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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

Casados à 2ª vista

 

    Este fim-de-semana estreou os "Casados à primeira vista", e OH-MEU-DEUS-EU-TINHA-TANTAS-SAUDADES-DAQUILO!!
 
    (E quero desde já vos dizer, que não quero ler nenhum spoiler na caixa de comentários, que serão todos exterminados, e mandados para o Inferno! )
 
    Em relação aos meus comentários sobre os casais que se conhece, até agora:
 
Ana Raquel + Paulo = Foi o outro "Sónia e João" do programa, onde tiveram que pôr uma gajinha, má como as cobras, com um pobre coitado que só queria casar, e encontrar o amor (ou ser famoso?!… - ainda por averiguar)
 
Inês + Hugo = Vou ser sincera, quando me apercebi que tinham posto um agricultor nos Casados pensei que estava a ver o programa errado, por momentos…  Ele parece um típico cromo, com um ar bem-disposto e divertido, agora a ver se a Inês já não tem esse repetido na sua caderneta...
 
Marta + Luís = Pobres infelizes. Então já não basta terem tido um date falhado no passado, como agora terem de casar com ele, em plena televisão nacional? Não podiam ter tido melhor pontaria. Eu aconselhava-os a jogarem o Euromilhões!
 
Pedro + Liliana = Já estou a ver que vai ser o casal sensação do momento. E também já estou a ver o quão desiludida irei ficar quando descobrir que não ficam juntos no final (tenho cá um feeling, espero estar enganada... ).
 
    Qual é a vossa opinião sobre a segunda temporada dos "Casados à primeira vista"? Têm visto os diários?
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#20Review: Joker

(com spoilers!)

 

    Este fim-de-semana fui com o gajinho ver o "Joker", que era um filme que ele já queria ver há imenso tempo; e achei imensa piada porque eu, acabando inicialmente por ir 'arrastada', acabei por gostar muito mais do filme do que ele 

    Isto porque tínhamos expectativas completamente diferentes do que o filme acabou por ser. Ambos pensávamos que ia ser um filme de super-heróis para a malta jovem, de ação, com o Batman lá à mistura... E afinal acabou por ser um filme bem adulto, com temas atuais, e que nos faz sair do cinema a refletir sobre o papel da sociedade na integração de indivíduos que se sentem completamente excluídos.

    O filme relata a história de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix - que, btw, está EXCELENTE no filme), que é apresentado como um palhaço triste e sem talento, e que se vai ocupando por trabalhos temporários e pouco dignos de forma a poder sustentar-se a si, e à sua mãe doente.

    Mas o próprio Arthur é também um homem doente. É acompanhado inicialmente por uma psicóloga, ao mesmo tempo que toma medicação para controlar os seus estados emocionais, - que são altamente instáveis devido a uma condição neurológica que ele tem, causando-lhe ataques de riso descontrolados cada vez que se sente melindrado emocionalmente.

    Portanto, em todo o filme o Arthur surge como vítima, constantemente humilhado e enganado por todos, o que lhe deteriora cada vez mais a sua saúde mental, ao ponto de ponderar cometer suicídio. E é nesta altura que se transforma no vilão Joker, onde se pretende vingar de todos aqueles que o humilharam e mal-trataram no passado.

    Apesar de não ser propriamente um filme cheio de reviravoltas e surpresas, o "Joker" ainda nos consegue surpreender em alguns momentos antes da completa transformação de Arthur Fleck. Mais, do ponto de vista psicológico, mostra na perfeição os períodos de descompensação que muitos dos doentes psiquiátricos passam (as alucinações, os delírios, os comportamentos impulsivos...), e a dor emocional que isso lhe causa.

    Por isso, se se interessam pela área da saúde mental e ficaram curiosos com aquilo que vos contei por aqui, aconselho-vos vivamente a verem este filme (é mesmo muito bom!!).

    Para finalizar, deixo-vos com a minha frase favorita do filme: ‘The worst part about having a mental illness is people expect you to behave as if you don’t.’

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#19Review: La víctima número 8

(SEM SPOILERS)

 

    Este fim-de-semana acabei de ver a minisérie: 'La víctima número 8' da Netflix. Já admiti, a mim própria, que estou rendida a séries/filmes espanhóis (culpa da Casa de Papel), por isso mais vale confessar logo aos 7 ventos que este é o meu guilty-pleasure, do que andar aí a ver as séries à socapa - como se tivesse a consumir uma droga ilegal.

