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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

La Casa de Papel: A frustração (com spoilers!)

 

    Apesar de eu já ter acabado de ver a 3ª temporada há algum tempo, acho que só agora tive tempo suficiente para 'digerir' tudo aquilo que aconteceu...  Por isso, cá vai a minha review, em formato de síntese:

 

    Rio - O cromo: Então este tótó vai-me dizer: "Ah e tal se eu soubesse onde estava o Professor, acreditem que eu teria dito!" ?! Só por causa daquilo tudo que ele passou, que diz que foi 'uma tortura'? Ó meu amigo, tortura à séria é viveres em Portugal na altura da greve dos motoristas, isso é que é!! Só o tempo que vais estar na fila para encheres o teu carro na bomba de gasolina, ainda morres antes de chegar a tua vez... 

    Tokio - A criança: Acho que esta é daquelas personagens que se torna mais irritante com a idade. Cada vez que mexe uma palha, só faz porcaria... Deve estar a competir o lugar contra o Arturito. 

    Nairobi - A guerreira: O meu amor pela Nairobi cresceu muito nesta temporada... Eu só pensava: "Ora aí é que está uma mulher com os dito cujos no sítio, sim senhora!"  Nem te atrevas a morrer, rapariga! Precisamos da tua força!

    Professor - O cérebro: Eu continuo a fascinar-me pelo cérebrozinho fantástico deste homem... Contudo, não pude evitar reparar numa (das) grandes falhas dos seus planos. Então o homem que pensa em tudo, não se lembra de colocar um assaltante que fosse médico no assalto, para curar a gente toda que fosse preciso? Era um prejuízo que se poupava, pá!

    Lisboa - A apaixonada: Ora aí está uma grande homenagem à nossa cidade, e ao nosso país!  Esta 'Lisboa' foi a maior surpresa positiva que houve em toda a temporada, e a personagem que mais me deu taquicardia (na cena do será-que-ela-vai-morrer-ou-desbronca-se-toda...) Que MULHER!

 

    E pronto, estes foram os personagens que mais se destacaram, a meu ver, nesta temporada de LCDP.

    Por esse lado, já acabaram de ver a série? Se sim, o que acharam do final? 

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A primeira vez que eu vi "O Rei Leão"

 

    Este fim-de-semana fui ver, pela primeira vez, o filme do Rei Leão ao cinema. E sim, leram bem, eu nunca tinha visto o Rei Leão... Simplesmente não calhou, e não era dos filmes que mais me chamava a atenção. Mas agora, tenho algumas coisas que gostava de partilhar com vocês.

    Em relação à história, a primeira coisa que me vem à cabeça é: o Scar realmente é um grandessísimo bitch, e com toda a certeza o pior vilão da Disney que conheço (quem é que mata o seu próprio irmão, e faz com que o sobrinho pense que a culpa é dele, em nome de ser rei?! ), e teve com certeza o final que mereceu. Já o Timon e o Pumba são os personagens que eu mais adoro, e que mais me fizeram rir com a sua vibe tão positiva, e descontraída. Gostei muito.

    Relativamente ao live-action, devo-vos confessar que achei muito estranho. Era algo que já me tinha passado pela cabeça, mesmo antes de ver o filme: "Como é que raio eles vão simular leões de verdade, a falarem e cantarem, sem parecer idiota?!"

    Eu gostei do filme, a sério que sim, e os animais eram super adoráveis, mas não posso evitar achar esquisito não ver aquela expressividade dos animais, característico dos filmes de animação da Disney (por exemplo, não ver o Simba chorar quando o Mufasa morreu; ter dificuldade em ler as expressões faciais dos animais, e até dificuldade em distinguir os próprios animais da mesma raça - como o Simba e a Nala, em crias). Sei que isso acontece porque o objetivo era fazer com que eles se parecessem o máximo possível a animais de verdade, mas para mim foi estranho na mesma. Também a parte musical ficou, algumas vezes, estranha de se ver, e acredito que na animação a mensagem fosse muito melhor passada.

