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umacartaforadobaralho

"o segredo é teres sempre uma carta na manga"

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"O Desaparecimento de Madeleine McCann": pais culpados, ou desesperados?

 

    Estreeou esta sexta, na Netflix, o documentário sobre o desaparecimento mais falado em todo o mundo. E eu, que já tinha ficado com a pulga atrás da orelha depois de ver o trailer, certifiquei-me de ver todos os 8 episódios do documentário, de uma hora cada (a meu ver, foi um exagero de episódios, pois 80% daquilo que diziam era repetido em cada um deles, ou eram referidos aspetos irrelevantes sobre o caso).

    E hoje vou dar-vos o meu veredicto. Depois de ter visto o documentário, que apesar de extremamente extenso é bastante detalhado, a única conclusão que posso tirar é que é impossível ter 100% certezas do que realmente aconteceu naquela noite a Madeleine, pois nunca houve qualquer prova física conclusiva. Foram considerados suspeitos o Robert Murat e os McCann, mas sem nenhuma prova bem fundamentada, apenas "suspeitas".

    Dito isto, posso também referir o seguinte:

 

  • Houve incongruências sim no discurso dos McCann e dos amigos na noite do desaparecimento. As horas em que uns diziam que foram verificar se estava tudo bem com as crianças não coincidiam às ditas pelos outros, no entanto, há que ter em conta que todos eles são médicos, e que se viesse ao de cima que as crianças estavam sem vigilância alguma, ou que lhes tinha sido dado algum sedativo para dormirem, as suas carreiras estavam arruinadas;
  • Houve várias falhas na atuação da polícia portuguesa. Por exemplo: o tempo de resposta deles foi lentíssima e a sua reação no momento muito fraca; num desaparecimento como estes, era normal que a família e amigos fossem considerados os principais suspeitos, mas só passado 1 mês é que eles começaram a ser postos em causa; o relatório enviado pela Inglaterra com os resultados das análises ao ADN que fora encontrado no carro foi só parcialmente traduzido pela PJ, de modo a fazer os pais de Madeleine parecerem culpados, etc.
  • Segundo Gonçalo Amaral, o chefe que esteve à frente desta investigação, os McCann eram os culpados pelo desaparecimento e morte da filha, que poderia ter sofrido algum tipo de acidente doméstico. Amaral dizia que, por isso mesmo, os pais queriam ocultar o corpo de Madeleine para não haver consequências para eles. Segundo ele, o corpo foi escondido numa arca frigorífica, para depois ser transportado no carro alugado para outro lugar. Pessoalmente, é-me um pouco difícil acreditar que os pais mantiveram o corpo durante 25 dias num lugar tão oculto assim, ainda para mais quando estavam a ser vigiados pelos media de 24 em 24h...
  • Se os McCann fossem realmente culpados, teriam feito todo este aparato social, e durante tantos anos? Soube-se que os pais contrataram um grande número de agências para investigar o caso, e que inclusivamente conseguiram fazer com que a investigação policial continuasse ativa até os dias de hoje! Algo que, mais uma vez, nos faz questionar sobre o facto de serem culpados.
  • Ficamos ainda com a ideia de poder haver uma perigosa rede de tráfico humano, que possa ter raptado Madeleine McCann. No entanto, fica tudo muito no ar e nada ainda foi encontrado sobre esta possível relação...

    Em resumo, e com base no documentário visto na Nelflix, parece-me que os pais de Madeleine McCann apresentaram um comportamento um tanto negligente na forma de cuidar dos filhos, mas não acho que possam ser os culpados pelo desaparecimento de Madeleine. 

    Algum de vocês também viu o documentário? O que acham sobre este caso?

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#14Review: Vice

 

    No último fim-de-semana fui ver o filme "Vice" ao cinema, um filme biográfico que conta a história de Dick Cheney e a sua luta para se tornar o vice-presidente mais poderoso dos EUA.

