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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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#14Review: Vice

 

    No último fim-de-semana fui ver o filme "Vice" ao cinema, um filme biográfico que conta a história de Dick Cheney e a sua luta para se tornar o vice-presidente mais poderoso dos EUA.

    Eu vou ser sincera, filmes políticos não são propriamente a minha perdição, e quem lê as minhas reviews aqui no blog há algum tempo sabe que a maioria dos filmes que costumo ver são thrillers, mistérios e suspense. No entanto, apesar deste filme não nos cortar propriamente a respiração, dá-nos uma imagem muito interessante da mente de Cheney, e da forma calculista e ao mesmo tempo despercebida com que conseguiu manipular tudo e todos.

    De forma semelhante à série "House of Cards", o "Vice" também nos permite conhecer os bastidores da política americana, mas desta vez da vida real. O que mais me atraiu no filme foi o facto de tentar, ao máximo, abrir os olhos do público para as jogadas e manobras políticas, mas sendo sempre narrado de uma forma muito cómica.

    O "Vice" surpreendeu-me bastante pela positiva, e pela forma divertida como abordou questões tão sérias e que foram tão decisivas para a história da América. Recomendo este filme a todas as pessoas que se interessem por filmes biográficos, pelo mundo da política, e que estejam dispostos a dar umas boas gargalhadas...  

    Alguém daqui já viu o filme?

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O debate do momento: HBO vs Netflix

 

    Sendo eu uma fã incondicional de séries, já sou uma subscritora da Netflix há uns bons meses. No entanto, o meu amor por ela nunca foi muito fiel, e por isso fui experimentando outras plataformas (PopCorn time, Tugaflix, Mr Piracy...) para ver se encontrava a tal, a plataforma perfeita com que sempre sonhei... - mas até agora nada.

    A meu ver, à Netflix, falta muita variedade, e séries que considere realmente boas (tirando "La Casa de Papel" e uma ou outra, a maioria dos ditos 'sucessos' da Netflix não me atraiem minimamente). E eu sei que me podem achar um pouco esquisita com as séries, e sou mesmo, mas este é apenas o meu ponto de vista.

    Por isso, decidi reunir os prós e contras das duas plataformas, que encontrei num artigo do site NIT, de um ponto de vista muito mais imparcial.

 

  • SÉRIES: As séries originais da HBO foram consideradas melhores, de modo geral ("A Guerra dos Tronos", "True Detective", "Westworld", "Sexo e a Cidade..."), no entanto a Netflix vence pela quantidade - se eles dizem...
  • FILMES: Tanto na Netflix como na HBO, os filmes foram considerados muito bons e até, nalguns casos, repetidos ("Harry Potter", "Mulher Maravilha", "The Conjuring", "Velocidade Furiosa"... são alguns dos filmes presentes em ambas as plataformas);
  • SECÇÃO PARA CRIANÇAS: Também para os mais pequenos, as duas plataformas têm catálogos muito semelhantes (tanto na HBO como na Netflix pode-se ver: "A Porquinha Peppa", "Kong-Fu Panda", "Shrek", etc.). Ambas têm separadores específicos para as crianças acederem a determinados conteúdos, e as duas permitem haver controlo parental. 
  • DOCUMENTÁRIOS: Já nos documentários, o vencedor é claramente a Netflix. A HBO tem apenas 5 séries documentais, enquanto que a Netflix apresenta uma variedade muito maior - e melhor ("Making a Murderer", "The Keepers", "Trump - An American Dream", etc.)!
  • OS DISPOSITIVOS: Tal como a Netflix, a HBO pode ser vista em qualquer smartphone, smart TV, tablet e computador. Contudo, apesar do aparente empate, nalguns dispositivos a app da HBO ainda não está a funcionar corretamente, visto ter sido lançada há muito pouco tempo (e haver ainda correções a fazer).
  • A IMAGEM: A nível da imagem, a Netflix apresenta no plano premium Ultra HD, enquanto que a HBO não apresenta conteúdos 4K. Desta forma, a Netflix sai também vencedora desta categoria.
  • O PREÇO: Na questão do preço, as duas plataformas funcionam de maneira muito diferente. Enquanto que a Netflix tem três planos distintos para quem quiser aderir ao serviço (o mais básico permite ver filmes e séries num só dispositivo de cada vez; o plano standard permite teres acesso à Netflix em dois dispositivos ao mesmo tempo, com conteúdos em HD; e o plano premium dá para quatro dispositivos em simultâneo com HD ou Ultra HD), na HBO só existe um plano. O custo mensal é de 4,99€ e os clientes só podem registar cinco dispositivos diferentes por conta, com duas transmissões em simultâneo. Por isso, apesar de a HBO apresentar melhor preço, é mais limitativo nos dispositivos que são utilizados, já que nas contas da Netflix não há um limite.