    E esta foi a minha opinião sobre o novo filme "O Rei Leão", versão live-action. Alguém daqui já foi ver o filme ao cinema? Se sim, o que acharam?

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#16BookReview: A Rapariga do Antes

 

Sinopse:

    «Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»
    O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.
    EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…
    JANE: Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz.
    Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes. 

 

Opinião:

    Gostei muito do suspense psicológico deste livro. Houve até alturas em que me deixou sem sono só a pensar o que é que poderia acontecer a seguir!  Na minha opinião, tem um bom plot-twist, mas depois tem outro mais fraquito (que não consideraria sequer plot-twist). Do ponto de vista psicológico o livro é muito interessante porque explora as obsessões, e as várias formas delas se manifestar.

    No entanto, acho que há coisas que podia melhorar. Considero que algumas das personagens são pouco credíveis, com diálogos e atitudes que nem sempre foram coerentes (Por exemplo, na história a Emma recusava-se a ter relações sexuais com o seu namorado por estar ainda traumatizada por ter sido violada, mas depois aceitou prontamente ter relações quando foi abordada por Edward, que era ainda um desconhecido para ela...). Além disso, também achei que houve alguns bocados da história que no final acabaram por não ser muito bem explicados (Como quem é que andava a fazer as ameaças à Emma, como ficou o caso do Deon Nelson, etc.).

    De modo geral, "A Rapariga do Antes" é um bom thriller psicológico com uma história cativante, e uma boa moral (a que eu interpretei foi: "Não devemos procurar a perfeição, mas sim a nossa felicidade", e o final da Jane é prova disso mesmo). Por isso recomendo bastante a quem gosta de livros dentro do mesmo género. 

    Alguém por aí conhece este livro, e/ou o autor? 

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#15Review: Solum (com spoilers!)

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    Este fim-de-semana tive a oportunidade de ir ver o "Solum" ao cinema, um filme português realizado pelo Diogo Morgado.

    Eu tinha muita curiosidade em ver este filme porque depois de ver o trailer, pareceu-me por um lado muito semelhante aos "Hunger Games", e por outro, tinha algo de 'je ne sais quois' que me intrigava.

 

    Por isso, e sem mais demoras, vou-vos falar das mais valias deste filme:

  1. Foi gravado em Portugal, e mostra as paisagens mais bonitas da ilha dos Açores, o que me faz sentir um orgulho enorme pelo nosso país;
  2. É um filme português diferente dos outros. O que não gosto nos filmes portuguêses é que são todos iguais: ou aquelas comédias sem graça, ou filmes de sexo e violência à mistura. Este destaca-se pela sua originalidade e por ser outside the box;
  3. A moral do filme. A ideia de que a humanidade está a destruir o planeta, por causa do aquecimento global, poluição e guerras, é muito boa e faz-nos refletir sobre o que todos nós temos estado aqui a fazer.

 

    Agora, os pontos negativos (e as principais razões porque a maioria das pessoas detestou este filme):

  • História muito confusa, e houve muitos momentos em que tive dificuldade em acompanhar o que se estava a passar. Também fiquei com muitas questões por esclarecer: O que levou estas pessoas a participar neste jogo? Quais foram os seus motivos? Qual o prémio final deste jogo? Era suposto acreditarmos que o jogo era real, ou virtual? Enfim, muita coisa mal explicada.
  • Os efeitos especiais do filme eram muito maus, o que acabou por me estragar um pouco a minha experiência cinematográfica...
  • E as músicas estavam desnecessariamente altas, e dramáticas, para as cenas do filme.

 

    Por isso, se tivesse que classificar este filme de 0-10, daria provavelmente um 5,5. Porque teve tantas coisas boas como más, mas dou-lhe um bónus pelo plot-twist do final. 

    Algum de vocês já foi ver o "Solum" ao cinema? Se sim, o que acharam?

