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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Eu sou muito macho!

   

 

    Há dias, eu e o gajinho fomos sair com um grupinho de amigos, só rapazes. E achei piada porque já há algum tempo que não estava num grupo só de homens (sendo a única rapariga), e até do ponto de vista de uma psicóloga, gosto de ver a interação entre indivíduos da espécie masculina - que para mim, continua a ser um grande mistério...

    Às tantas reparei que os homens, como estavam em comunidade, ativaram o seu modo "macho" (tal como algumas de nós, mulheres, ativamos o nosso modo "galináceo" com certeza, quando estamos juntas): falavam alto e aos berros; quando perdiam algum jogo de cartas diziam os típicos palavrões tuga para se mostrarem; recorriam ao "THAT'S WHAT SHE SAID" à minima frase (menos) inocente...

    E o que eu achei mais engraçado no meio disto tudo foi a atitude de um deles, - que minutos antes tinha dado o seu ar de completo macho latino -, quando atendeu o telemóvel à esposa:

 

"Então amorzinho, como estás, estás boa? Precisas que te vá fazer alguma coisa? Precisas de mim?! Vou já a correr torrãozinho de açúcar! Até já! Muitos beijinhos, meu amor! Te adoro!"

 

    Vocês pensam que eu estou a exagerar mas foi literalmente palavra por palavra. E a minha pergunta coloca-se: Será que é uma coisa de homem casado? Será que quando os homens se casam ficam assim? E se for, devo eu casar-me?

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Ca sorte a minha!

Boa notícia: A tese está despachadíssima! Já só falta defendê-la! (Yupyyyyy)

 

 

Má notícia: A minha orientadora disse que ainda vou defendê-la este mês, e como tenho sentido dores do dente do siso, devo ter que ir arrancá-lo o mais depressa possível. E com a minha sorte, já me estou a imaginar a fazer a minha apresentação oral nestes preparos:

 

 

 

 ...O meu corpo tem um timing excelente para estas coisas... Já vos disse que fiz uma entrevista para um estágio, no início deste ano, também com a boca inchada devido a outro siso que tirei?  (mas aceitaram-me no estágio, mesmo a parecer um esquilo!)

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Porque é tão difícil fazer os agradecimentos da tese?

    Os últimos dias têm sido... intensos. Foram os (últimos) pormenores para acertar na tese, os nervos à flor da pele para o grande dia da defesa... Enfim! 

    Mal posso esperar para que chegue Novembro e tenha a dissertação toda entregue, defendida, e despachadinha da silva. Até lá, tive que fazer aquela parte chata da tese: ver se está tudo dentro das normas a formatação, o tipo de letra, as referências bilbiográficas, colocar índice, abstract e...fazer os agradecimentos.

    E, muito sinceramente, nunca pensei que fosse tão difícil (para mim) agradecer a quem me deu mais apoio. Não porque eu não saiba quem é que deu, - porque sei, - mas porque não sei por onde começar. E depois, foi tanto tempo a fazer a tese (eu desisti o ano passado porque não me dava bem com a minha orientadora, e por isso perdi um ano), e deu tanto trabalho quando finalmente a comecei a fazer, que agora, sinto-me como aquelas mães que entregam pela primeira vez o filho na creche e vêem, pela primeira vez, que o têm que deixar ir.

    Eu sei o que estão a pensar "Ainda há um parágrafo atrás dizias que estavas desejosa de te ver livre da tese". Pois, e estou. Mas ao mesmo tempo, não estou. Ao fazer os agradecimentos, sinto que estou a colocar o ponto final definitivo, sem volta a dar, nesta etapa da faculdade. Uma etapa que levou 6 anos da minha vida. 6 ANOS!

    E largar agora uma fase como esta, que nem tão cedo vou regressar, é atirar-me aos lobos da vida, que é como quem diz aos chefes e patrões mal-dispostos. E não é só isso, daqui para a frente é o salve-se quem puder. Não há mais orientadores, professores, colegas de turma que se cruzem no meu caminho. E isso é bom, mas triste ao mesmo tempo...

    Tenho a certeza de que vou ter saudades de ter aulas, mais tarde. De entrar numa faculdade e ter aquele friozinho na barriga ao passar pelos corredores, e ver o ar dos professores... De fazer trabalhos, e até de ter testes! Eu sei, parece de loucos, mas acreditam que quando chegar a vossa vez de dizer definitivamente o "adeus" à faculdade, também vocês vão sentir falta dela 

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Chocohólicos Anónimos

 

    Olá a todos! O meu nome é Carta, tenho 24 anos, e.... sou uma chocohólica desde nascença. 