    Eu vou ser sincera, filmes políticos não são propriamente a minha perdição, e quem lê as minhas reviews aqui no blog há algum tempo sabe que a maioria dos filmes que costumo ver são thrillers, mistérios e suspense. No entanto, apesar deste filme não nos cortar propriamente a respiração, dá-nos uma imagem muito interessante da mente de Cheney, e da forma calculista e ao mesmo tempo despercebida com que conseguiu manipular tudo e todos.

    De forma semelhante à série "House of Cards", o "Vice" também nos permite conhecer os bastidores da política americana, mas desta vez da vida real. O que mais me atraiu no filme foi o facto de tentar, ao máximo, abrir os olhos do público para as jogadas e manobras políticas, mas sendo sempre narrado de uma forma muito cómica.

    O "Vice" surpreendeu-me bastante pela positiva, e pela forma divertida como abordou questões tão sérias e que foram tão decisivas para a história da América. Recomendo este filme a todas as pessoas que se interessem por filmes biográficos, pelo mundo da política, e que estejam dispostos a dar umas boas gargalhadas...  

    Alguém daqui já viu o filme?

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Eu vi o Programa da Cristina!

 

    Estreou hoje o Programa da Cristina na SIC, e eu (tal como imagino milhares de pessoas) não perdi a sua estreia!

    E para quem não viu, aqui fica o resumo. O António Raminhos iniciou o programa, de toalha à cintura, na "WC" da Casa da Cristina (típico ), para depois apresentaram a nova rubrica do programa com ele, a Joana Marques e a Madalena Abecasis. Entratanto, a porta da casa da Cristina deixou de abrir e os convidados não conseguiam entrar... (o que foi super engraçado 

    Havia também um coro (sim, um coro!) cada vez que o António Raminhos dizia a palavra "bidé" (que lhe é muito característico). E por último, às tantas, apareceu o "médico ao domicílio" a falar-nos de infeções urinárias de uma forma super cómica e descontraída (se quiserem andar para trás e ver o programa, aconselho-vos a verem esta parte também!).

    Em momentos mais sérios tivemos a conversa com a mãe de Rui Pedro e com a Custódia Gallego, que são mulheres fantásticas...

    Entretanto, ligou o presidente à Cristina para lhe dar um beijinho de boa sorte, e lá me vieram os arrepios do osso à espinha.

    Houve também a rúbrica "Sobe e Desce", onde a Cristina vai viver um dia inteirada noutra realidade, diferente da dela; e neste episódio ela foi conhecer o dia-a-dia das mulheres de Castro Laboreiro. Eu gostei da ideia, mas achei que a reportagem levou demasiado tempo do programa, o que na minha opinião foi um pouco desnecessário.

    Depois disso, houve espaço para a típica crónica criminal, onde falaram do caso do Carlos Castro, tema que achei muito interessante. Por fim, houve a entrevista com o Luís Filipe Vieira, numa conversa muito informal e descontraída, onde ele falou sobre a sua história de vida, enquanto jogava às cartas com a Cristina - com risos e choros incluídos (sim, o Luís Filipe Vieira chorou! ).

    No final, achei muito inteligente o facto da Cristina oferecer ao público, que foi assistir presencialmente ao programa, viagens para o estrangeiro (o que me deixou com um bocadinho de inveja, confesso, mas entretanto fui-me empanturrar em doces e passou ).

    Resumindo e baralhando, gostei muito do programa da Cristina. Acho que foi feito num ambiente muito informal, o que eu gostei imenso; com boas surpresas; temas muito pertinentes e um conceito de "estar em casa", que foi muito agradável. Vocês, viram o programa? O que acharam? 

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Review: Casados à primeira vista

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    Quem daqui viu ontem o "Casados à primeira vista", na SIC?  Eu já estava super entusiasmada quando a SIC veio confirmar a sua mais recente aposta, e depois do que vi ontem, vejo que não me vou desiludir com certeza! 