    Em relação a esta série em si, devo-vos dizer que gostei bastante da temática. O racismo/ discriminação, os atentados, as forças jihadistas, os radicais... são temas da ordem do dia, e por isso acho bastante interessante que a Netflix tenha criado uma série em torno destas problemáticas.

    A sinopse da série pouco diz ("Um atentado em Bilbao mata sete pessoas e destrói a vida do suspeito jihadista e de todos que o cercam. Agora, ninguém mais é confiável."), mas é óptimo que assim seja! O espectador é surpreendido com nova informação, todos os episódios, o que traz alguns plot-twists e revelações surpreendentes à série. Esse é sem dúvida um dos seus pontos positivos, e uma das coisas que eu pessoalmente mais gostei de ver.

    Por outro lado, o final deixou um pouco a desejar, a meu ver... Com uma história tão cheia de suspense e surpresas, estava à espera de um final mais 'bonito', mais hollywoodesco (sem querer estar a dar spoilers a quem ainda não viu a série, e quer ver ). No entanto, percebo que os realizadores possam estar a dar espaço para uma segunda temporada (o que, pessoalmente, acho que não se justificava), mas que, se for para ter um final mais composto e menos aberto, sou toda a favor!

    Por esse lado, que séries vêem da Netflix, e o que me aconselham +- do mesmo género?

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La Casa de Papel: A frustração (com spoilers!)

 

    Apesar de eu já ter acabado de ver a 3ª temporada há algum tempo, acho que só agora tive tempo suficiente para 'digerir' tudo aquilo que aconteceu...  Por isso, cá vai a minha review, em formato de síntese:

 

    Rio - O cromo: Então este tótó vai-me dizer: "Ah e tal se eu soubesse onde estava o Professor, acreditem que eu teria dito!" ?! Só por causa daquilo tudo que ele passou, que diz que foi 'uma tortura'? Ó meu amigo, tortura à séria é viveres em Portugal na altura da greve dos motoristas, isso é que é!! Só o tempo que vais estar na fila para encheres o teu carro na bomba de gasolina, ainda morres antes de chegar a tua vez... 

    Tokio - A criança: Acho que esta é daquelas personagens que se torna mais irritante com a idade. Cada vez que mexe uma palha, só faz porcaria... Deve estar a competir o lugar contra o Arturito. 

    Nairobi - A guerreira: O meu amor pela Nairobi cresceu muito nesta temporada... Eu só pensava: "Ora aí é que está uma mulher com os dito cujos no sítio, sim senhora!"  Nem te atrevas a morrer, rapariga! Precisamos da tua força!

    Professor - O cérebro: Eu continuo a fascinar-me pelo cérebrozinho fantástico deste homem... Contudo, não pude evitar reparar numa (das) grandes falhas dos seus planos. Então o homem que pensa em tudo, não se lembra de colocar um assaltante que fosse médico no assalto, para curar a gente toda que fosse preciso? Era um prejuízo que se poupava, pá!

    Lisboa - A apaixonada: Ora aí está uma grande homenagem à nossa cidade, e ao nosso país!  Esta 'Lisboa' foi a maior surpresa positiva que houve em toda a temporada, e a personagem que mais me deu taquicardia (na cena do será-que-ela-vai-morrer-ou-desbronca-se-toda...) Que MULHER!

 

    E pronto, estes foram os personagens que mais se destacaram, a meu ver, nesta temporada de LCDP.

    Por esse lado, já acabaram de ver a série? Se sim, o que acharam do final? 

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A primeira vez que eu vi "O Rei Leão"

 

    Este fim-de-semana fui ver, pela primeira vez, o filme do Rei Leão ao cinema. E sim, leram bem, eu nunca tinha visto o Rei Leão... Simplesmente não calhou, e não era dos filmes que mais me chamava a atenção. Mas agora, tenho algumas coisas que gostava de partilhar com vocês.

    Em relação à história, a primeira coisa que me vem à cabeça é: o Scar realmente é um grandessísimo bitch, e com toda a certeza o pior vilão da Disney que conheço (quem é que mata o seu próprio irmão, e faz com que o sobrinho pense que a culpa é dele, em nome de ser rei?! ), e teve com certeza o final que mereceu. Já o Timon e o Pumba são os personagens que eu mais adoro, e que mais me fizeram rir com a sua vibe tão positiva, e descontraída. Gostei muito.

