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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Quem por aí é fã do Twitter?

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    Eu não, mas vou passar a ser!!  Então não é que a Carta decidiu juntar o Twitter ao seu baralho?

    Quem daí também usa o Twitter para adicionar esta pequena @umacartafora (Eu sei, o nome é o que é, sem comentários, não se conseguiu arranjar melhor...)?

    Não sejam muito mauzinhos comigo ao início, porque ainda sou uma caloira nestas andanças (e ainda não sei usar adequadamente as hashtags...)

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Sobre este tempo...

    Ontem cheguei ao trabalho tipo pinto: dos pés à cabeça, toda eu não tinha uma pontinha que estivesse seca. Acho que fui eu, e mais de metade dos portugueses. Porque assim que dei conta, toda os trabalhadores da minha empresa que iam chegando, descalçavam-se, e punham os seus sapatos ao pé do aquecedor, para secar.

    Sim, leram bem, eles DESCALÇAVAM-SE. Começaram a andar lá só de meias, de um lado para o outro.

    E eu só olhava para eles e pensava na auto-confiança em si próprio que é preciso ter para fazer isso. Se fosse eu começava logo: "Será que as minhas meias tão iguais? E estaram em bom estado? E os meus pés, cheiraram a chulé?"

    É que eu faço uma viagem de uma hora até chegar ao trabalho e farto-me de andar de um lado para o outro, por isso nunca se sabe...

    Por tudo isso lá continuei eu com os meus sapatos (e o resto!) encharcados, a secarem-me na pele. No ver da Carta, mais vale uma boa constipação, do que uma boa humilhação! 

 

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Parabéns :)

 

   Espero que, hoje em especial, - pela comemoração de um dia tão bonito -, todas as mulheres se tenham sentido como umas verdadeiras rainhas.

    Eu passei o dia a trabalhar, e ao fim do dia fui surpreendida com um croissant de chocolate do meu homem (que me conhece bem, e sabe que rosa não enche barriga...). E vocês? 

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O que acontece quando os psicólogos precisam de acompanhamento psicológico?

    Eu pessoalmente sempre pensei que os psicólogos eram como os super-heróis: o seu super-poder era a capacidade de atenderem 6-8 pacientes por dia, cada um com a sua perturbação mental, e saírem 100% ilesos psicologicamente.

    Mas enganei-me, eles não são super-heróis. Nem eles, nem os médicos, nem ninguém. Porque isto de ser um profissional de saúde, seja de doenças físicas ou psíquicas, tem muito mais que se lhe diga, do que muitos pensam.

    Não estou com isto a querer desvalorizar as outras profissões, pois imagino que cada uma tem o seu quê de stressante, e de desafiante. Mas como por agora só consigo falar da minha experiência, que é conviver diariamente com pessoas com perturbações psicológicas, é desta que hoje me decidi focar.

    Imaginem o que é, terem todos os dias pessoas diferentes a entrar no vosso consultório e desabafar com vocês os aspetos das suas vidas mais pessoais, frágeis, difíceis. Imaginem o que é terem pessoas a passar por lutos, doenças crónicas graves, ataques de ansiedade, separações, divórcios, tentativas de suicídio... diariamente.

    Mesmo que a vida do psicólogo fosse uma maravilha: casamento perfeito; relação ideal com a família, amigos, filhos; óptimo estado de saúde... MESMO assim, qualquer pessoa ficaria, inevitavelmente, afetado pelos testemunhos que ouviu durante o dia. Toda a gente. Porque somos humanos, e por mais que eu tenha ouvido na faculdade imensas vezes a falar sobre 'distanciamento saudável' em relação ao paciente, nunca se consegue evitar totalmente a passagem dessa carga negativa.

    Agora acrescentaremos a isto: uma vida difícil, um momento da vida menos bom, um trabalho stressante, relações complicadas no seu meio social... Como é que é suposto o profissional "aguentar-se" psicologicamente? É inevitável. Todos os psicólogos precisam de um psicólogo, também para ele.

    Por algum motivo ouvi isso durante os meus anos de faculdade, porque é a mais pura da verdade. E provavelmente, a mim, também, chegou a hora de ter um psicólogo. Capaz de me acompanhar nas (des)aventuras da minha profissão, que eu tanto adoro, mas que certamente não consigo enfrentar sozinha.

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Perguntas importantes a fazer a um potencial parceiro amoroso

Estando numa relação há já 3 anos, não vou dizer que sei tudo sobre relacionamentos amorosos (porque tudo, tudo, acho que efetivamente nunca ninguém sabe... O amor surpreende-nos sempre! Tanto para o bom  como para o mau ....), mas posso dizer que já me sinto com algum à vontade nesta área.