    Sim, sou louca por chocolate. Tudo começou por volta dos meus 5 anos, se bem me lembro. Comecei este vício desde muito miuda. Ainda me lembro das minhas fotos, em pequena, toda lambuzada agarradas às mousses de chocolate... Bons tempos! 

    Depois fui crescendo, entrei na primária, e foi o tempo dos ovos kinder. Parece que foi ontem que tenho a imagem do meu pai, estafadíssimo depois de um dia trabalho, com um ovo kinder surpresa por detrás das costas a dizer "Desculpa, mas hoje não te trago nada, hoje não havia ovinho...". E nisto faz um grande sorriso e exclama "Estou a brincar contigo, aqui está o teu ovo!!" E eu toda maluca aos saltos de um lado para o outro, como se me tivessem oferecido uma viagem à Disneyland, só de ida.

    Já na fase da adolescência, tinha de parecer cool, e uma miuda cool não come ovinhos da Kinder! Por isso, passei para as bolachas de chocolate, aquelas XXL do Pingo Doce (que são igualmente saborosas), e que toda a turma adorava também - uma bela maneira de nos tornarmos populares numa escola, digo-vos eu...

    Podem-se admirar, mas se vos disser que comia chocolate todos os dias desde essa altura, não estou a exagerar. Era literalmente a minha obsessão. Nos bons e maus momentos, lá estava ele, sempre disponível para mim. Há quem bebesse, há quem fumasse, eu enchia-me de chocolate.

    Como podem ver a minha história com o chocolate já vem de longe... E hoje, apresento-me aqui perante vós, para vos dizer que faz precisamente 1 mês que não como chocolate! EU SEI, EU TAMBÉM ESTOU CHO(co)CADA!

    Desde que estou a fazer a maldita dieta da gastroenterite que me condenaram à pior sentença que conheço por aí: afastar-me da ingestão de doces, e logo, do meu mais fiel amigo. Digo-vos desde já que esta minha jornada não tem sido nada fácil, principalmente ao início (onde só fotos que me apareciam, me faziam querer mandar o telemóvel pelos ares), mas neste momento o meu desejo pelo chocolate está muito mais controlado, e sinto-me mais em paz quando estou na sua presença.

    E pronto, foi este o meu testemunho de como tem sido a minha experiência de deixar de comer chocolate, até agora. Alguém quer partilhar a sua? 

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Sistema Nacional de Saúde: de mal a pior

 

    Como muitos sabem, há dias desabafei aqui pelo blog que os últimos dias têm sido um bocado pró horriveis, por causa de uma gastroenterite chata que me tem custado a passar. Há quase 3 semanas que estou com febre, tonturas, má disposição e náuseas, e como não tenho visto sinais de melhoria, resolvi ligar para a saúde 24. Vou-vos contar o que-me aconteceu a seguir.

    A saúde 24 reencaminhou-me para o meu médico de família, e marcou-me (supostamente) uma consulta de urgência no meu centro de saúde. Disseram-me que podia ir a qualquer altura, iria sempre ter consulta. Depois de almoço, lá estava eu no posto:

"Lamentamos, mas o seu  médico de família não está cá neste momento."

"Então e não há outro médico das urgências que me possa atender?"

"Não, se o seu médico estivesse cá ainda estava com sorte, mas ele saiu há uma hora..."

Bolas! - pensei - se ao menos tivesse programado para não ficar doente tão tarde...

    Dirigi-me então a um centro de saúde particular. Paguei 40€, e estive há espera para ser atendida quase 3 horas. No final, disseram que não me conseguiam fazer um diagnóstico porque precisava de fazer exames mais detalhados e raio-x, e para me dirigir ao hospital mais próximo.

    Assim fiz. Já eram quase 20h da noite quando dei entrada no hospital. Fiquei até às 3 e meia da manhã (sim, 7 horas no hospital). Lá fiz exames de sangue, à urina, raio-x, e deram-me soro. No final, disseram-me que as minhas análises estavam boas, e passaram-me uns medicamentos para tomar. Disseram para voltar segunda-feira (ontem) ao hospital, para ir às urgências na gastroenterologia, caso continuasse com os mesmos sintomas.

    Como não vi melhorias, ontem fui ao hospital. Desta vez foram 3 horas na sala de espera. No final, fui atendida por um médico de clínica geral que me disse que não havia consultas de urgências na gastroenterologia, a não ser que estivesse a deitar sangue por todos os lados. Podia sim marcar uma consulta para lá, mas só haveria para daqui a um ou dois meses, no melhor das hipóteses. Ou seja, ou estou a morrer e sou atendida, ou então bem posso esperar sentada.

