na revista Happy do mês de Fevereiro, um artigo a falar sobre uma empresa que se dedica a ajudar pessoas a reconquistar o/a seu ex-namorado/a, e desde então aquilo não me sai da cabeça.

    Os sites chamam-se "Ex Boyfriend Recovery" e "Ex Girlfriend Recovery", e têm um conjunto de artigos como "The No Contact Rule", "I want my Ex back but he won't talk to me" e "How to know if your Ex still love you", que ajudam, e incentivam, a recuperar uma relação já terminada. O programa não diz ser 'infalível' a todos aqueles que procuram retomar o seu amor perdido, mas referem ter 80% de probabilidade de recuperar um ex-namorado.

    Claro que cada caso é um caso, e toda a gente tem os seus motivos e 'timings' de separação, mas a meu ver não me parece que este tipo de serviço tenha propósito algum. Concordo com alguns dos artigos que eles disponibilizam, especialmente aqueles que tentam estabilizar o estado emocional perturbado das pessoas que acabaram de terminar o seu relacionamento... mas mais do que isso não me faz sentido.

    Na minha opinião (que vale o que vale), a pessoa é "ex" por algum motivo. E quanto mais tempo passar entre o término do namoro e o querer voltar, pior é! Se as coisas não se resolvem logo na altura, ou alguns dias depois do rescaldo, então é porque ninguém está disposto a fazer esta relação funcionar, de todo.

     Se as pessoas não conseguiram comunicar na altura, chegar a um acordo em relação a algo, e crescer e adaptar-se ao parceiro; então o que é que me garante que essa relação vai resultar 6 meses depois? As pessoas mudam, mas não tanto.

    Para além de que, a meu ver, muitas das pessoas procuram o seu ex apenas porque sentem falta da felicidade que sentiam quando estavam com ele, e não dele em si mesmo. Na altura, só sentem desgosto e mágoa da separação, e querendo se sentir bem rapidamente, o mais fácil é tentar entrar em contacto com ele, do que tentar ultrapassá-lo.

    Já para não falar dos ex's que já tem uma atual, dos casos de traição, dos ex's "stalkers"... Há tanta coisa por onde pegar, que pode correr mal neste reencontro...

    Eu sou uma apaixonada pelo amor, como já o referi muitas vezes, mas em primeiro lugar sou apaixonada pela felicidade e bem-estar das pessoas. E não acredito na treta do "-Não era a altura certa", ou "-Não me sentia preparado para mudar". Porque isso soa-me a falso, soa-me a desculpa esfarrapada.

    Soa-me a alguém preguiçoso, ou imaturo, que claramente não estava pronto para ter uma relação. E desculpem-me a frieza, mas nada me garante que, depois, não vá perder ainda mais tempo da minha vida dando uma oportunidade a uma pessoa que já me fez perder imenso tempo no passado. O tempo é o bem mais precioso que nós temos na vida. E devemos gastá-lo em boas oportunidades, e pessoas que valham a pena.

    Este é apenas o meu ponto de vista, o que é que vocês acham sobre voltar para um ex-namorado/a?

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Eu já visitei o NewsMuseum!!

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    Este fim-de-semana tive a sorte de poder ir visitar o NewsMuseum em Sintra, que é o nome chique para "O Museu das Notícias", em tuga. Mas ó, e não tem ele motivo para ser chique!

    Aparentemente o museu é muito recente, - vai fazer dois anos que abriu, - e não é conhecido por muita gente (eu própria nunca tinha ouvido falar), o que é uma pena. O NewsMuseum é dedicado à história de Portugal, e do mundo, através dos olhos dos media, onde ficamos a conhecer a evolução do jornalismo através de abordagens muito interativas para quem está a visitar o museu.

    Têm corredores espalhados com ecrãs tácteis, salas com visão a 360º, jogos e quizzes (como o "Quem quer ser Milionário", apresentado pela Manuela Moura Guedes), realidade virtual... Até existe a possibilidade de gravarmos o comunicado do MFA, gravado no 25 de Abril, recriando o ambiente de uma cabine radiofónica!