    Relativamente ao live-action, devo-vos confessar que achei muito estranho. Era algo que já me tinha passado pela cabeça, mesmo antes de ver o filme: "Como é que raio eles vão simular leões de verdade, a falarem e cantarem, sem parecer idiota?!"

    Eu gostei do filme, a sério que sim, e os animais eram super adoráveis, mas não posso evitar achar esquisito não ver aquela expressividade dos animais, característico dos filmes de animação da Disney (por exemplo, não ver o Simba chorar quando o Mufasa morreu; ter dificuldade em ler as expressões faciais dos animais, e até dificuldade em distinguir os próprios animais da mesma raça - como o Simba e a Nala, em crias). Sei que isso acontece porque o objetivo era fazer com que eles se parecessem o máximo possível a animais de verdade, mas para mim foi estranho na mesma. Também a parte musical ficou, algumas vezes, estranha de se ver, e acredito que na animação a mensagem fosse muito melhor passada.

    E esta foi a minha opinião sobre o novo filme "O Rei Leão", versão live-action. Alguém daqui já foi ver o filme ao cinema? Se sim, o que acharam?

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#15Review: Solum (com spoilers!)

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    Este fim-de-semana tive a oportunidade de ir ver o "Solum" ao cinema, um filme português realizado pelo Diogo Morgado.

    Eu tinha muita curiosidade em ver este filme porque depois de ver o trailer, pareceu-me por um lado muito semelhante aos "Hunger Games", e por outro, tinha algo de 'je ne sais quois' que me intrigava.

 

    Por isso, e sem mais demoras, vou-vos falar das mais valias deste filme:

  1. Foi gravado em Portugal, e mostra as paisagens mais bonitas da ilha dos Açores, o que me faz sentir um orgulho enorme pelo nosso país;
  2. É um filme português diferente dos outros. O que não gosto nos filmes portuguêses é que são todos iguais: ou aquelas comédias sem graça, ou filmes de sexo e violência à mistura. Este destaca-se pela sua originalidade e por ser outside the box;
  3. A moral do filme. A ideia de que a humanidade está a destruir o planeta, por causa do aquecimento global, poluição e guerras, é muito boa e faz-nos refletir sobre o que todos nós temos estado aqui a fazer.

 

    Agora, os pontos negativos (e as principais razões porque a maioria das pessoas detestou este filme):

  • História muito confusa, e houve muitos momentos em que tive dificuldade em acompanhar o que se estava a passar. Também fiquei com muitas questões por esclarecer: O que levou estas pessoas a participar neste jogo? Quais foram os seus motivos? Qual o prémio final deste jogo? Era suposto acreditarmos que o jogo era real, ou virtual? Enfim, muita coisa mal explicada.
  • Os efeitos especiais do filme eram muito maus, o que acabou por me estragar um pouco a minha experiência cinematográfica...
  • E as músicas estavam desnecessariamente altas, e dramáticas, para as cenas do filme.

 

    Por isso, se tivesse que classificar este filme de 0-10, daria provavelmente um 5,5. Porque teve tantas coisas boas como más, mas dou-lhe um bónus pelo plot-twist do final. 

    Algum de vocês já foi ver o "Solum" ao cinema? Se sim, o que acharam?

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"O Desaparecimento de Madeleine McCann": pais culpados, ou desesperados?

 

    Estreeou esta sexta, na Netflix, o documentário sobre o desaparecimento mais falado em todo o mundo. E eu, que já tinha ficado com a pulga atrás da orelha depois de ver o trailer, certifiquei-me de ver todos os 8 episódios do documentário, de uma hora cada (a meu ver, foi um exagero de episódios, pois 80% daquilo que diziam era repetido em cada um deles, ou eram referidos aspetos irrelevantes sobre o caso).

    E hoje vou dar-vos o meu veredicto. Depois de ter visto o documentário, que apesar de extremamente extenso é bastante detalhado, a única conclusão que posso tirar é que é impossível ter 100% certezas do que realmente aconteceu naquela noite a Madeleine, pois nunca houve qualquer prova física conclusiva. Foram considerados suspeitos o Robert Murat e os McCann, mas sem nenhuma prova bem fundamentada, apenas "suspeitas".