    E vocês, são #TeamNetflix, ou #TeamHBO? 

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O Culpado: o filme "audiobook"

 

    Há dias fui ver este filme ao cinema, e foi algo de tão incrível que nem havia hipótese de não fazer review no blog!

    Sem vos dar spoilers, vou só dizer o básico (que podem ver no trailer). O filme é um thriller, e é todo ele passado numa central de emergências (sim, uma hora e meia de filme toda passada no mesmo local!), onde trabalham aquelas pessoas que atendem os telefonemas do 112. Por isso, aviso-vos já: se não gostam de filmes parados, ou se a vossa perdição são filmes cheios de ação e movimento, este filme não é definitivamente para vocês.

    No entanto... se gostam de boas histórias, cheias de suspense, mistério e bons finais (como eu!), podem continuar a ler. O que acontece é que a história foca-se num ex-polícia, que durante o seu trabalho, atende uma chamada de urgência de uma mulher raptada. No entanto, a chamada vai abaixo e a partir daí o protagonista começa a fazer tudo o que tem ao seu alcance para conseguir resgatar esta mulher em perigo. Mas... o crime toma proporções que ninguém estava a contar.

    Na minha opinião, este filme é genial não só pela história que nos prende desde o início, como também pela forma como ele está feito. Como vos disse, ele é todo passado numa central de emergências, o que implica que toda a "ação" que acontece é passada através dos telefonemas que o ex-polícia recebe: desde os gritos que ele ouve da mulher raptada, até ao diálogo com o seu raptor, etc. Vocês em momento algum vêem as personagens onde o crime acontece, apenas ouvem as suas vozes, os seus passos, etc. Tudo o resto cabe-vos a vocês imaginar o que aconteceu!

    Por isso, meus caros, é que considero este filme um excelente audiobook, e uma excelente oportunidade para colocarem a vossa imaginação em prática.  "O Culpado" tem a classificação de 7,6 no IMDB, e o seu trailer está disponível aqui, caso queiram dar uma espreitadela.

    Conhecem o filme? Se sim, qual foi a vossa opinião?

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Eu vi o Programa da Cristina!

 

    Estreou hoje o Programa da Cristina na SIC, e eu (tal como imagino milhares de pessoas) não perdi a sua estreia!

    E para quem não viu, aqui fica o resumo. O António Raminhos iniciou o programa, de toalha à cintura, na "WC" da Casa da Cristina (típico ), para depois apresentaram a nova rubrica do programa com ele, a Joana Marques e a Madalena Abecasis. Entratanto, a porta da casa da Cristina deixou de abrir e os convidados não conseguiam entrar... (o que foi super engraçado 

    Havia também um coro (sim, um coro!) cada vez que o António Raminhos dizia a palavra "bidé" (que lhe é muito característico). E por último, às tantas, apareceu o "médico ao domicílio" a falar-nos de infeções urinárias de uma forma super cómica e descontraída (se quiserem andar para trás e ver o programa, aconselho-vos a verem esta parte também!).

    Em momentos mais sérios tivemos a conversa com a mãe de Rui Pedro e com a Custódia Gallego, que são mulheres fantásticas...

    Entretanto, ligou o presidente à Cristina para lhe dar um beijinho de boa sorte, e lá me vieram os arrepios do osso à espinha.