    Reparei que existem algumas pessoas um pouco confusas em relação ao facto dos casais se realmente casarem ou não, e apesar de ainda não ter percebido muito bem como funciona a versão portuguesa, posso-vos dizer como funciona as estrangeiras (as quais eu já era fã!). Nos programas "Married at first sight", lá fora, as pessoas só se conhecem realmente no próprio dia do casamento, contudo elas não se chegam a casar! 

    O que acontece é apenas uma cerimónia em tom de brincadeira, e o casal vai, depois disso, viver juntos durante 8 semanas. Só ao fim desse tempo, cabe-lhes a decisão de se casarem efetivamente, ou de se separarem.

    Por aquilo que percebi, o programa da SIC vai ter algumas alterações pois todas as semanas eles vão ter oportunidade de abandonar o "casamento", algo que difere das outras versões estrangeiras.

    Em relação à estreia de ontem, gostei imenso da forma como o programa está feito. ADOREI ver a intervenção dos psicólogos (obviamente ), os testes de personalidade que aplicam aos candidatos e a forma como eles fazem a compatibilidade entre as pessoas. Até agora também gostei muito dos participantes, havendo grande diversidade: do mais cromo e divertido, até ao tipo mais atleta e sofisticado.

    Uma das coisas que posso salientar como negativo (mas isso também já acontecia nas outras versões) é o facto de, em cada episódio, misturarem a história de 3 ou mais casais, tornando o programa um pouco mais confuso. Às tantas tenho um bocado mais de dificuldade em me lembrar quem é quem, e acharia muito mais simples se em cada episódio fosse apenas a história de um casal até ao fim...

    E vocês, o que acharam do programa?

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#10Review: Pesquisa Obsessiva

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    "A filha de David Kim desapareceu. Ele não a consegue encontrar. Até descobrir quem ela é realmente."

    Foi assim que me cativou a sinopse do filme Pesquisa Obsessiva (ou "Searching" em inglês). Este filme é gravado de uma forma muito curiosa, pois a história é contada através de dispositivos tecnológicos (podem ver o que estou a dizer no trailer), o que torna, na minha opinião, o filme muito mais original e cativante.

    A história demonstra até onde um pai está disposto a ir pela sua filha, que se encontra desaparecida, e a importância das redes sociais nesta sua procura. Hoje em dia, tudo o que somos está online, e é interessante ver como este pai só conhece realmente a filha quando acede ao seu computador. É um thriller atual, que podia muito bem ser baseado numa história verídica, e com um desfecho que me agradou bastante. Recomendo vivamente!

    Alguém por aqui que já ouviu falar deste filme? 

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#6 Review: A forma do quê??

(o post contém spoilers!)

 

    Eu sou a Carta, e sei que ando super atrasada nas reviews dos filmes, ok? Sei que a "Forma da Água" já saíu há imenso tempo, e foi falada por imensos blogs, mas eu só o vi agora, por isso vão ter de ter paciência comigo...

    Ora muito bem, quando o filme começou a ser falado por todo o lado, eu fui-me informar sobre o que era a história e sinceramente não me interessou muito - para não dizer nada (talvez por isso dizem que as mulheres têm um 6º sentido...). Mas como foi nomeado para quase todas as categorias dos Óscares ou que lá é, eu pensei "bom, lá tenho eu que o ver, porque quero saber o que é que aquilo tem de tão especial..."

    Nada, digo-vos eu, não tem rigorosamente nada de especial. Foi um dos filmes mais nonsense que vi em toda a minha vida.

    A história por si só já é o que é, uma humana a apaixonar-se por um homem-peixe (ou "pequeno-sereio"), mas eu ainda tinha a esperança que fosse algo mais profundo do que isso, ou que fosse explorado de outra forma, nem sei. A esperança é sempre a última a morrer.