    Escusado será dizer que adorei a visita, e que a próxima vez que lá for vou levar muito mais gente comigo! É uma excelente oportunidade para mostrar a todos o que o nosso país tem de melhor. Portugal é um país com uma cultura brutal, e museus como este dão-nos a oportunidade de conhecer um bocadinho mais o nosso país, e enriquecer a nossa cultura. 

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Ano Sabático... Porque não?

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    Veio-me esta ideia por causa da minha amiga Pipa (que já saiu do sapo infelizmente e por isso não posso tagga-la, que o seu blog descanse em paz...), que virou-se para mim um dia e disse: "Este ano vou fazer um Ano Sabático!" E eu na altura fiquei a olhar para ela com ar de carneiro mal morto, como a minha mãe diz, pois não fazia a mínima ideia do que o 'ano sabático' queria dizer.

    Ela procediu a explicar-me que é um ano, - normalmente entre passagens de escolaridades, ou transição da faculdade para a entrada no mundo do trabalho, - que se tira para descanso pessoal. É uma pausa de tudo o que tem a ver com estudo/trabalho, para nos dedicarmos exclusivamente a viajar, normalmente pelo mundo inteiro, com o objetivo de conhecer novas culturas, línguas e pessoas, e de crescer a nível individual.

    Sinceramente, a ideia assustou-me um bocado. Sair da zona de conforto (que é uma coisa que eu odeio), deixar tudo para trás (que é francamente doloroso), e embarcar numa aventura sozinha, sem nada planeado, é provavelmente o início de um filme de terror, para mim. 

    Mas depois veio o estágio. Veio os dias de trabalho sem fim. Veio o início da rotina (e o seu desgaste...). E comecei a pensar "Epa, se isto é o mais próximo que tive do mundo do trabalho, eu não me minimamente sinto preparada para me juntar a esta vida. Já passei 12 anos na escola, para depois passar mais 5 anos a marrar na faculdade, fiz dois estágios que nunca mais acabavam, vou ainda fazer um terceiro pois só assim consigo entrar na Ordem... Eu não quero entrar já na vida de empregado, pois sabe-se lá quando vou ter uma oportunidade depois para sair!"

    E aí veio-me à ideia as vantagens de fazer um Ano Sabático: alargar o meu conhecimento de outra forma; apreciar e dar valor ao sentido da vida; relaxar dos stresses, horários e correrias; alargar os meus horizontes, criar novas memórias, enfim... Viver a vida, como deve de ser!

    As desvantagens? O custo elevado das viagens. Mas para isso existem programas de voluntariado, o airbnb, viagens a destinos mais próximos (e não tão dispendiosos)... Claro que adoraria ir às Maldivas, mas se calhar visitar um país europeu também não era nada mau. Tudo conta, sendo que o importante é afastar-nos do nosso meio tradicional, fugirmos da cansativa rotina diária, e criar novas experiências. E deste ponto de vista, a ideia de tirar um ano só para mim não me parece nada má...  O que vocês acham?

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Os meus pensamentos (por ordem) sobre o eHealth Summit

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No ano passado fiz um post igual a este mas sobre o Web Summit, e muita gente gostou, por isso achei que deveria repetir, mas com o eHealth desta vez... 

1º OH MEU DEUUUUS!!! Fui escolhida para participar no eHealth Summit, sinto-me chique, oh yeaaaah! 

 

2º 'Pera! A entrada é GRATUITA? Estou chocada! Porque é que no Web Summit paga-se um balúrdio, e este, só por ter a ver com a saúde (e eu vou), é de borla?

  

3º MAIS DE METADE DOS EVENTOS SÃO RESERVADOS, ou precisavam de inscrição prévia (que esgotou em 5 segundos...). What the hell... Fui enganada 

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Como correu a minha primeira consulta de psicologia?