    Dito isto, posso também referir o seguinte:

 

  • Houve incongruências sim no discurso dos McCann e dos amigos na noite do desaparecimento. As horas em que uns diziam que foram verificar se estava tudo bem com as crianças não coincidiam às ditas pelos outros, no entanto, há que ter em conta que todos eles são médicos, e que se viesse ao de cima que as crianças estavam sem vigilância alguma, ou que lhes tinha sido dado algum sedativo para dormirem, as suas carreiras estavam arruinadas;
  • Houve várias falhas na atuação da polícia portuguesa. Por exemplo: o tempo de resposta deles foi lentíssima e a sua reação no momento muito fraca; num desaparecimento como estes, era normal que a família e amigos fossem considerados os principais suspeitos, mas só passado 1 mês é que eles começaram a ser postos em causa; o relatório enviado pela Inglaterra com os resultados das análises ao ADN que fora encontrado no carro foi só parcialmente traduzido pela PJ, de modo a fazer os pais de Madeleine parecerem culpados, etc.
  • Segundo Gonçalo Amaral, o chefe que esteve à frente desta investigação, os McCann eram os culpados pelo desaparecimento e morte da filha, que poderia ter sofrido algum tipo de acidente doméstico. Amaral dizia que, por isso mesmo, os pais queriam ocultar o corpo de Madeleine para não haver consequências para eles. Segundo ele, o corpo foi escondido numa arca frigorífica, para depois ser transportado no carro alugado para outro lugar. Pessoalmente, é-me um pouco difícil acreditar que os pais mantiveram o corpo durante 25 dias num lugar tão oculto assim, ainda para mais quando estavam a ser vigiados pelos media de 24 em 24h...
  • Se os McCann fossem realmente culpados, teriam feito todo este aparato social, e durante tantos anos? Soube-se que os pais contrataram um grande número de agências para investigar o caso, e que inclusivamente conseguiram fazer com que a investigação policial continuasse ativa até os dias de hoje! Algo que, mais uma vez, nos faz questionar sobre o facto de serem culpados.
  • Ficamos ainda com a ideia de poder haver uma perigosa rede de tráfico humano, que possa ter raptado Madeleine McCann. No entanto, fica tudo muito no ar e nada ainda foi encontrado sobre esta possível relação...

    Em resumo, e com base no documentário visto na Nelflix, parece-me que os pais de Madeleine McCann apresentaram um comportamento um tanto negligente na forma de cuidar dos filhos, mas não acho que possam ser os culpados pelo desaparecimento de Madeleine. 

    Algum de vocês também viu o documentário? O que acham sobre este caso?

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#14Review: Vice

 

    No último fim-de-semana fui ver o filme "Vice" ao cinema, um filme biográfico que conta a história de Dick Cheney e a sua luta para se tornar o vice-presidente mais poderoso dos EUA.

    Eu vou ser sincera, filmes políticos não são propriamente a minha perdição, e quem lê as minhas reviews aqui no blog há algum tempo sabe que a maioria dos filmes que costumo ver são thrillers, mistérios e suspense. No entanto, apesar deste filme não nos cortar propriamente a respiração, dá-nos uma imagem muito interessante da mente de Cheney, e da forma calculista e ao mesmo tempo despercebida com que conseguiu manipular tudo e todos.

    De forma semelhante à série "House of Cards", o "Vice" também nos permite conhecer os bastidores da política americana, mas desta vez da vida real. O que mais me atraiu no filme foi o facto de tentar, ao máximo, abrir os olhos do público para as jogadas e manobras políticas, mas sendo sempre narrado de uma forma muito cómica.

    O "Vice" surpreendeu-me bastante pela positiva, e pela forma divertida como abordou questões tão sérias e que foram tão decisivas para a história da América. Recomendo este filme a todas as pessoas que se interessem por filmes biográficos, pelo mundo da política, e que estejam dispostos a dar umas boas gargalhadas...  

    Alguém daqui já viu o filme?

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Eu vi o Programa da Cristina!

 

    Estreou hoje o Programa da Cristina na SIC, e eu (tal como imagino milhares de pessoas) não perdi a sua estreia!