E no outro dia estava a pensar, e cheguei à conclusão que há tantas questões importantes de se fazer quando conhecemos um potencial parceiro amoroso, que muitas vezes nos passam despercebidas por já estarmos na fase "apanhadinha". Por isso, achei que seria engraçado partilhar com vocês hoje algumas das perguntas que me lembrei que seriam importantes de se colocar a um nosso - quiçá - futuro namorado/a:

 

"Se estivesse aqui o teu melhor amigo, o que é que ele diria de ti?" (Esta lembrei-me por sugestão da Marie! Serve para saber que tipo de relações de amizade é que ele costuma ter, e com quem.)

"Quanto tempo passas, por hábito, nas redes sociais?" (O quão viciado és, devo-me preocupar...?)

"O quão adoras fazer as lides domésticas?" (Vais-me ajudar, ou vais deixar tudo pr'a escrava?)

"Sabes cozinhar?" (Nem penses que tenho paciência para fazer o almoço e jantar todos os dias...)

"O que é que levou ao fim da tua relação anterior?" (Era ela que era "uma bitch" como dizes, ou tu é que foste o otário?)

"Onde é que te vês daqui a 5 anos?/ Quais são os teus planos para o futuro?" (Tencionas arranjar emprego, ou ainda estás a conta dos teus pais?)

"Quais é que consideram ser os teus piores defeitos?" (O quão horrível é que é aturar-te, no mínimo?)

"Qual foi a última discussão que tiveste? Como a ultrapassaste?" (O quanto me vais fazer a vida negra?)

"Qual é a tua relação com a tua família?" (És um menino da mamã, ou nem por isso?)

"Como passaste a tua infância?" (Tens traumas que precisam ser resolvidos? Quão maus eles são?)

"Qual é a tua ideologia política?" (Diz-me-que-não-apoias-o-Trump,-diz-me-que-não-apoias-o-Trump...)

"Quais são as tuas crenças?/Aquilo que acreditas?" (És daqueles religiosos fanáticos, normais ou nem por isso? Respeitas a minha ideologia?)

 

O que acharam? Concordam, nem por isso? Esqueci-me de alguma? 

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Como me "vingo" das pessoas mal humoradas:

 

    Era dia de entregar o livro que tinha requisitado à biblioteca (ou pelo menos, assim pensava eu).

    Cheguei lá, disse 'Bom dia!!!' ao bibliotecário com um sorriso de orelha a orelha, o qual me respondeu com o ar mais antipático de sempre:

—Diga...

    E eu a pensar "Pronto, tudo bem, acordou mal-disposto, sem problema"! 

—Era para renovar o meu livro da biblioteca sff, porque chegou hoje ao fim.

Sempre com o mesmo ar de quem não lhe apetecia ter levantado da cama hoje, pediu-me o nome, e cartão de biblioteca.

    Dei-lhe. Prossigo a explicar que não trouxe o livro, pedi desculpa, que tive um dia um bocado caótico, e a perguntar se fazia diferença. Tenho quase a certeza absoluta de que ele não ouviu nada daquilo que eu disse, pelo que se passou a seguir.

    Sempre sem tirar os olhos do monitor, vira-se para mim:

—Não.

— Não o quê, desculpe?

—Não é possível renovar o seu livro.

—Então?

—O prazo acabou ontem, não hoje. Pelo que não é possível renovar.

—Mas como é que é possível...? Devo ter feito confusão com o dia só pode...

—Sim, fez. Pedia que me entregasse o livro sff.

—Mas eu como lhe disse antes não trouxe hoje o livro...

—Pois, então não sei. Mas tem que entregar. - Disse, desta vez a olhar-me nos olhos com o ar mais chateado do mundo, como se lhe tivesse insultado a família.

    "POR UM DIA!" - pensei eu - "Porque passou UM DIA, este sacana não me deixa renovar o livro!!! E eu que estou a precisar tanto dele para a minha tese! Filho de uma...ova."

    Respirei fundo, acalmei-me, e respondi-lhe com a voz mais adorável de sempre:

—Muito bem. Não se preocupe, virei cá amanhã entregar-lhe o livro. Muito obrigada, sim? Tenha um resto de um bom dia! 

    Sorri-lhe, dei meia-volta, e pirei-me dali. Não sei antes ver a sua cara de carneiro mal-morto, que exprimia um "Mas o que é que esta doida está-me a agradecer?"

    Esta é a minha forma de vingança quando as pessoas estão mal-dispostas comigo. Sou extra-simpática para lhes fazer ainda mais confusão. Deixo-as malucas! Eu sou terrível...

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