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#14Review: Vice

 

    No último fim-de-semana fui ver o filme "Vice" ao cinema, um filme biográfico que conta a história de Dick Cheney e a sua luta para se tornar o vice-presidente mais poderoso dos EUA.

    Eu vou ser sincera, filmes políticos não são propriamente a minha perdição, e quem lê as minhas reviews aqui no blog há algum tempo sabe que a maioria dos filmes que costumo ver são thrillers, mistérios e suspense. No entanto, apesar deste filme não nos cortar propriamente a respiração, dá-nos uma imagem muito interessante da mente de Cheney, e da forma calculista e ao mesmo tempo despercebida com que conseguiu manipular tudo e todos.

    De forma semelhante à série "House of Cards", o "Vice" também nos permite conhecer os bastidores da política americana, mas desta vez da vida real. O que mais me atraiu no filme foi o facto de tentar, ao máximo, abrir os olhos do público para as jogadas e manobras políticas, mas sendo sempre narrado de uma forma muito cómica.

    O "Vice" surpreendeu-me bastante pela positiva, e pela forma divertida como abordou questões tão sérias e que foram tão decisivas para a história da América. Recomendo este filme a todas as pessoas que se interessem por filmes biográficos, pelo mundo da política, e que estejam dispostos a dar umas boas gargalhadas...  

    Alguém daqui já viu o filme?

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O debate do momento: HBO vs Netflix

 

    Sendo eu uma fã incondicional de séries, já sou uma subscritora da Netflix há uns bons meses. No entanto, o meu amor por ela nunca foi muito fiel, e por isso fui experimentando outras plataformas (PopCorn time, Tugaflix, Mr Piracy...) para ver se encontrava a tal, a plataforma perfeita com que sempre sonhei... - mas até agora nada.

    A meu ver, à Netflix, falta muita variedade, e séries que considere realmente boas (tirando "La Casa de Papel" e uma ou outra, a maioria dos ditos 'sucessos' da Netflix não me atraiem minimamente). E eu sei que me podem achar um pouco esquisita com as séries, e sou mesmo, mas este é apenas o meu ponto de vista.

    Por isso, decidi reunir os prós e contras das duas plataformas, que encontrei num artigo do site NIT, de um ponto de vista muito mais imparcial.

 

  • SÉRIES: As séries originais da HBO foram consideradas melhores, de modo geral ("A Guerra dos Tronos", "True Detective", "Westworld", "Sexo e a Cidade..."), no entanto a Netflix vence pela quantidade - se eles dizem...
  • FILMES: Tanto na Netflix como na HBO, os filmes foram considerados muito bons e até, nalguns casos, repetidos ("Harry Potter", "Mulher Maravilha", "The Conjuring", "Velocidade Furiosa"... são alguns dos filmes presentes em ambas as plataformas);
  • SECÇÃO PARA CRIANÇAS: Também para os mais pequenos, as duas plataformas têm catálogos muito semelhantes (tanto na HBO como na Netflix pode-se ver: "A Porquinha Peppa", "Kong-Fu Panda", "Shrek", etc.). Ambas têm separadores específicos para as crianças acederem a determinados conteúdos, e as duas permitem haver controlo parental. 
  • DOCUMENTÁRIOS: Já nos documentários, o vencedor é claramente a Netflix. A HBO tem apenas 5 séries documentais, enquanto que a Netflix apresenta uma variedade muito maior - e melhor ("Making a Murderer", "The Keepers", "Trump - An American Dream", etc.)!
  • OS DISPOSITIVOS: Tal como a Netflix, a HBO pode ser vista em qualquer smartphone, smart TV, tablet e computador. Contudo, apesar do aparente empate, nalguns dispositivos a app da HBO ainda não está a funcionar corretamente, visto ter sido lançada há muito pouco tempo (e haver ainda correções a fazer).
  • A IMAGEM: A nível da imagem, a Netflix apresenta no plano premium Ultra HD, enquanto que a HBO não apresenta conteúdos 4K. Desta forma, a Netflix sai também vencedora desta categoria.
  • O PREÇO: Na questão do preço, as duas plataformas funcionam de maneira muito diferente. Enquanto que a Netflix tem três planos distintos para quem quiser aderir ao serviço (o mais básico permite ver filmes e séries num só dispositivo de cada vez; o plano standard permite teres acesso à Netflix em dois dispositivos ao mesmo tempo, com conteúdos em HD; e o plano premium dá para quatro dispositivos em simultâneo com HD ou Ultra HD), na HBO só existe um plano. O custo mensal é de 4,99€ e os clientes só podem registar cinco dispositivos diferentes por conta, com duas transmissões em simultâneo. Por isso, apesar de a HBO apresentar melhor preço, é mais limitativo nos dispositivos que são utilizados, já que nas contas da Netflix não há um limite.

