Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

...E quem é que foi que apanhou uma bela duma infeção em pleno Verão, quem foi?

preview.jpg

 

    Adivinharam, Moi je! 

    E sai uma baixa médica fresquinha, aqui para a menina da freeeente!

 

    ISTO. NÃO. É. JUSTO., NÃO.É!!!! Já tive infeções de garganta e dos pulmões no Inverno, já tive na Primavera... e agora no Verão?!

    Agora não há uma única estação do ano que eu possa aproveitar em paz, sem ter febre, dores de garganta e expectoração?! Chiça, que isto já enjoa...

    Brincadeiras à parte, não recomendo isto a ninguém. Durante a noite não durmo porque tenho o nariz tapado, durante o dia não consigo respirar, porque de volta e meia vêm os espirros e os ataques de tosse. Ninguém merece... 

    Desse lado, alguém sabe de bons remédios caseiros para acelerar o tratamento deste tipo de infeções?

    Obrigada,

    Uma adoentada desesperada.

Sigam-me no Instagram @umacartaforadobaralho e no Twitter @umacartafora.

#2Desafio Selfcare

 

    Tal como vos disse na última sexta-feira, a partir de agora irei-vos colocar aqui um desafio saudável, algo que contribua para o nosso bem-estar, todas as 6ªs-feiras. Os mais corajosos, podem-se juntar a mim! E por isso, cá vai...

 

DESAFIO DA SEMANA:

Hoje, troque o telemóvel por um bom livro. 

 

    Qual é a vossa leitura do momento? 

Sigam-me no Instagram @umacartaforadobaralho e no Twitter @umacartafora.

Sobre ser psicóloga...

 

    Hoje - (dia 4 de Setembro) - assinala-se o Dia Nacional do Psicólogo, e por isso mesmo resolvi falar-vos um pouco sobre a minha profissão, e aquilo que faço.
 
    Podia-vos escrever sobre o facto da Psicologia não ser valorizada em Portugal, ou sobre a nossa Ordem servir muito mais para nos roubar ao bolso, do que para nos proteger, mas - e apesar disso ser tudo muito verdade...-, hoje apetece-me mais falar sobre a parte boa de se ser psicóloga. 
 
 
    No outro dia, acerca de uma formação sobre orientação vocacional, percebi porque amo tanto a minha profissão. Num dos testes que são feitos aos miúdos, para os ajudar na escolha da sua vocação, estão as seguintes perguntas: "Que tarefas rotineiras (lidas domésticas, ocupações de tempos livres, etc.) gostas de fazer? E quais achas que são as razões por detrás delas?". Inconscientemente, já vos deve ter vindo algumas respostas às vossas cabeças. À minha também veio: "Gosto de ler livros sobre mistérios, ver séries de thrillers e mistérios por resolver, etc."
    Em suma, tudo o que tem a ver com enigmas, e que me faça querer desvendar algum mistério, dá-me um friozinho na barriga, porque é aquilo que me dá pica, que eu gosto. Logo, me escorreu. Eu adoro ser psicóloga porque o meu dia-a-dia é precisamente esse. É desvendar aquilo que vai na mente de cada um de nós, é procurar 'resolver' os mistérios da mente.
 
    Quando alguém se senta à minha frente, eu não sei absolutamente nada sobre essa pessoa. É a relação que vamos construindo as duas ao longo do tempo que me vai ajudar a perceber quem é aquela pessoa, de onde vem, o que faz, que motivos a trazem à minha consulta... E como eu a posso ajudar, claro. 
    É como um cubo mágico que tenho por resolver, ou um puzzle gigante por completar. É um caminho que se vai construindo, pouco a pouco, pelas duas partes. 
    Isso não quer dizer que consiga desvendar a 100% muitos dos mistérios que passam por mim diariamente, - seria muito ingénua (e parva!) se pensasse que sei tudo sobre essas pessoas -, mas a boa notícia é que estão sempre a surgir novas aventuras para embarcar!
 
     E é por isso que nunca me hei-de cansar desta vida. Porque, - se Deus quiser -, vão haver sempre novas pessoas para acompanhar, e novos mistérios por resolver... 
    Do vosso lado, porque gostam tanto da vossa profissão?
Sigam-me no Instagram @umacartaforadobaralho e no Twitter @umacartafora.

#32DomingodeConsultório: Como lidar com o stress pós-férias?

 
 
    Há tempos fiz um post sobre como desligar do stress do trabalho nas férias, e várias pessoas sugeriram-me fazer um sobre como lidar com o regresso ao trabalho e o stress pós-férias. Por isso, aqui está ele.
 
    Esta mudança de mindset 'férias-trabalho' é muitas vezes feita de forma abrupta, pois chegamos das férias, do descanso e relaxamento, para um ambiente caótico, com muito trabalho acumulado das férias, e stresses. É este choque repentino que nos pode causar tristeza, falta de motivação e irritabilidade, no período pós-férias.
 
    O que podemos fazer para lidar com este regresso da melhor maneira?
  • Começar com calma. O ideal, nos primeiros dias de trabalho, é evitar marcar reuniões importantes, e tentar ao máximo gerir as expetativas para os dias futuros. Os primeiros dias deviam funcionar mais como um planeamento para tudo aquilo que é importante no futuro;
  • Focarmo-nos nos pontos positivos. Talvez seja aquele projecto que está agora a desenvolver, ou o encontrar-se com alguns colegas de trabalho... Por mais difícil que seja ao início, há sempre aspectos positivos a recordar, que nos mantêm mais motivados;
  • Procurar sair da rotina. Que tal apostar numa nova atividade física depois do trabalho, iniciar uma nova série/livro, ou ainda começar a planear as futuras férias? Ao procurarmos inovar os nossos dias, a ideia de regressar ao trabalho não vai parecer tão má como antes...
  • Ter hábitos saudáveis. Por mais cliché e repetitiva que sooe, eu acho sempre importante relembrar que uma boa noite de sono e descanso (pelo menos 8h), é fundamental para um bom regresso ao trabalho. A prática de meditação também ajuda a diminuir os nossos níveis de ansiedade e stress. Para além disso, o desporto, a ioga, a corrida, a escrita num diário... são outras estratégias que permitem uma melhoria do nosso bem-estar.
  • Por último, reflectir sobre o nosso emprego. Tire algum tempo para refletir: este trabalho faz-me feliz? realizado/a? o que posso fazer para geri-lo da melhor maneira?
 
    É importante estarmos atentos aos primeiros sinais de desgate, e à sua duração. Se vermos que temos sintomas recorrentes de esgotamento e exaustão emocional (fadiga, irritabilidade fácil, sono alterado, etc.), o ideal é consultar um profissional de saúde. Só desta forma é possível prevenirmos o desenvolvimento do síndrome de burnout -  distúrbio emocional que afecta muitos dos trabalhadores portugueses...
Sigam-me no Instagram @umacartaforadobaralho e no Twitter @umacartafora.

Pág. 2/2