    Resultado, muito dinheiro gasto tanto no hospital, como no centro de saúde, imenso tempo de espera, para ficar praticamente na mesma. Desconfiam que é uma gastroenterite chata, que está a demorar mais tempo do que devia, mas ninguém tem a certeza de nada... E é esta a minha experiência. Há por aí alguém com algum testemunho semelhante? 

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Eu não fui feita para dietas!

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    Querem saber uma coisa engraçada? O médico disse que, pelos meus sintomas, tenho uma gastroenterite viral (que me pode ter sido passada por contágio com outras pessoas que também a tiveram). O que significa que, a par dos antibióticos, anti-inflatórios, parecetamóis e suplementos alimentares que tenho que tomar todos os dias, tenho também que fazer uma dieta alimentar hiper-mega restrita.

    Epa, e eu devo ser como muitas pessoas que vocês conhecem, mas quando me dizem "Não podes comer isto!" é quando eu quero comer mais! E podem me proibir tudo, mas chocolate é a minha perdição... Não me façam isto...

    Aqui vai a lista que o meu médico me passou ontem:

 

O QUE COMER

  • Chá preto
  • Água
  • Leite e Iogurte sem lactose
  • Canja
  • Arroz
  • Nestum de arroz
  • Frango e peru cozido
  • Maçã e pêras cozidas 

 

NÃO COMER

  • Leite com lactose
  • Bebidas com gás
  • Fruta Crua
  • Sopa de Vegetais...

 

    Estão a ver agora o meu martírio, certo? Reparem que ele nem acrescentou o chocolate ao não comer porque disse logo que era uma coisa "óbvia". ÓBVIA? DESDE QUANDO É QUE É OBVIO VIVER SEM CHOCOLATE?  Eu vou passar a comer comida de passarinho, basicamente! Arroz e água.

    Talvez esteja a exagerar, mas algum de vocês já provou maçã cozida? É só a pior coisa à face da terra... E leite sem lactose? Provei hoje e só me apetecia vomitar 

    Eu não fui feita para comer comidas TÃO saudáveis... Tenho os meus limites. A minha irmã diz que devo aproveitar para me tornar vegetariana...  - a pirralha só sabe gozar comigo.

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Doentinha

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    Nos últimos 4 dias tenho tido episódios de febre, tonturas e má-disposição...  E apesar de não ser uma febre alta, é incomodativa, pois é o suficiente para dar a sensação de que vou cair para o lado, e de ter pesadelos tão horríveis (e reais) que podiam ter sido ideias do Hitchcock para um próximo filme.

    Como vi que isto já estava a durar algum tempo, resolvi fazer a coisa mais acertada a fazer numa altura destas: perguntar ao Dr. Google qual era o meu diagnóstico (não é suposto?!).

    Mas como o meu amigo Google tem muito pouco de "Doutor", e muito mais de "Adivinho", ele sai-me com coisas que ainda deixam uma pessoa mais assustada do que era suposto:

 

Tonturas? Isso deve-se à falta de equilibrio, que por sua vez tem a ver com uma doença no ouvido interno, que, por sua vez, é incurável.

Dores de cabeça frequentes? Pode ser sinal de doença de coração, o que significa que está a morrer!

Febre há mais de 3 dias? É grave, e deve ir às urgências o mais rapidamente possível!

 

    E posto isto, vou ter que fazer uma visitinha ao meu médico de família...

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E tudo o Sapo levou...

Sapo.png

    "Ah e tal, e como é que correu a Comic Con, Carta?" - perguntam vocês (os que querem saber imagino eu)

    Olhem, correu muito bem... Tirando a parte em que eu andei feita doida de um lado para o outro à procura do Sapo, da SAPO, imaginem vocês!

    Eu sabia que o Sapinho ia lá estar, a distribuir sapos de peluche a quem tirasse uma foto com eles, e eu digo-vos, o mais honestamente possível, eu estava tão entusiasmada com a ideia de ter um sapo da SAPO! Estava em êxtase ao imaginar ter algo finalmente real, que representasse o meu blog, que eu tanto amo!

    Dias antes eu queria ter ido a Picoas também para celebrar o aniversário da SAPO (e ganhar o peluche ), mas como não me foi possível desta vez pensei: Não há hipótese de eu hoje sair desta Comic Con sem um sapinho nas minhas mãos! Vou fazer de TUDO!

    E fiz. Cheguei lá, percorri o Passeio Marítimo do Algés de uma ponta à outra à procura da banquinha da SAPO, e nada. Depois, mudei de táctica. Virei-me para as pessoas que encontrei que tivessem um sapo de peluche com elas: "Olhe, desculpe, onde arranjou esse sapo?"