    E para quem não viu, aqui fica o resumo. O António Raminhos iniciou o programa, de toalha à cintura, na "WC" da Casa da Cristina (típico ), para depois apresentaram a nova rubrica do programa com ele, a Joana Marques e a Madalena Abecasis. Entratanto, a porta da casa da Cristina deixou de abrir e os convidados não conseguiam entrar... (o que foi super engraçado 

    Havia também um coro (sim, um coro!) cada vez que o António Raminhos dizia a palavra "bidé" (que lhe é muito característico). E por último, às tantas, apareceu o "médico ao domicílio" a falar-nos de infeções urinárias de uma forma super cómica e descontraída (se quiserem andar para trás e ver o programa, aconselho-vos a verem esta parte também!).

    Em momentos mais sérios tivemos a conversa com a mãe de Rui Pedro e com a Custódia Gallego, que são mulheres fantásticas...

    Entretanto, ligou o presidente à Cristina para lhe dar um beijinho de boa sorte, e lá me vieram os arrepios do osso à espinha.

    Houve também a rúbrica "Sobe e Desce", onde a Cristina vai viver um dia inteirada noutra realidade, diferente da dela; e neste episódio ela foi conhecer o dia-a-dia das mulheres de Castro Laboreiro. Eu gostei da ideia, mas achei que a reportagem levou demasiado tempo do programa, o que na minha opinião foi um pouco desnecessário.

    Depois disso, houve espaço para a típica crónica criminal, onde falaram do caso do Carlos Castro, tema que achei muito interessante. Por fim, houve a entrevista com o Luís Filipe Vieira, numa conversa muito informal e descontraída, onde ele falou sobre a sua história de vida, enquanto jogava às cartas com a Cristina - com risos e choros incluídos (sim, o Luís Filipe Vieira chorou! ).

    No final, achei muito inteligente o facto da Cristina oferecer ao público, que foi assistir presencialmente ao programa, viagens para o estrangeiro (o que me deixou com um bocadinho de inveja, confesso, mas entretanto fui-me empanturrar em doces e passou ).

    Resumindo e baralhando, gostei muito do programa da Cristina. Acho que foi feito num ambiente muito informal, o que eu gostei imenso; com boas surpresas; temas muito pertinentes e um conceito de "estar em casa", que foi muito agradável. Vocês, viram o programa? O que acharam? 

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Review: Casados à primeira vista

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    Quem daqui viu ontem o "Casados à primeira vista", na SIC?  Eu já estava super entusiasmada quando a SIC veio confirmar a sua mais recente aposta, e depois do que vi ontem, vejo que não me vou desiludir com certeza! 

    Reparei que existem algumas pessoas um pouco confusas em relação ao facto dos casais se realmente casarem ou não, e apesar de ainda não ter percebido muito bem como funciona a versão portuguesa, posso-vos dizer como funciona as estrangeiras (as quais eu já era fã!). Nos programas "Married at first sight", lá fora, as pessoas só se conhecem realmente no próprio dia do casamento, contudo elas não se chegam a casar! 

    O que acontece é apenas uma cerimónia em tom de brincadeira, e o casal vai, depois disso, viver juntos durante 8 semanas. Só ao fim desse tempo, cabe-lhes a decisão de se casarem efetivamente, ou de se separarem.

    Por aquilo que percebi, o programa da SIC vai ter algumas alterações pois todas as semanas eles vão ter oportunidade de abandonar o "casamento", algo que difere das outras versões estrangeiras.

    Em relação à estreia de ontem, gostei imenso da forma como o programa está feito. ADOREI ver a intervenção dos psicólogos (obviamente ), os testes de personalidade que aplicam aos candidatos e a forma como eles fazem a compatibilidade entre as pessoas. Até agora também gostei muito dos participantes, havendo grande diversidade: do mais cromo e divertido, até ao tipo mais atleta e sofisticado.

    Uma das coisas que posso salientar como negativo (mas isso também já acontecia nas outras versões) é o facto de, em cada episódio, misturarem a história de 3 ou mais casais, tornando o programa um pouco mais confuso. Às tantas tenho um bocado mais de dificuldade em me lembrar quem é quem, e acharia muito mais simples se em cada episódio fosse apenas a história de um casal até ao fim...

    E vocês, o que acharam do programa?

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