    E vocês, são #TeamNetflix, ou #TeamHBO? 

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O Culpado: o filme "audiobook"

 

    Há dias fui ver este filme ao cinema, e foi algo de tão incrível que nem havia hipótese de não fazer review no blog!

    Sem vos dar spoilers, vou só dizer o básico (que podem ver no trailer). O filme é um thriller, e é todo ele passado numa central de emergências (sim, uma hora e meia de filme toda passada no mesmo local!), onde trabalham aquelas pessoas que atendem os telefonemas do 112. Por isso, aviso-vos já: se não gostam de filmes parados, ou se a vossa perdição são filmes cheios de ação e movimento, este filme não é definitivamente para vocês.

    No entanto... se gostam de boas histórias, cheias de suspense, mistério e bons finais (como eu!), podem continuar a ler. O que acontece é que a história foca-se num ex-polícia, que durante o seu trabalho, atende uma chamada de urgência de uma mulher raptada. No entanto, a chamada vai abaixo e a partir daí o protagonista começa a fazer tudo o que tem ao seu alcance para conseguir resgatar esta mulher em perigo. Mas... o crime toma proporções que ninguém estava a contar.

    Na minha opinião, este filme é genial não só pela história que nos prende desde o início, como também pela forma como ele está feito. Como vos disse, ele é todo passado numa central de emergências, o que implica que toda a "ação" que acontece é passada através dos telefonemas que o ex-polícia recebe: desde os gritos que ele ouve da mulher raptada, até ao diálogo com o seu raptor, etc. Vocês em momento algum vêem as personagens onde o crime acontece, apenas ouvem as suas vozes, os seus passos, etc. Tudo o resto cabe-vos a vocês imaginar o que aconteceu!

    Por isso, meus caros, é que considero este filme um excelente audiobook, e uma excelente oportunidade para colocarem a vossa imaginação em prática.  "O Culpado" tem a classificação de 7,6 no IMDB, e o seu trailer está disponível aqui, caso queiram dar uma espreitadela.

    Conhecem o filme? Se sim, qual foi a vossa opinião?

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Eu vi o Programa da Cristina!

 

    Estreou hoje o Programa da Cristina na SIC, e eu (tal como imagino milhares de pessoas) não perdi a sua estreia!

    E para quem não viu, aqui fica o resumo. O António Raminhos iniciou o programa, de toalha à cintura, na "WC" da Casa da Cristina (típico ), para depois apresentaram a nova rubrica do programa com ele, a Joana Marques e a Madalena Abecasis. Entratanto, a porta da casa da Cristina deixou de abrir e os convidados não conseguiam entrar... (o que foi super engraçado 

    Havia também um coro (sim, um coro!) cada vez que o António Raminhos dizia a palavra "bidé" (que lhe é muito característico). E por último, às tantas, apareceu o "médico ao domicílio" a falar-nos de infeções urinárias de uma forma super cómica e descontraída (se quiserem andar para trás e ver o programa, aconselho-vos a verem esta parte também!).

    Em momentos mais sérios tivemos a conversa com a mãe de Rui Pedro e com a Custódia Gallego, que são mulheres fantásticas...