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    Sim, estou a estudar para ser Psicóloga Clínica, e sim, nunca tinha tido uma consulta de psicologia.  Honestamente, - e por mais que os nossos professores nos ensinassem que todos os alunos desta área deviam, antes de passarem à prática clínica, serem eles próprios acompanhados por psicólogos -, nunca achei que eu tivesse necessidade disso.

    Sempre me achei uma pessoa super alegre e bem-disposta, e com problemas relativamente "normais" (apesar do 'normal' aqui ser sempre relativo), e por isso não achava que precisasse disso. (Apesar de concordar que toda a gente, independentemente do seu estilo de vida e saúde mental, beneficia de acompanhamento psicológico.)

    Por isso mesmo, e por já vos ter desabafado anteriormente que o estágio, tese e tudo o resto está a ser demasiadas coisas para lidar..., marquei, no outro dia, a minha primeira consulta de psicologia! E deixem-me dizer-vos uma coisa... Adorei, e recomendo vivamente!

    Se forem como eu, a primeira consulta vai passar que nem um avião, pois vão querer 'despejar' tanta coisa em tão pouco tempo, que vai-vos parecer que passaram 15 minutos! Depois, e se tiverem sorte com a psicóloga como eu tive, vão estabelecer uma relação com ela como se fosse a vossa confidente preferida, estão a ver? Aquela pessoa está ali exclusivamente para nós, para ouvir os nossos queixumes, para nos ajudar a ultrapassar os momentos difíceis, e para nos trazer de volta à realidade - que, afinal, não é assim tão má como muitas vezes parece.

    Por isso mesmo, escusado será dizer que me senti super bem depois de ter vindo da minha psicóloga, e que mal posso esperar pela próxima consulta. Saí mais leve, mais calma... Mas também pensativa, pois tenho estado até agora a refletir em tudo aquilo que ela me disse, e me sugeriu fazer, de forma a fazer sentir-me melhor.

    Este foi o meu testemunho sobre a minha primeira consulta de psicologia. Espero que venha a entusiasmar mais pessoas a aderir a esta prática, que nos faz tão bem à saúde (física, e psicológica!). Alguém por aí já teve esta experiência, ou gostaria de ter?

 

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A importância da motivação

 

    Se querem a minha opinião acho que a motivação é muito desvalorizada nos dias de hoje, principalmente na área laboral. Um trabalhador, seja em que emprego estiver - mesmo que no emprego de sonho da vida dele -, precisa de estar motivado para o que está a fazer. E isso implica uma série de condições como: a sua área/local de trabalho, os recursos que tem, a remuneração que recebe, o seu horário de trabalho, as relações com os restantes trabalhadores... Infelizmente, muitas empresas parecem atualmente esquecerem-se da importância de todos estes factores.

    O objetivo da empresa é lucrar, tudo bem, é fazer o máximo pelo menor número de recursos possíveis... Mas será que às tantas não se esquecem que estamos a trabalhar com pessoas, seres vivos? E que essas pessoas têm pensamentos, emoções, opiniões... para além de que toda uma vida, para além do trabalho?

     A própria definição de motivação nos diz que é "a força capaz de mover o indivíduo à ação, provocando no mesmo uma mobilização para iniciar, e manter-se focado num objetivo." (Robbins, 2002). Se o indivíduo não está direccionado para a ação, seja qual for o motivo, vai pôr em causa não só a sua saúde mental, - pois se está desmotivado é porque sente um desgaste emocional de alguma ordem, - mas também o seu trabalho, fazendo-o de forma mais contrariada, mais 'mecânica', e logo, surgem mais facilmente erros no que está a fazer.

    Logo, trabalhadores menos motivados geram menor produtividade. A solução? Arranjar estratégias que contribuiem positivamente para as necessidades dos trabalhadores, começando imediatamente por ouvi-los, a fim de saber o que eles precisam. É menos horas de trabalho? É aumento de ordenado face às suas funções? É boa relação com os restantes colegas de equipa?...