    Primeiro, cenas intímas/nudez do nada. Vê-se mesmo que algumas cenas eram só "para dar canal" como dizem, não trazendo qualquer propósito para o filme. Depois, não consegui perceber que tipo de filme é que estava a ver, e isso irritou-me: se era comédia, drama, romance, sobrenatural, histórico, enfim... Eu não sabia se ria, ou chorava com algumas das cenas (na maioria ri-me porque pronto, não gosto de chorar né).

    E as personagens! Eram tão random... Afinal o homem-peixe era um ser, ou um Deus? Foi um género de filme de super-heróis ou era simplesmente estúpido? Tenho tantas dúvidas em relação a este filme.

    O final foi escusado, na minha opinião. Tinham mesmo que lhe nascer as guelras, a ela? Quando eu pensava que o filme já não podia fazer menos sentido, pumba, ela torna-se peixa!

    Mas vou-vos dizer o que foi, para mim, o pior deste filme, aquilo que mais me chocou (.- não sou eu a Carta, amante de gatos...). Quando o homem-peixe mata o gato do vizinho da Elisa, e a forma como o mata... Digo-vos, até hoje tenho pesadelos com essa cena, e eu FECHEI OS OLHOS!. Foi outra das cenas desnecessárias, na minha opinião.

    Como puderam perceber, não fui a maior fã deste filme... E espero muito sinceramente que não ganhe Óscar de melhor filme ou algo do género, senão vou mesmo ficar chateada...  Vocês já viram "A forma da água"? O que acharam?

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#4 Review: Wonder Woman

    Esta semana fui sortuda o suficiente para ter ido ver o filme da Wonder Woman, em 3D, nos cinemas. E sim, digo sortuda, porque gostei imenso do filme. Quem conhece minimamente os meus gostos sabe que não sou muito fã de filmes de ação (aliás, os meus gostos são bastante restritivos, se assim os quiserem chamar ), por isso não vinha com grande expetativa para a nova estreia da DC.

    Não sei se foi por isso que gostei tanto do filme, ou se foi pelo facto do filme ser genuinamente bom (confesso que ainda não tive oportunidade de ler muitas reviews, e opiniões). O que é certo é que a história entusiasmou-me bastante, o desenvolvimento dos personagens, e a mural por de trás do filme, que eu dou sempre imenso valor como sabem...

    O filme retrata a história de Diana (a protagonista), e as suas origens. É passado na altura da guerra, numa época mais antiga e conservadora, onde as mulheres eram conhecidas por serem pouco ativas na sociedade (para não dizer quase inexistentes). A Diana, por sua vez, surge como uma rapariga lutadora, feliz, teimosa, e (descobre depois) muito apaixonada. Com um enorme gosto por lutar por aquilo que acredita, e uma personalidade muito forte, ela não se deixa influenciar por qualquer um. É isso que faz dela única, uma guerreira dos pés à cabeça.

    Na minha opinião o filme é bom para todas as mulheres, e homens, que gostam de histórias sobre empowering da mulher, e sobre a luta por aquilo que é justo. E ao mesmo tempo para todos os apaixonados/as que acreditem em histórias de amor, com uma boa pitada de humor. Recomendo vivamente!

 

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O que não gostei no La la Land (com SPOILERS)

 

O La la Land é para muitos um filme de referência, e não é por acaso que ele esteve nomeado para 14 Óscars (os quais ganhou, impieadosamente!). No entanto, como qualquer filme, não é por isso que ele deixa de ser alvo de críticas, ou comentários menos felizes à sua prestação. E eu, como espetadora atenta que tento ser , quero também deixar aqui alguns dos meus pontos de vista mais negativos acerca do filme (apesar de ter sido, de um modo geral, um filme agradável de ver). [Quero deixar claro que esta é apenas a minha opinião acerca do La la Land, estando à vontade para receber, e respeitar, todo o vosso feedback que receber.]