    Houve também a rúbrica "Sobe e Desce", onde a Cristina vai viver um dia inteirada noutra realidade, diferente da dela; e neste episódio ela foi conhecer o dia-a-dia das mulheres de Castro Laboreiro. Eu gostei da ideia, mas achei que a reportagem levou demasiado tempo do programa, o que na minha opinião foi um pouco desnecessário.

    Depois disso, houve espaço para a típica crónica criminal, onde falaram do caso do Carlos Castro, tema que achei muito interessante. Por fim, houve a entrevista com o Luís Filipe Vieira, numa conversa muito informal e descontraída, onde ele falou sobre a sua história de vida, enquanto jogava às cartas com a Cristina - com risos e choros incluídos (sim, o Luís Filipe Vieira chorou! ).

    No final, achei muito inteligente o facto da Cristina oferecer ao público, que foi assistir presencialmente ao programa, viagens para o estrangeiro (o que me deixou com um bocadinho de inveja, confesso, mas entretanto fui-me empanturrar em doces e passou ).

    Resumindo e baralhando, gostei muito do programa da Cristina. Acho que foi feito num ambiente muito informal, o que eu gostei imenso; com boas surpresas; temas muito pertinentes e um conceito de "estar em casa", que foi muito agradável. Vocês, viram o programa? O que acharam? 

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#10Review: Pesquisa Obsessiva

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    "A filha de David Kim desapareceu. Ele não a consegue encontrar. Até descobrir quem ela é realmente."

    Foi assim que me cativou a sinopse do filme Pesquisa Obsessiva (ou "Searching" em inglês). Este filme é gravado de uma forma muito curiosa, pois a história é contada através de dispositivos tecnológicos (podem ver o que estou a dizer no trailer), o que torna, na minha opinião, o filme muito mais original e cativante.

    A história demonstra até onde um pai está disposto a ir pela sua filha, que se encontra desaparecida, e a importância das redes sociais nesta sua procura. Hoje em dia, tudo o que somos está online, e é interessante ver como este pai só conhece realmente a filha quando acede ao seu computador. É um thriller atual, que podia muito bem ser baseado numa história verídica, e com um desfecho que me agradou bastante. Recomendo vivamente!

    Alguém por aqui que já ouviu falar deste filme? 

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#9 Review: Um Pequeno Favor

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    Bem sei que já não vos trazia reviews de filmes há algum tempo, mas ontem fui ver este filme ao cinema e achei-o tão interessante, que tinha que vir partilhar com vocês o meu testemunho...

    Para quem me conhece, sabe que eu adoro filmes e séries de mistério, crime e thrillers, e desde o primeiro minuto que eu vi o trailer deste filme que eu tinha uma curiosidade parva para o ir ver ao cinema. Primeiro, adoro trailers que não contem toda a história do filme - para mim quanto menos digam, melhor! Depois, há todo um suspense no ar... Sabe-se que uma pessoa desaparece, que é a melhor amiga da personagem principal, mas não há muito mais que isso que se consiga perceber.

    O filme em si é...algo fantástico. Mistura o humor (negro), com um mistério único que só a Blake Lively e a Anna Kendrick (as protagonistas) conseguiriam representar. E o final é, apesar de tudo, super inesperado... Digo-vos que, em pleno intervalo do filme, eu já tinha 3 possíveis finais traçados, e no final nenhum deles acabou por acontecer. Das duas uma, ou sou péssima a adivinhar finais, ou o filme é completamente surpreendente. (E eu gosto de pensar que se trata da segunda opção... )

    E... mais não digo! Não vos quero estragar a surpresa que todo o filme envolve. Toca de ir ver o trailer, e caso gostem (e como é possível não gostar?!), toca de ir ao cinema já, já, já! Agradecem depois... 

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"Sou sexy, eu sei!" (contém spoilers!)

    Foi este o filme que fui ver este fim-de-semana e...OH MÃE DO CÉU! "Como é que não se lembraram de um filme assim, há mais tempo?" era a única questão que me passava pela cabeça no cinema.

    Este filme é tão bom, e tem uma mensagem tão fantástica que todas as mulheres, - e homens! -, deviam ter a oportunidade de o conhecer! Para quem não sabe, o filme é sobre a vida da Renee Bennett, uma rapariga que lida com graves problemas de auto-estima, não se valoriza e tem um discurso super derrotista acerca da sua auto-imagem.