    Vou-vos ser sincera, neste momento estou muito pouco motivada com o meu estágio, porque acho que me faltam uma série de condições - que nem vale a pena mencionar aqui - para que consiga fazer um bom trabalho. E claro que, inevitavelmente, isso afeta o meu estado de espírito. Estar diariamente a trabalhar em algo que não sinto retorno positivo, ou que sinto muito pouco (visto que a única coisa que vejo é mais trabalho acumulado), faz-me sentir exausta. E adorava conseguir mudar isso.

    Porque, muito sinceramente, não acho que o povo português "não queira fazer nenhum" como muitos erradamente dizem, o problema é ter falta de condições para fazer aquilo que quer, o que acaba por desmotivar qualquer um...

    O que é que vocês pensam sobre este assunto?

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Tagg: Sim, eu sou bloggeira!

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Boas! Hoje resolvi "fanar" esta tag à minha querida Endless Things. Digo "fanar" porque ninguém me taggou para responder, eu simplesmente li a sua tag e resolvi roubar a sua ideia... eheh (Obrigada!) 

Cá vão as minhas respostas!

 

1. Porquê e quando criou o seu blog?

Criei o meu blog à meia-noite do dia 30 de Setembro de 2014....Xi, o blog vai fazer 4 anos, a Carta está a ficar velha!

 

2. Quais os principais assuntos do seu blog?

É uma salada-russa entre a minha vida pessoal, humor e opiniões. 

 

3. Como tem sido a vida de blogueira?

 Óptima, muito obrigada.

 

4. Qual a parte chata da vida de blogueira?

 Não consegui ler todos os blogs, comentar todos os posts, responder a toda a gente... Por falta de 

 

5. O que tem de melhor em ser blogueira?

Paradoxalmente, precisamente o que disse em cima! Conhecer mais bloggers e ler os seus blogs, estar mais informada, divertir-me com a secção de comentários (que me parte o côcô diariamente...Eu tenho os melhores seguidores do mundo, tenho a certeza disso!).

 

6. Aonde deseja chegar com o seu blog?

Acho ainda não partilhei isto com o pessoal da blogosfera, mas o meu objetivo era poder escrever um livro, tendo como autora "A Carta". Acho uma ideia super interessante, e até já tenho algumas coisas pensadas... Vamos ver o que o futuro me reserva, we'll see... 

 

7. O seu blog para você é profissional ou passatempo?

É um passatempo, que eu levo muito a sério! 

 

8. Quais os blogs que acompanha e quais indica?

São tantos... Gosto imenso da simplicidade da escrita da vox nihili (não é ela a minha melhor amiga!), as histórias da Desconhecida, ler o dia-a-dia da Mariana Sofia, as dicas de beleza da Sara Beauty, as opiniões da Hipster chique, o humor da Mariadaspalavras, e por aí fora...

 

9. Tem sido fácil o convívio com seguidoras e leitoras?

Na sua GRANDE (e sublinho grande) maioria, sim. Eu adoro a interação com os meus seguidores, e acho-os hilariantes. Só de vez em quando, principalmente quando sou destaque na sapo, lá-me aparecem alguns anónimos (in)desejados, que me deixam comentários mais estranhos, e que me fazem fazer coisas como esta... Mas pode-se contar pelos dedos das mãos o número de vezes em que isso acontece! 

 

10. Seu blog já está como quer ou ainda deseja alguma mudança?

Eu acho que o objetivo do blog é estar em constantemente mudança. Não no sentido de mudança visual, mas em constante progresso: posts mais variados, originais, ler mais sobre o que se está a postar, atualizar-me, informar-me, crescer... Adoro!! 

 

O que acharam das minhas respostas?

Desafio todos os leitores a responderem a este desafio! Estou curiosa por saber o que vocês pensam sobre o vosso blog! 

 

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