    Muito penei eu! Umas indicavam-me para um lado, outras para o outro. Parecia uma barata tonta. O recinto do Passeio Marítimo do Algés era maior do que eu imaginara, e era como se tivesse à procura de uma agulha num palheiro.

    Cheguei a dar "free hugs" para receber a minha resposta, e cheguei também a ouvir um "Ah, este sapo? Não é daqui, eu comprei noutro sítio...". A minha reação foi algo semelhante a isto:

    Por fim, encontrei o balcão de informações da Comic Con e perguntei-lhes se sabiam, por acaso, onde ficava a banquinha da SAPO. Foi aí que me disseram: "O SAPO não tem banca, ele anda por aí à solta." Entrei em pânico! O SAPO?! À solta??!

    A seguir, foi um stalkanço ao instagram da SAPO... Estava constantemente nos seus stories, fui vendo e atualizando a hashtag #comiconsapo para ver onde ele estava... Eu virei o Sherlock à procura do sapo desaparecido. 

    Mas como tenho mais jeito para outras coisas do que para ser detetive, no final vim para casa de mãos a abanar...  SAPO, isto não vai ficar por aqui... Preparem-se, que eu não sou mulher de desistir!  

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O confronto com a realidade

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    Hoje é daqueles dias de desabafo, e vocês foram os escolhidos (sortudos...). Ultimamente tenho-me sentido muito assustada, e ansiosa - e sim, nós psicólogos também padecemos destes males. A tese atrasou-se mais do que deveria, por isso passei o Verão a trabalhar nela, mas agora parece que estou a cair na realidade...

    A defesa da tese já está aí à porta, atrás dela está a empresa a que me comprometi fazer o meu estágio profissional, para finalmente ser considerada psicóloga... Devia estar felicíssima, mas a verdade é que estou cheia de medo. Sinto que tenho tudo fora do meu controle, estou super insegura.

    Em primeiro lugar, odeio apresentações orais de morte, e só de pensar na minha defesa tenho arrepios até à espinha. Mas depois, é o que vem a seguir dela também! A entrada no trabalho, desta vez a sério! E, diga-se de passagem, um trabalho numa empresa que não foi das minhas preferidas de trabalhar... Mas lá vai ter que ser. Hoje em dia encontrar estágios profissionais de psicologia está pela hora da morte, e sem ele não posso ser psicóloga (profissão que tanto amo), por isso não tenho outra opção.

    No entanto, não me sinto minimamente preparada. Vou, finalmente, sair da faculdade. Mas ao mesmo tempo, vou iniciar o meu caminho numa empresa, que no passado me causou tanto stress e preocupação... E estou definitivamente assustada.

    Digam-me que não sou a única assustada nesta fase, por favor...

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Os super-bloggers!

 

    Sei que tenho andado um pouco ausente, mas entre viagens cá e lá, o tempo para estar à frente de um computador tem sido muito reduzido (olhem para mim, a vida de uma pessoa que está de férias é tão complicada... )

    No entanto, ontem à noite estava a pensar precisamente no blog e veio-me uma coisa à cabeça: "Oh meu deus! Eu sou como o Super-homem, eu tenho duas personalidades: A minha, e... a Carta!"

    Pensem comigo, os bloggers anónimos, - e agora refiro-me aos anónimos especificamente, - são todos uma espécie de agentes inflitrados na sociedade. De manhã fazem a sua vidinha, saiem com os seus amigos e namorado/a, passeiam o cão ou o gato... uma vida igual a tantas outras. Porém, à noite, ligam o computador, metem os seus disfarces e as suas capas, e tornam-se bloggers anónimos na internet! Prontos a salvar o mundo com as suas críticas opiniões, e pertinentes dicas. E nunca ninguém sabe a sua verdadeira identidade... não é um máximo?

    Podem já se ter cruzado comigo no supermercado um dia, ou podem ainda ser um colega meu de trabalho! Nunca irão saber pois estou "disfarçada".

    Claro que eu ao pensar nisto, veio-me à cabeça outro tipo de questões como: "Epa, se eu sou como um Clark Kent da vida real, qual é o meu poder de super-herói?" Provavelmente não tenho super velocidade (para escrever) como o Super-homem da DC, e tão pouco tenho visão raios-X (e consigo ver para além dos blogs). Mas talvez possa dizer que o meu super-poder seja... distrair (e possivelmente divertir) quem me lê, e educar um bocadinho acerca do que é a psicologia (e "desmistificar" o bicho-papão da doença mental). O que acham? Concordam?

    Para todos os bloggers - anónimos ou não -, qual acham ser o vosso super poder, enquanto blogger? Estou curiosa para saber o que pensam... 

 

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