  • Demasiada cantoria. Eu sei que ele era um musical (que desde já não sou grande fã), mas uma coisa é ser um filme género musical, outra coisa é ser um musical género de filme. Tudo o que é demais é conta errada, e principalmente durante a primeira parte do filme, achei um exagero ver toda a gente a cantar por tudo e por nada (e personagens figurantes que não entraram em mais cena nenhuma). Não é bem a minha cena, mas compreendo que há quem goste.
  • A cena do planetário perdeu-me imenso, vou ser honesta. Quando vejo de repente pessoas a "voarem" ou "flutuarem" num filme que aparentemente nada indicava que usava este tipo de 'efeitos especiais', perde um bocado o realismo para mim.
  • O Ryan Gosling é jeitosinho sim, representa bem sim senhora, mas cantar e ser o mais apropriado para o papel...meh, tenho as minhas dúvidas. A Emma Stone foi tão excelente na minha opinião (como é sempre, adoro aquela miuda), e consigo imaginá-la com uns 500 mil actores que faziam um melhor par de cantoria para ela, do que este... :(
  • A moral da história: ou és bem-sucedida na vida, ou tens o amor da tua vida ao teu lado. As duas coisas são impossíveis. Epa, não gostei. Chamem-me romântica de alma e coração, mas não gosto desta filosofia de vida, nunca me identifiquei. Sei que há muitos casos de casais que isso acontece (infelizmente), mas na minha opinião, é possível conciliar as duas coisas.
  • (Por isso mesmo) O afastamento dos 2 não foi bem explicado, para mim. Ela podia perfeitamente ter ficado a trabalhar em Paris, e ele ter ido com ela (visto já nem estar em tour). Abria lá o seu restaurante de jazz, e tudo o resto. Não era caso para uma separação tão definitiva.

 

Porque nem tudo foi mau, achei este filme com uma história muito 'fofinha' (apesar da forma como acabou), sendo a parte final para mim aquela mais espetacular, e a melhor (curiosamente!). Recomendo o La la Land a todos os amantes fieis de musicais, e de finais surpreendentes!

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#3 Review: Uma rapariga no comboio

    Boas! Hoje resolvi fazer uma review de um filme que vi à alguns dias, mas que só hoje tive tempo (e disponibilidade) para comentar.

    Quero começar por vos dizer que eu tive, durante as férias de Agosto, na extensa lista de espera da biblioteca aqui da minha zona para poder requisitar este livro (que estava mais concorrido que a Maria Leal nos dias de hoje no Urban). E isso deve-vos dizer alguma coisa do quão expectante eu estava sobre este filme - que tinha sido só baseado no best-seller de 2015. 

    Em relação ao filme, na minha opinião tem uma história excelente (que era tal como eu estava à espera), que não deixa de ser simples e original ao mesmo tempo, o que me deu uma pica enorme de ver desenvolver. Para aquelas pessoas que viram o filme e o acharam 'uma seca' ou 'muito parado', como já tenho lido, eu sinceramente não consigo entender o como, desculpem-me. É que, para mim, eu estava constantemente curiosa para ver o que se iria passar a seguir, pois a história dava imensas voltas e captava sempre a atenção dos mais distraídos.

    Isso quer dizer então que o filme foi 5*? Nem por isso. Na minha opinião este é um daqueles dramas tão pesados, que quando sais da sala do cinema parece que foste atropelada por um camião de 60 mil toneladas. Foi exatamente assim que me senti. Ou isso, ou que tinha acabado de sentir o pior breakup de sempre. Mas não levem isto demasiado a peito! Fala uma pessoa que odeia dramas já de raíz, portanto tudo o que advém daí para a frente, só piora. Se foste daqueles que não deprimiram ao ver o Rei Leão, então este filme é excelente para ti!

    Já no final, apesar de intenso (para não me spoilar de outra forma), acabou como eu queria, e o resto não digo mais. Vão ter de ver. Porque senão digo tudo.

    Aconselho todos a verem o filme, porque apesar de não ser perfeito para mim, foi um 3.5 ou 4* que merece toda a vossa atenção e carinho. (Certifiquem-se apenas que logo depois vêm uma comédia daquelas para desanuviar).

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