    Entretanto, ligou o presidente à Cristina para lhe dar um beijinho de boa sorte, e lá me vieram os arrepios do osso à espinha.

    Houve também a rúbrica "Sobe e Desce", onde a Cristina vai viver um dia inteirada noutra realidade, diferente da dela; e neste episódio ela foi conhecer o dia-a-dia das mulheres de Castro Laboreiro. Eu gostei da ideia, mas achei que a reportagem levou demasiado tempo do programa, o que na minha opinião foi um pouco desnecessário.

    Depois disso, houve espaço para a típica crónica criminal, onde falaram do caso do Carlos Castro, tema que achei muito interessante. Por fim, houve a entrevista com o Luís Filipe Vieira, numa conversa muito informal e descontraída, onde ele falou sobre a sua história de vida, enquanto jogava às cartas com a Cristina - com risos e choros incluídos (sim, o Luís Filipe Vieira chorou! ).

    No final, achei muito inteligente o facto da Cristina oferecer ao público, que foi assistir presencialmente ao programa, viagens para o estrangeiro (o que me deixou com um bocadinho de inveja, confesso, mas entretanto fui-me empanturrar em doces e passou ).

    Resumindo e baralhando, gostei muito do programa da Cristina. Acho que foi feito num ambiente muito informal, o que eu gostei imenso; com boas surpresas; temas muito pertinentes e um conceito de "estar em casa", que foi muito agradável. Vocês, viram o programa? O que acharam? 

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#10Review: Pesquisa Obsessiva

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    "A filha de David Kim desapareceu. Ele não a consegue encontrar. Até descobrir quem ela é realmente."

    Foi assim que me cativou a sinopse do filme Pesquisa Obsessiva (ou "Searching" em inglês). Este filme é gravado de uma forma muito curiosa, pois a história é contada através de dispositivos tecnológicos (podem ver o que estou a dizer no trailer), o que torna, na minha opinião, o filme muito mais original e cativante.

    A história demonstra até onde um pai está disposto a ir pela sua filha, que se encontra desaparecida, e a importância das redes sociais nesta sua procura. Hoje em dia, tudo o que somos está online, e é interessante ver como este pai só conhece realmente a filha quando acede ao seu computador. É um thriller atual, que podia muito bem ser baseado numa história verídica, e com um desfecho que me agradou bastante. Recomendo vivamente!

    Alguém por aqui que já ouviu falar deste filme? 

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#9 Review: Um Pequeno Favor

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    Bem sei que já não vos trazia reviews de filmes há algum tempo, mas ontem fui ver este filme ao cinema e achei-o tão interessante, que tinha que vir partilhar com vocês o meu testemunho...

    Para quem me conhece, sabe que eu adoro filmes e séries de mistério, crime e thrillers, e desde o primeiro minuto que eu vi o trailer deste filme que eu tinha uma curiosidade parva para o ir ver ao cinema. Primeiro, adoro trailers que não contem toda a história do filme - para mim quanto menos digam, melhor! Depois, há todo um suspense no ar... Sabe-se que uma pessoa desaparece, que é a melhor amiga da personagem principal, mas não há muito mais que isso que se consiga perceber.

    O filme em si é...algo fantástico. Mistura o humor (negro), com um mistério único que só a Blake Lively e a Anna Kendrick (as protagonistas) conseguiriam representar. E o final é, apesar de tudo, super inesperado... Digo-vos que, em pleno intervalo do filme, eu já tinha 3 possíveis finais traçados, e no final nenhum deles acabou por acontecer. Das duas uma, ou sou péssima a adivinhar finais, ou o filme é completamente surpreendente. (E eu gosto de pensar que se trata da segunda opção... )

    E... mais não digo! Não vos quero estragar a surpresa que todo o filme envolve. Toca de ir ver o trailer, e caso gostem (e como é possível não gostar?!), toca de ir ao cinema já, já, já! Agradecem depois... 

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