    Até que um dia ela tem um "acidente" no ginásio onde fazia exercício, e tudo muda: ela passa-se a ver como a pessoa mais bela e confiante de sempre. E a sua atitude consigo própria, e com o mundo, muda! Ela passa-se a sentir segura da forma como se arranja e apresenta, ganha confiança para se candidatar ao emprego que sempre quis (uma empresa cheia de modelos), e até ousa em convidar rapazes para sair, algo que nunca teria tido coragem para fazer antes. No fundo, passa-se a sentir sexy, e influencia tudo o que está à sua volta: arranja o emprego de sonho, namorado, e, mais importante, amor em si própria!

     E isso fez-me pensar em escrever este post, e partilhar esta mensagem convosco. No fundo, todos nós temos as nossas inseguranças. Seja por aspetos físicos, psicológicos, cognitivos, emocionais, sociais, traços de personalidades, o que for! E a sociedade em que vivemos já nos relembra constantemente as nossas inseguranças (os media *cough cough*), não precisamos de mais reforço negativo uns dos outros.

    Hoje desafio-vos a pensarem sobre as vossas qualidades, tudo aquilo que gostam e se orgulham em vocês, e a escreverem-me algumas delas na caixa de comentários! Vamos ver quantas pessoas confiantes estão aptas para este desafio!

    Lembremo-nos que ao direccionarmos a nossa atenção e energia para as coisas boas que nós temos, estamos a inferiorizar tudo aquilo que consideramos uma "fraqueza", e mais facilmente encontramos provas de que somos realmente bons e merecedores de uma óptima auto-estima. Todos nós somos seres humanos, e é normal termos as nossas inseguranças de vez em quando, não podemos nunca é que elas nos definem! 

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La Casa de Papel: o vício

Atenção: Contém Spoilers! 

    Aposto que estão todos muito espantados. O quê? Tu a veres a La Casa de Papel? Ah, que espanto. Sou só eu, e meio mundo. Eu sei, é muito pouco "fora do baralho", mas o que posso dizer? Estou rendida à série do momento.

    Acabei ontem a primeira temporada, e vou hoje entrar para a segunda. Digo-vos, não faço a mínima ideia como é que eles se vão safar desta, mas tenho a certeza de que vai sair algo brilhante! É mesmo daquelas séries que não quero que chegue ao fim...

    Honestamente, o trailer não me atraiu por aí além. A ideia de ver uma série baseada num assalto não me pareceu muito inovador, e até comentei lá pelo Twitter que me fazia lembrar o filme do Ocean's Eleven.

    Mas claramente, enganei-me. Primeiro, é uma série, e não um filme. O que por si só quer dizer que não é só "um assalto", e tem que ter muito mais história por detrás (que é lindíssima, e tem um impacto brutal, por causa do papel da resistência...)

    E depois, estou apaixonada pelos personagens, e com isto quero dizer, com os actores. Acho que foram escolhidos a dedo para a série, e não podiam ter feito uma melhor escolha. Devo confessar que deles todos, o Professor (*digo isto com o sotaque espanhol*) tem um lugar especial no meu coração... 

    Outra coisa que adoro é o final de todos os episódios me deixarem de boca aberta... Acho que isso pode ser o grande 'tcharam' da série. Conseguiram escrever uma boa série, com excelentes atores, uma banda sonora que toca a todos, e ao mesmo tempo conseguiram agarrar os espectadores em todos os episódios...

    Porque às páginas tantas, como já ouvia há dias na letra de uma canção, "Entre o bem e o mal, a linha é ténue, meu bem." 

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#6 Review: A forma do quê??

(o post contém spoilers!)

 

    Eu sou a Carta, e sei que ando super atrasada nas reviews dos filmes, ok? Sei que a "Forma da Água" já saíu há imenso tempo, e foi falada por imensos blogs, mas eu só o vi agora, por isso vão ter de ter paciência comigo...

    Ora muito bem, quando o filme começou a ser falado por todo o lado, eu fui-me informar sobre o que era a história e sinceramente não me interessou muito - para não dizer nada (talvez por isso dizem que as mulheres têm um 6º sentido...). Mas como foi nomeado para quase todas as categorias dos Óscares ou que lá é, eu pensei "bom, lá tenho eu que o ver, porque quero saber o que é que aquilo tem de tão especial..."

    Nada, digo-vos eu, não tem rigorosamente nada de especial. Foi um dos filmes mais nonsense que vi em toda a minha vida.

    A história por si só já é o que é, uma humana a apaixonar-se por um homem-peixe (ou "pequeno-sereio"), mas eu ainda tinha a esperança que fosse algo mais profundo do que isso, ou que fosse explorado de outra forma, nem sei. A esperança é sempre a última a morrer.

    Primeiro, cenas intímas/nudez do nada. Vê-se mesmo que algumas cenas eram só "para dar canal" como dizem, não trazendo qualquer propósito para o filme. Depois, não consegui perceber que tipo de filme é que estava a ver, e isso irritou-me: se era comédia, drama, romance, sobrenatural, histórico, enfim... Eu não sabia se ria, ou chorava com algumas das cenas (na maioria ri-me porque pronto, não gosto de chorar né).

    E as personagens! Eram tão random... Afinal o homem-peixe era um ser, ou um Deus? Foi um género de filme de super-heróis ou era simplesmente estúpido? Tenho tantas dúvidas em relação a este filme.

    O final foi escusado, na minha opinião. Tinham mesmo que lhe nascer as guelras, a ela? Quando eu pensava que o filme já não podia fazer menos sentido, pumba, ela torna-se peixa!

    Mas vou-vos dizer o que foi, para mim, o pior deste filme, aquilo que mais me chocou (.- não sou eu a Carta, amante de gatos...). Quando o homem-peixe mata o gato do vizinho da Elisa, e a forma como o mata... Digo-vos, até hoje tenho pesadelos com essa cena, e eu FECHEI OS OLHOS!. Foi outra das cenas desnecessárias, na minha opinião.

    Como puderam perceber, não fui a maior fã deste filme... E espero muito sinceramente que não ganhe Óscar de melhor filme ou algo do género, senão vou mesmo ficar chateada...  Vocês já viram "A forma da água"? O que acharam?

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#5 Review: Haters Back Off

    Para quem não sabe fica desde já a saber que eu sou uma fã ,(barra stalker), da youtuber Colleen Ballinger, que já acompanho há algum tempo... E ela criou uma série ,"Haters Back Off" da Netflix, que estreou há um ano e qualquer coisa, a basicamente narrar a história de vida da personagem que ela criou (e que a fez um sucesso no youtube), a famosa Miranda Sings.  

    A Miranda Sings nasceu de uma sátira a todas as pessoas que faziam vídeos no youtube a cantarem, que tinham péssimas vozes, mas que se achavam as melhores, e superiores a toda a gente. A Colleen começou a achar piada a este fenómeno, e começou ela própria a desenvolver um personagem convencida, irritante, com uma voz horrível (quando ela na verdade estudou canto desde pequena), e que se achava famosa.

    A partir daí ela começou a mencionar outros 'personagens' nos seus vídeos, como a mãe (interpretada pela Angela Kinsey), que a fazia todas as vontades e a mimava o máximo possível, e o tio (Steve Little), inseparável de Miranda de formas às vezes até demasiado bizarras, e que vivia obececado com o seu sucesso. 

    A série desenvolveu-se a partir daí, acrescentando mais personagens à mistura, e mais história. Uma comédia a não perder, com personagens demasiado fora do normal, mas que nem por isso deixam de vos pôr as emoções à flor da pele.  Recomendo vivamente a todos aqueles que têm um humor mais... alternativo.

    De salientar, que a segunda temporada saíu há uma semana e está muito melhor do que a primeira. Portanto, se já fizeram uma maratona à primeira temporada e estão com medo de arriscar a segunda tentativa, nada temam, prometo-vos que não vos irão decepcionar. Vão chorar, rir muito, e pedir por mais! 

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